Algum Belo Cavalo Doido É Foda
Gigate Infeliz Jumento Largou Maria Numa Ópera
Porque Queria Rasgar-lhe Sua Teretêtê
UUU Vacilão
Xoxota Zuou !
Paulo Wenceslau
Carola Ribeiro
Geodênia Gervásio
UnB : figuração "Faroeste Caboclo"
22/04/2011
"E ser artista no nosso convívio, pelo inferno e céu de todo dia. Pra poesia que a gente não vive, transformar o tédio em melodia... " CAZUZA
28 de abril de 2011
Abusei Brutalmente Caindo Demasiadamente
Entre Farrapos Grunidos.
Hospitalizando Íntimos Juízes Leais.
Macacos Nunca Olharam Profundamente
Questionando Rosas Sensíveis Tingidas.
Unificando Volúpias.
Xamã!!!
Zootecnicamente.
Jean Bottentuit
Paulo Wenceslau
Lorena Aloli
André Guarany
Ylian Thediga
Anderson Magalhães
Fornália 307 sul
17/04/2011
- Só num relógio é que as horas vão batendo sem sofrer.
(Mário Quintana)
Entre Farrapos Grunidos.
Hospitalizando Íntimos Juízes Leais.
Macacos Nunca Olharam Profundamente
Questionando Rosas Sensíveis Tingidas.
Unificando Volúpias.
Xamã!!!
Zootecnicamente.
Jean Bottentuit
Paulo Wenceslau
Lorena Aloli
André Guarany
Ylian Thediga
Anderson Magalhães
Fornália 307 sul
17/04/2011
- Só num relógio é que as horas vão batendo sem sofrer.
(Mário Quintana)
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Ylian Thediga
Baixei um download pirateado
pelo Chacal boca suja,
que me avistava do alto.
Everest-cemitério.
Dos confins da existência,
Pedra..
Com a lata vai bem,
Mas eu sou conservado em valor burguês.
Conservado no danoninho..
Mantido na boiada;
Hospitalizado por valores sociais.
O caos derrama lágrimas da beleza.
A alegria interditada,
Internou sorrisos.
Às vezes poderia não ser de ganho positivo.
Querendo pacificar... Impossível.
É tudo transgressor,louco, bagunçado!
Eu talvez não iria querer, mas,
Eu tenho que ser amigo do caos...
Jean Bottentuit [assexuado]
Anderson Magalhães [descompassado]
Ylian Thediga
André Guarany
Lorena Aloli
Paulo Wenceslau
Fornália, 307 sul
17/04/2011
- O doloroso sulco lábio-nasal junto à garrafa morta... (Quintana)
pelo Chacal boca suja,
que me avistava do alto.
Everest-cemitério.
Dos confins da existência,
Pedra..
Com a lata vai bem,
Mas eu sou conservado em valor burguês.
Conservado no danoninho..
Mantido na boiada;
Hospitalizado por valores sociais.
O caos derrama lágrimas da beleza.
A alegria interditada,
Internou sorrisos.
Às vezes poderia não ser de ganho positivo.
Querendo pacificar... Impossível.
É tudo transgressor,louco, bagunçado!
Eu talvez não iria querer, mas,
Eu tenho que ser amigo do caos...
Jean Bottentuit [assexuado]
Anderson Magalhães [descompassado]
Ylian Thediga
André Guarany
Lorena Aloli
Paulo Wenceslau
Fornália, 307 sul
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- O doloroso sulco lábio-nasal junto à garrafa morta... (Quintana)
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Algum momento de tons azuis
Celestes signos da incompreensão esverdeada
Das contas que pagamos diariamente
No crédito, debilitado;
Indisposto, inválido, permeando...
Quanto mais te odeio, te quero perto do meu ódio.
Perto das minhas cores cinza-choque;
Longe das minhas cores neutras.
Por perto de meu seio farto.
Procrio meus lixos caligrafados.
Caligrafo verdades absolutas.
Quanta bobagem entregue à caneta.
Tinta em forma de letras derramadas.
Bob Melvin
André Guarany
Jeni Sousa
Cenário
15/04/011
eM uMa LiNHa SaNFôNiCa..
Celestes signos da incompreensão esverdeada
Das contas que pagamos diariamente
No crédito, debilitado;
Indisposto, inválido, permeando...
Quanto mais te odeio, te quero perto do meu ódio.
Perto das minhas cores cinza-choque;
Longe das minhas cores neutras.
Por perto de meu seio farto.
Procrio meus lixos caligrafados.
Caligrafo verdades absolutas.
Quanta bobagem entregue à caneta.
Tinta em forma de letras derramadas.
Bob Melvin
André Guarany
Jeni Sousa
Cenário
15/04/011
eM uMa LiNHa SaNFôNiCa..
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Jeni Sousa
Rosas esperam para nascer.
Usam películas para barrar o sol de meio dia.
