Quando invades os sentidos alheios
Percorre oculto.
Transcorre o disfarce.
Dos meios que sentem.
Senti alheios;
Colhi anseios.
Anh? Seios!
Entretanto, me acostumei!
Parei com a busca,
e hoje nada mais me basta.
Não te quero mais.
Porque apenas eu me basto neste copo de vinho.
Nesse corpo calado,
Nessa tarde amarela.
E esse sol que sai da sua boca.
Sua embriaguez dilata minha pupila...
Da claridade em que nos encontramos.
À luz do amor-mistério.
"Mistério sempre há de pintar por aí"...
"Ame-o e deixe-o livre para amar"...
Cleiton Jesus
Mariana Brites
Núbia Karolyna
Xandra
Bob Rodrigues
Marina Valente
André Guarany
Casaré
27/07/2012
"E ser artista no nosso convívio, pelo inferno e céu de todo dia. Pra poesia que a gente não vive, transformar o tédio em melodia... " CAZUZA
23 de outubro de 2012
Foi este o pensamento da noite:
"Prefiro estar perto de quem me faz bem,
do que estar perto de quem eu amo."
Triste, mas real.
Pelo menos pra mim!
É assim que a vida flui, com ou sem sentido,
O importante mesmo é estar VIVO.
I'm alive... vivo!
Sinestesiando em encontros vespertinos.
Emergindo na contemplação das pessoas, dos fatos..
Das vivências...
Fiiiiiiiii! As reminiscências.
Constante, passa, disfarça.
Háaáaáaáaá, devasta.
Entusiasta, embora devastado, embora disfarçado...
Fui embora.
Na casa do meu irmão tomando uma catu
e fumando um careta.
Quando me despertei já era tarde demais.
Núbia
Rafa Afonso
André Guarany
Cleiton Jesus
Harley Tolentino
Pedro Guilherme...
Casa da Tia Lúcia, Rafa e Diego
21/07/2012
- à casa do meu irmão.
"Prefiro estar perto de quem me faz bem,
do que estar perto de quem eu amo."
Triste, mas real.
Pelo menos pra mim!
É assim que a vida flui, com ou sem sentido,
O importante mesmo é estar VIVO.
I'm alive... vivo!
Sinestesiando em encontros vespertinos.
Emergindo na contemplação das pessoas, dos fatos..
Das vivências...
Fiiiiiiiii! As reminiscências.
Constante, passa, disfarça.
Háaáaáaáaá, devasta.
Entusiasta, embora devastado, embora disfarçado...
Fui embora.
Na casa do meu irmão tomando uma catu
e fumando um careta.
Quando me despertei já era tarde demais.
Núbia
Rafa Afonso
André Guarany
Cleiton Jesus
Harley Tolentino
Pedro Guilherme...
Casa da Tia Lúcia, Rafa e Diego
21/07/2012
- à casa do meu irmão.
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Núbia Karolyna,
Pedro Guilherme,
Rafael Afonso
Educação libertária, concepcionista.
À beleza da vida,
O "jeitinho lírico" do ser...
Ou de não assistir.
Prefiro tanto mais insistir.
E de repente mudar a conjugação.. (dos verbos)...
Poesia, arte da palavra viva.
Inspiração na contradição
Contradição que inspira...
Inspira e aspira a vida.
O inferno são os outros.
Pira. Respira. Re-pira.
Frases me voltam depois que tantas coisas já voaram.
São sempre os mesmos sentimentos.
O que muda são as personagens e os cenários.
Personagens e cenários que trazem um novo ar,
uma nova paixão,
um novo fôlego que contamina como uma cólera,
dando o verdadeiro sentido de se redescobrir.
André Guarany
Mari Brites
Marina Valente de Carvalho
Cicy Azevedo
Casaré
14/07/2012
À beleza da vida,
O "jeitinho lírico" do ser...
Ou de não assistir.
Prefiro tanto mais insistir.
