10 de novembro de 2008

Ninguém tem o dever de ser rico, grande ou sábio;
mas todos têm o dever de serem honrados.
A honra e a coragem são partes do grande homem.
O homem que serei , sempre assim. Baby, please, don't go.
Honra? Coragem? Porra!
O Humano é antes de tudo uma desonra,
Um medo, descoragem, descarnar de momentos
de poetas coletivos colibris ainda sem a visão completa.
Assim falou o poeta de forma e linguagem realista e honrosa,
com um certo sarcasmo contido em si,
Se fez uma methamorphose.
Metamorfiar-se em alegria!
O carnaval é dentro de si,
Vamos espalhar a putaria e a devassidão.
Usar drogas é legal!
A lombra me lembra do futuro glorioso
e das vadias me chupando.
Sexo é tudo. Semper et semper.
Carnaval, que saco, os sacolejantes sujeitos
Que se acham as figuras nas suas fantasias ridículas
E em suas poéticas azedas.
Morte ao chato, morte ao choro.
Ao lamentável homem dos condomínios.

Paulo Wenceslau
Brenno da Costa
Celso Araújo

Teatro Nacional Cláudio Santoro
sala de ensaio
03/11/2008