A bebida nos faz calar diante as questões familiares de terceiros.
Relações de manutenção cômoda.
Buscando anseio nos desejos vis.
Vou trepudiar em cima de conceitos estabelecidos.
Empacotados em arquivos empoeirados;
Espirros, escarros e desabafos;
Sobre caixas, sobre o vazio.
Derramado em desconexos anexos,
Nas pastas do subconsciente.
Porro, porra! Cada palavra dita nessa porra de bar!
Escancarados os risos.
Quanta demência derramada sobre as faces.
Quantos ócios derramados sobre os músculos.
A incerteza da eficiência..
Ciência de dados exatos;
Exatidão quadrada insana.
Artifícios de sublimações
Excessos de informação
Deformações, incompreensão.
Comprimida em programações.
Descreva razão?
Preservar a alma para uma banheira.
Escretar os olhos dos desejos.
Beber o sol e arrotar a lua,
Mijar as estrelas.
Começar o dia com menos açúcar!
Geração saúde.
"Beber o suco de muitas frutas
O doce e o amargo
Indistintamente..."
Cuidando para não envenenar-se
Sem generalizações embriagantes...
Muitas frutas
das minhas árvores secas...
Jeni Sousa
André Guarany
Bob Melvin
408 norte
15/04/2011
Usam películas para barrar o sol de meio dia.
A bebida nos faz calar diante as questões familiares de terceiros.
Relações de manutenção cômoda.
Buscando anseio nos desejos vis.
Vou trepudiar em cima de conceitos estabelecidos.
Empacotados em arquivos empoeirados;
Espirros, escarros e desabafos;
Sobre caixas, sobre o vazio.
Derramado em desconexos anexos,
Nas pastas do subconsciente.
Porro, porra! Cada palavra dita nessa porra de bar!
Escancarados os risos.
Quanta demência derramada sobre as faces.
Quantos ócios derramados sobre os músculos.
A incerteza da eficiência..
Ciência de dados exatos;
Exatidão quadrada insana.
Artifícios de sublimações
Excessos de informação
Deformações, incompreensão.
Comprimida em programações.
Descreva razão?
Preservar a alma para uma banheira.
Escretar os olhos dos desejos.
Beber o sol e arrotar a lua,
Mijar as estrelas.
Começar o dia com menos açúcar!
Geração saúde.
"Beber o suco de muitas frutas
O doce e o amargo
Indistintamente..."
Cuidando para não envenenar-se
Sem generalizações embriagantes...
Muitas frutas
das minhas árvores secas...
Jeni Sousa
André Guarany
Bob Melvin
408 norte
15/04/2011
Narrações silenciosas dentro do cenário...
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Jeni Sousa
14 de abril de 2011
"Errare humanun ester..."
Nem deuses nem astronautas.
Eram os deuses astronautas...
Astrônomos divinos,
Buscando o céu de cada dia.
A ilusão do azul com a incerteza do vento.
Teu vermelho, o azul.
Perco a poesia duas vezes.
O que me reserva a noite?
Eu e minha brisa. Não sei te definir.
Nenhum passado fica,
Hoje, ao estarmos aqui, permanecemos só coração.
Dando tchau para os nós de 8 minutos atrás.
Exímios de vivências atrasadas.
E agora?
Só nos resta o porto.
Tô precisando ser resgatada.
Joga a bóia?
Jogo a bóia, a senha, o mapa para você entrar.
Serei também água em chuva,
Canteiro onde se plantar amor;
Fogo em fogueira,
Corpo onde se plantar desejo;
Pele onde se plantar o tato;
Língua onde se plantar o gosto;
Faro onde se plantar o óbvio.
Tetas para se plantar o que há de dar leite.
Mariae
André Guarany
Bob Rodrigues
Casa da Mariae
12/04/2011
- vaca profana!
Nem deuses nem astronautas.
Eram os deuses astronautas...
Astrônomos divinos,
Buscando o céu de cada dia.
A ilusão do azul com a incerteza do vento.
Teu vermelho, o azul.
Perco a poesia duas vezes.
O que me reserva a noite?
Eu e minha brisa. Não sei te definir.
Nenhum passado fica,
Hoje, ao estarmos aqui, permanecemos só coração.
Dando tchau para os nós de 8 minutos atrás.
Exímios de vivências atrasadas.
E agora?
Só nos resta o porto.
Tô precisando ser resgatada.
Joga a bóia?
Jogo a bóia, a senha, o mapa para você entrar.
Serei também água em chuva,
Canteiro onde se plantar amor;
Fogo em fogueira,
Corpo onde se plantar desejo;
Pele onde se plantar o tato;
Língua onde se plantar o gosto;
Faro onde se plantar o óbvio.
Tetas para se plantar o que há de dar leite.
Mariae
André Guarany
Bob Rodrigues
Casa da Mariae
12/04/2011
- vaca profana!
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