E de repente mudar a conjugação.. (dos verbos)...
Poesia, arte da palavra viva.
Inspiração na contradição
Contradição que inspira...
Inspira e aspira a vida.
O inferno são os outros.
Pira. Respira. Re-pira.
Frases me voltam depois que tantas coisas já voaram.
São sempre os mesmos sentimentos.
O que muda são as personagens e os cenários.
Personagens e cenários que trazem um novo ar,
uma nova paixão,
um novo fôlego que contamina como uma cólera,
dando o verdadeiro sentido de se redescobrir.
André Guarany
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Casaré
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Cintya Azevedo,
Mariana Brites,
Marina Valente
Alcatéia Beirou Cleiton Diverso.
Elefante Falante Gozou Haaaaá
Ihh! João Lastimou Muito.
Não Opus Porque Quis Ratificar.
Senti Tesão, Uhhhhh!, Vontade.
Xaxamais Zé Pedro!
Núbia Karolyna
André Guarany
Alonso Bento
Mariana Brites
Cristiane Mello
Deck da Ponte JK
11/07/2012
Elefante Falante Gozou Haaaaá
Ihh! João Lastimou Muito.
Não Opus Porque Quis Ratificar.
Senti Tesão, Uhhhhh!, Vontade.
Xaxamais Zé Pedro!
Núbia Karolyna
André Guarany
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Mariana Brites
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Núbia Karolyna
19 de outubro de 2012
aBaCaTe bRaSiLeiRo coMPRaDo do eSTaDo
foi guLoSaMeNTe hieRaRQuiZaDo.
iRReSiSTíVeLMeNTe jaNTei leSMaS,
maS nuNCa oPRiMi poR queReR.
raZoáVeLMeNTe
seNTi tuDo uNiFiCaR voRaZMeNTe xuCaNDo zeBRaS.
pauLo weNCeSLau
núBia kaRoLYNa
tHaLiS raFaeL
caSa do pauLo
30/06/2012
foi guLoSaMeNTe hieRaRQuiZaDo.
iRReSiSTíVeLMeNTe jaNTei leSMaS,
maS nuNCa oPRiMi poR queReR.
raZoáVeLMeNTe
seNTi tuDo uNiFiCaR voRaZMeNTe xuCaNDo zeBRaS.
pauLo weNCeSLau
núBia kaRoLYNa
tHaLiS raFaeL
caSa do pauLo
30/06/2012
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Paulo Wenceslau,
Thalis Rafael
Pisa, pisa que samba.
Explode a fumaça guerreira.
Voa latente, ecoa.
Ramificando os momentos;
Sutilezas que disparam com o vento.
Entre árvores retorcidas e indomadas,
Marias fedidas e suas crias.
Tons marrons mocam Dawson's Creeks.
Parece um cogumelo verde!
O bem maior,
e me deito que escoroooo.
Nas marielas verdes.
Que saudades dos bachs que partem.
Nostálgico saudosismo;
Sala de estar remetem cores, memórias.
Chega de poesismo...
Tira o "ismo"..
Coloca "ação".
Cleiton Jesus
André Guarany
Guará
20/06/2012
- a árvore que nos acolheu com marias fedidas.
Explode a fumaça guerreira.
Voa latente, ecoa.
Ramificando os momentos;
Sutilezas que disparam com o vento.
Entre árvores retorcidas e indomadas,
Marias fedidas e suas crias.
Tons marrons mocam Dawson's Creeks.
Parece um cogumelo verde!
O bem maior,
e me deito que escoroooo.
Nas marielas verdes.
Que saudades dos bachs que partem.
Nostálgico saudosismo;
Sala de estar remetem cores, memórias.
Chega de poesismo...
Tira o "ismo"..
Coloca "ação".
Cleiton Jesus
André Guarany
Guará
20/06/2012
- a árvore que nos acolheu com marias fedidas.
Quero, sei que quero, um trago, uma bola, humm!!!
Quem sabe duas.
Mas enquanto tudo isso acontece, sei que quero!!!
Das fumaças apáticas,
Das possibilidades perdidas.
Que invada a loucura
Me corte o pulso que ainda pulsa.
MôPôCô pesado,
como a vida insiste em ser.
Fura, estanca, permeia..
Invista em atitudes positivas.
Esquece que a liberdade é utópica...
E já que a vida, ou a liberdade da vida é utópica,
continuo insistindo na positividade!!
Do "agora" que já passou e do amanhã que há de vir...
Do tempo passado;
Aquele presente insistente
Insiste em arrancar.
Das voltas em volta...
...áááá... tudo passa.
Passa, passa, transpassa;
Transgride, transcende.
Revigora vida!!
Vida vivida sempre!!
Há! Eu consegui meu equilíbrio cortejando a insanidade.
Tudo está perdido, mas existem possibilidades.
Possibilidades de se chegar a lugar nenhum.
Tudo está perdido?
Alguém tira essa desesperança de mim!!
Surpreenda-me.
Ricardo de Souza
Cleiton Jesus
André Guarany
Estação 102 sul
15/06/2012
- esperança, desesperança..
- enfim, conseguimos..
Quem sabe duas.
Mas enquanto tudo isso acontece, sei que quero!!!
Das fumaças apáticas,
Das possibilidades perdidas.
Que invada a loucura
Me corte o pulso que ainda pulsa.
MôPôCô pesado,
como a vida insiste em ser.
Fura, estanca, permeia..
Invista em atitudes positivas.
Esquece que a liberdade é utópica...
E já que a vida, ou a liberdade da vida é utópica,
continuo insistindo na positividade!!
Do "agora" que já passou e do amanhã que há de vir...
Do tempo passado;
Aquele presente insistente
Insiste em arrancar.
Das voltas em volta...
...áááá... tudo passa.
Passa, passa, transpassa;
Transgride, transcende.
Revigora vida!!
Vida vivida sempre!!
Há! Eu consegui meu equilíbrio cortejando a insanidade.
Tudo está perdido, mas existem possibilidades.
Possibilidades de se chegar a lugar nenhum.
Tudo está perdido?
Alguém tira essa desesperança de mim!!
Surpreenda-me.
Ricardo de Souza
Cleiton Jesus
André Guarany
Estação 102 sul
15/06/2012
- esperança, desesperança..
- enfim, conseguimos..
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Ricardo de Souza
Delícia dos deuses, noite das descobertas,
noite das aventuras dionisíacas!
Auto da satisfação;
Sacros prazeres;
Condolentes luxúrias.
Espaço para questionar meu carro pro lado de lá.
Profanando. Seguindo. Cantando.
E o vinho não pára!
Divido a canção em quatro.
Três... Dois... Um..
E escolho a menor para perdoar meus erros.
Para, no segundo seguinte, me lembrar que nunca errei.
Nunca fiz mais ou menos do que podia;
Percebi que não eram minhas as palavras anorexas
e sim um vislumbre do futuro do resto do fim do universo.
Vivências, experiências, fluência, convivência e identificação.
Identidade, insanidade, liberdade.
Experimentar a sensação de (ser) sem ser notado.
Notando a insanidade de se ter liberdade.
E a liberdade de ter insanidade,
Não me cobre coerência.
E as prisões a qual a sanidade nos condiciona;
As gavetas de escura solidão...
Ih... tensão...
A luz ainda acesa.
As frases repetidas?
Pra quê essa pauta? Escrevo onde quiser...
Linha, que linha? Desalinha.
Mãos entre pernas para disfarçar o frio;
Frios nas mãos para disfarçar o calor;
Calor no frio para disfarçar o tempo;
Tempo nas mãos para disfarçar o tédio.
Com falta de ar e, talvez, de palavras para expressar tanto nada,
a alma vaza, os olhos se inclinam,
a respiração para pelo puro prazer de voltar e contar para todos.
Como o gelo nos olhos e o vazio dos corpos
esquentam e aquietam o caos do nosso medo.
Tão próximas fisicamente mas numa sensibilidade emocional tão distante.
Saudade do que não vivemos, das palavras e dos silêncios,
do corpo nu e dos prazeres ébrios.
Se o amor não é suficiente, o que seria?
Izabela Parise
André Guarany
Mari Brites
Xandra
Daniel Carvalho
Cicy Frenética
Casa da Mama
Hotel Móbile Suite
11/06/2012
noite das aventuras dionisíacas!
Auto da satisfação;
Sacros prazeres;
Condolentes luxúrias.
Espaço para questionar meu carro pro lado de lá.
Profanando. Seguindo. Cantando.
E o vinho não pára!
Divido a canção em quatro.
Três... Dois... Um..
E escolho a menor para perdoar meus erros.
Para, no segundo seguinte, me lembrar que nunca errei.
Nunca fiz mais ou menos do que podia;
Percebi que não eram minhas as palavras anorexas
e sim um vislumbre do futuro do resto do fim do universo.
Vivências, experiências, fluência, convivência e identificação.
Identidade, insanidade, liberdade.
Experimentar a sensação de (ser) sem ser notado.
Notando a insanidade de se ter liberdade.
E a liberdade de ter insanidade,
Não me cobre coerência.
E as prisões a qual a sanidade nos condiciona;
As gavetas de escura solidão...
Ih... tensão...
A luz ainda acesa.
As frases repetidas?
Pra quê essa pauta? Escrevo onde quiser...
Linha, que linha? Desalinha.
Mãos entre pernas para disfarçar o frio;
Frios nas mãos para disfarçar o calor;
Calor no frio para disfarçar o tempo;
Tempo nas mãos para disfarçar o tédio.
Com falta de ar e, talvez, de palavras para expressar tanto nada,
a alma vaza, os olhos se inclinam,
a respiração para pelo puro prazer de voltar e contar para todos.
Como o gelo nos olhos e o vazio dos corpos
esquentam e aquietam o caos do nosso medo.
Tão próximas fisicamente mas numa sensibilidade emocional tão distante.
Saudade do que não vivemos, das palavras e dos silêncios,
do corpo nu e dos prazeres ébrios.
Se o amor não é suficiente, o que seria?
Izabela Parise
André Guarany
Mari Brites
Xandra
Daniel Carvalho
Cicy Frenética
Casa da Mama
Hotel Móbile Suite
11/06/2012
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Cintya Azevedo,
Daniel Carvalho,
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Mariana Brites
18 de outubro de 2012
Anel, brinco e tesoura.
Pegue e traga seus orixás.
Afague palavras à tarde.
Brilhem metais e soem as cores das belezas que não podemos ver.
E deuses ou entes,
Deuses iminentes que delineiam a nossa vontade
na cor da dormência entre íris brancas.
Soem sons dissonantes em respirações constantes.
Respirações estanques.
Amores a rir por horas.
Sonhos afundados.
Que o amor seja grande, e complexo.
Que o tesão venha e o deixe-o completo também.
Intenso,
em (tele) presença.
Presenciáveis na virtude da materialização.
Show me...
Me = the show...
André Guarany
Daniel Carvalho
Mari Brites
Xandra
(e algumas autoras desconhecidas..)
Chácara da Cyntia Azevedo
10/06/2012
Pegue e traga seus orixás.
Afague palavras à tarde.
Brilhem metais e soem as cores das belezas que não podemos ver.
E deuses ou entes,
Deuses iminentes que delineiam a nossa vontade
na cor da dormência entre íris brancas.
Soem sons dissonantes em respirações constantes.
Respirações estanques.
Amores a rir por horas.
Sonhos afundados.
Que o amor seja grande, e complexo.
Que o tesão venha e o deixe-o completo também.
Intenso,
em (tele) presença.
Presenciáveis na virtude da materialização.
Show me...
Me = the show...
André Guarany
Daniel Carvalho
Mari Brites
Xandra
(e algumas autoras desconhecidas..)
Chácara da Cyntia Azevedo
10/06/2012
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Mariana Brites
Gato, rede, luzes, mulheres..
Quão engano se enganou.
Sou artista porra! Não me cobre coerência.
E o que é ser artista?
Quando perder é encontrar,
busco o além e a alma,
espírito e perdão.
E na poesia sou redimido.
Confesso tudo: eu SINTO muito.
Eu sinto pra caralho.
Que drama!
Desce do drama, princesa.
Vem pro cortejo popular.
Contemple cores cromaticamente cordiais.
Venere ventilações nos ventres vis;
Viver é mais que contemplar.
e o caminho de junho...
Basta!
Frases feitas não me cabem!
Viva Cazuza!!
E nem solos de guitarra te encantam.
Deixo nas mãos da Gal o destino da noite.
André Guarany
Mariae Duarte
Bob Rodrigues
Casa da Mariae e onde reside a poesia (a gata)
09/06/2012
- a vida é a arte do encontro,
embora haja tanto desencontro pela vida (Vinicius)
Quão engano se enganou.
Sou artista porra! Não me cobre coerência.
E o que é ser artista?
Quando perder é encontrar,
busco o além e a alma,
espírito e perdão.
E na poesia sou redimido.
Confesso tudo: eu SINTO muito.
Eu sinto pra caralho.
Que drama!
Desce do drama, princesa.
Vem pro cortejo popular.
Contemple cores cromaticamente cordiais.
Venere ventilações nos ventres vis;
Viver é mais que contemplar.
e o caminho de junho...
Basta!
Frases feitas não me cabem!
Viva Cazuza!!
E nem solos de guitarra te encantam.
Deixo nas mãos da Gal o destino da noite.
André Guarany
Mariae Duarte
Bob Rodrigues
Casa da Mariae e onde reside a poesia (a gata)
09/06/2012
- a vida é a arte do encontro,
embora haja tanto desencontro pela vida (Vinicius)
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Mariae
Surgiu como misto da possibilidade;
Barulha a saudade;
Cola na cidade, cria paisagem.
Balanço os cachos dourados,
na cidade de cheiro feio.
Ô gosto!
De ser e estar na parte da liga.
Encaixa em pêlos roxos.
Invólucro de neolithic man
Endereços móveis estáveis.
Entope..
Vara noite vira.
Espreita bichano.
Esquece.
Já esqueci, ao me lembrar de outras coisas.
Engraçado como as coisas funcionam, né?
As memórias e os fatos somem,
para outras coisas aparecerem.
E assim segue a humanidade.
Estamos padronizados pelo cansaço em mono.
Mari Brites
Jeni Sousa
André Guaraná verde
Cleiton Jesus
Núbia Karolyna
Jorge
Casaré
05/06/12
- à Jeni perdida no campo (acompanha MôDêCô no original)
Barulha a saudade;
Cola na cidade, cria paisagem.
Balanço os cachos dourados,
na cidade de cheiro feio.
Ô gosto!
De ser e estar na parte da liga.
Encaixa em pêlos roxos.
Invólucro de neolithic man
Endereços móveis estáveis.
Entope..
Vara noite vira.
Espreita bichano.
Esquece.
Já esqueci, ao me lembrar de outras coisas.
Engraçado como as coisas funcionam, né?
As memórias e os fatos somem,
para outras coisas aparecerem.
E assim segue a humanidade.
Estamos padronizados pelo cansaço em mono.
Mari Brites
Jeni Sousa
André Guaraná verde
Cleiton Jesus
Núbia Karolyna
Jorge
Casaré
05/06/12
- à Jeni perdida no campo (acompanha MôDêCô no original)
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Jorge Sollari,
Mariana Brites,
Núbia Karolyna
12 de outubro de 2012
aGONIZEI bEM cEDO dE eCSTASY.
fÁBULAS gROTESCAS hISTÉRICAS
iNSTANTANEAMENTE jOGAVAM lANTERNAS
mUITO nOIADAS.
oNDE qUANDO rOSSAVAM sALIENTEMENTE.
tREPAVAM uTILIZANDO vULVAS,
xOTAVAM zELOSAMENTE.
hARLEY t. dIAS
pAULO wENCESLAU
pAULO rICARDO v. bORGES
bRUNO gADELHA
jOÃO pAULO v. bORGES
cASA dO pAULO w.
05/06/2012
fÁBULAS gROTESCAS hISTÉRICAS
iNSTANTANEAMENTE jOGAVAM lANTERNAS
mUITO nOIADAS.
oNDE qUANDO rOSSAVAM sALIENTEMENTE.
tREPAVAM uTILIZANDO vULVAS,
xOTAVAM zELOSAMENTE.
hARLEY t. dIAS
pAULO wENCESLAU
pAULO rICARDO v. bORGES
bRUNO gADELHA
jOÃO pAULO v. bORGES
cASA dO pAULO w.
05/06/2012
Me embriago dos versos ritualizados.
Derramado reluz!
Invade mundos opacos
Soa arrastado.
Penso que a lua compreende perfeitamente o que sinto!
Penso em desnudar o interno.
Em jogar para o mundo todo o bom que tenho!
Vamos emanar e receber boas vibrações, galera!
Afinal, a vida taí pra isso!
Alguém me dá um vinho!?!
Oba! Vinho pra comemorar boa música e uma galera bem da boa!
Comemorar é morar junto com a alma alheia por instantes, excitantes!
A vida é feita para ser comemorada!
Por isso vamos celebrar a vida no momento mais importante, o agora!
Nada é mais valioso que o presente de estar feliz nesse instante.
Já que até aquele mosquitinho
que é morto com o piscar de nossos olhos tem a sua função,
porque não haveremos de ter a importância nesse pisco de instante?
Mas de mosquito, verme, primatas, homem erétil, tudo nesse mundo,
Todos temos sua importância nesse viver.
Pára tudo, que porra é essa de evolução se estamos cada vez mais regredindo,
cada vez querendo sair mais desta realidade medíocre.
Ouço um grito!
E nessa hora nada rima com ônibus
E a minha realidade se mistura na massa dessa cidade sem dono.
Com sons e ruídos me perco no meu eu.
Como saber quanto tempo se passou sem sairmos daqui?
Só sei que foi assim...
Com imagens e visões me perco nos outros...
Porra! Quanto tempo estamos aqui?
Sei que a hora sempre passa e eu espero talvez algum dia,
fazer tudo que um dia, quer dizer uma hora,
desculpa,
mas quando me vejo mais uma vez me perdi no tempo!
Tempo que passa, flutua, voa.
Ele vai e eu não consigo tocar.
Tornou-se automático, robótico e rotineiro.
Não sei se corro atrás dele ou se espero-o aqui.
Só. Sozinha e nua.
Eu resolvi seguir e o tempo que se vire pra me acompanhar.
Cleiton Jesus
Pedro
Núbia Karolyna
Isabel Amorim
Célio Amorim
Ludmila Coralina
Diogo Santos
Morgana Gama
Mário Freire
Rodrigo Zacht
André Guarany
Ricardo de Souza
Letícia Machado
Museu Nacional
02/06/2012
11 de outubro de 2012
Penso no que falo, no que digo, no que sei,
Mas não sei se tudo é verdade.
Sociedade abominável!
Abominável homem da vida.
Eruditos populares;
Vida é pra ser vivida intensamente.
E não para tentar explicar os cantos das maresias.
Não sei em que ponto eu me perdi de tudo que achava que tinha
e acabei onde sou o que nunca achei que seria.
Deixar de ser um mundo,
este que não me traz afagos turvos e mãos que serpenteiam.
Mas rolou uma conexão... Uma familiaridade!
De onde você vem?
Como é teu nome completo?
Nome?
Pra quê rótulos?
Se nesse mundo todos são únicos,
tendo o privilégio de viver nesse curto tempo de vida.
Mário Freire
André Guarany
Rodrigo Zacht
Morgana Gama
Vinícius Souza
Núbia Karolyna
Diogo Santos
Museu Nacional
01º/06/2012
- Isso é só uma fusão de conhecimentos de fatos não explicáveis
Mas não sei se tudo é verdade.
Sociedade abominável!
Abominável homem da vida.
Eruditos populares;
Vida é pra ser vivida intensamente.
E não para tentar explicar os cantos das maresias.
Não sei em que ponto eu me perdi de tudo que achava que tinha
e acabei onde sou o que nunca achei que seria.
Deixar de ser um mundo,
este que não me traz afagos turvos e mãos que serpenteiam.
Mas rolou uma conexão... Uma familiaridade!
De onde você vem?
Como é teu nome completo?
Nome?
Pra quê rótulos?
Se nesse mundo todos são únicos,
tendo o privilégio de viver nesse curto tempo de vida.
Mário Freire
André Guarany
Rodrigo Zacht
Morgana Gama
Vinícius Souza
Núbia Karolyna
Diogo Santos
Museu Nacional
01º/06/2012
- Isso é só uma fusão de conhecimentos de fatos não explicáveis
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Vinícius Souza
Cinza.
Cor e sentimento, nome de coloração e de estado de espírito...
As coisas andam cinzas...
Como o céu em dias nublados que cobre nossos olhos com o cinza.
O cinza da névoa dominante.
A temperatura fica baixa nesses dias, mas o calor de dentro aumenta.
Também, pudera!
E que bom que aumenta, afinal de contas nada mais justo, não é mesmo?
Pra quebrar o cinza... tirar de vez.
Não se esquecendo que somos criaturas
e que criaturas nem sempre são bem criadas.
A certeza nunca é plena, sempre se deve pensar mais de uma vez.
Não sei se deve tirar...
Não, não se deve tirar.
Esse cinza que me refiro, vem natural.
Anna Moura
Paulo Wenceslau
Dulcina
24. 05. 12
Cor e sentimento, nome de coloração e de estado de espírito...
As coisas andam cinzas...
Como o céu em dias nublados que cobre nossos olhos com o cinza.
O cinza da névoa dominante.
A temperatura fica baixa nesses dias, mas o calor de dentro aumenta.
Também, pudera!
E que bom que aumenta, afinal de contas nada mais justo, não é mesmo?
Pra quebrar o cinza... tirar de vez.
Não se esquecendo que somos criaturas
e que criaturas nem sempre são bem criadas.
A certeza nunca é plena, sempre se deve pensar mais de uma vez.
Não sei se deve tirar...
Não, não se deve tirar.
Esse cinza que me refiro, vem natural.
Anna Moura
Paulo Wenceslau
Dulcina
24. 05. 12
Avistei Bum,
Céu Deslumbrante Estava Focado.
Gastei Horas Imaginando Janelas Laterais,
Mencionando Novas Opções Para Que Respostas Surgissem,
Tentando Unificar,
Visando Xamanizar Zeus.
Sérgio Dhubrann
Vinícius Souza
Mira Tequila
Paulo Wenceslau
Julianta do Nascimento
Harley Dias
João Paulo V. Borges
Alessandra Philipp
Maio/2012
Museu Nacional
Céu Deslumbrante Estava Focado.
Gastei Horas Imaginando Janelas Laterais,
Mencionando Novas Opções Para Que Respostas Surgissem,
Tentando Unificar,
Visando Xamanizar Zeus.
Sérgio Dhubrann
Vinícius Souza
Mira Tequila
Paulo Wenceslau
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Harley Dias
João Paulo V. Borges
Alessandra Philipp
Maio/2012
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