Estou patinando por dentro
Escorrego e perco a poesia.
Adúltera de mim.
A neblina cobre o mar que navego;
Um mar de cerveja em fumaça rósea
que escorre de dentro de meu lado sentimental.
Anormalizando coincidências embriagantes na vertigem
da noite amarela.
Amarela com o choro de suas lágrimas de cerveja em meu umbigo,
esse roseado de desafios carnais.
Porque choras? Minha pele já não é suficiente?
Nem sempre transpareço tudo o que sinto.
A não ser quando estás dentro de mim.
E quando me largas eu soluço pensando
nos beijos ardentes que demos e na minha mão
que procura seus seios e me fazem estremecer.
Porra!!!
Caralho...
Por que???
O por quê a gente entende depois
Agora só relaxa e goza...
(É o que tem a se fazer..)
Eu gozo porque respiro
Subo pro sul, morro do norte.
Eu gosto de ser cruel.
O quente empregnado na corrente sanguínea rápida,
libera cargas más ferozmente para a cabeça e coração,
pescoço e pulmão,
O suspiro do sim no escandaloso não corporal, carnal, espiral.
Espiral, como o azeite em suas nádegas suadas e cheirosas.
Espiral, como inspira e aspira a vida
num ato de dar um teco,
E a melhor piada lombrástica é rir de si mesmo.
E lombrar loucamente em um mosaico de drogas e bebidas
onde o meu maior vício é você.
Vai... ele disse pro nada!!!
Vai...
Num rompante de raiva e tesão
Rasgando as incômodas roupas
que restavam até então.
Bob Rodrigues
Thaisa Taguatinga
Tina Carvalho
Carina Portella
Izabela Parise
Luigi Pedone
André Guarany
Beirute
28/11/2008
"E ser artista no nosso convívio, pelo inferno e céu de todo dia. Pra poesia que a gente não vive, transformar o tédio em melodia... " CAZUZA
8 de dezembro de 2008
"Vamos pedir piedade,
pois há um incêndio sob a chuva rala.
Somos iguais em desgraça..."
Na viagem dos desiguais na escada,
A palavra sonha acordada.
Flutua, dança e voa tonta.
Ao som do vento, cores e cabelos belos a voar
No gesto simples de sossego e querer... palavras ao vento.
Como a fumaça se dissipando
nesta atmosfera de calor.
Dilui rápida e insistente
Revelando a melancolia como ela é.
Verde e vermelha melancia
Do azul etéreo do céu
Ruivos cabelos da Crisinha.
Crisinha que canta;
Ao som de uma cerva;
com as canções do Guarany;
das gargalhadas da Gabi.
Vamos todos brindar!
Brindar a porra da vida,
que embora seja uma merda,
É maravilhosa! (Não sei por quê?!)
Quê o quê!
Quero quero tudo do mundo.
Merda ou maravilhoso? Magnífico!
Infinito particular só para o teu ego...
Inconstância permanência de vivência e ignorância.
Maravilha de existência!
André Guarany
Gabriela de Andrade
Cristiane Coelho
Mistura Brasileira - CONIC
13/11/2008
- com a presença sensível do poeta.
pois há um incêndio sob a chuva rala.
Somos iguais em desgraça..."
Na viagem dos desiguais na escada,
A palavra sonha acordada.
Flutua, dança e voa tonta.
Ao som do vento, cores e cabelos belos a voar
No gesto simples de sossego e querer... palavras ao vento.
Como a fumaça se dissipando
nesta atmosfera de calor.
Dilui rápida e insistente
Revelando a melancolia como ela é.
Verde e vermelha melancia
Do azul etéreo do céu
Ruivos cabelos da Crisinha.
Crisinha que canta;
Ao som de uma cerva;
com as canções do Guarany;
das gargalhadas da Gabi.
Vamos todos brindar!
Brindar a porra da vida,
que embora seja uma merda,
É maravilhosa! (Não sei por quê?!)
Quê o quê!
Quero quero tudo do mundo.
Merda ou maravilhoso? Magnífico!
Infinito particular só para o teu ego...
Inconstância permanência de vivência e ignorância.
Maravilha de existência!
André Guarany
Gabriela de Andrade
Cristiane Coelho
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13/11/2008
- com a presença sensível do poeta.
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Convenhamos que estamos bêbados consequentemente
em um bar inconsequente.
Soltos, engraçados, idiotas tanto quanto bobalhões
em um bar envolvente.
Fudeu?! Bebeu?! Pede pra sair.
Caralho, se ninguém tem nada pra falar,
inventa uma novidade!
E a novidade era o máximo do paradoxo:
Eu desejo o encontro,
mas tenho medo do contato.
Mas tudo que fosse as indiferenças seriam causadas ou não:
pelo sentimento de pesadelo ou pelo sentido do tato.
Que viagem é essa?
Viagem da vida
Socorra-se quem puder!
Salva-me!
Quero ir para Passárgadas,
Onde sou ébrio,
Onde eu sou mais eu... porquê sou você.
Paulo Wenceslau
Vanessa Alves
Thamara Rios
Bob Rodrigues
Mistura Brasileira - CONIC
07/11/2008
- entre goles e tragédias..
em um bar inconsequente.
Soltos, engraçados, idiotas tanto quanto bobalhões
em um bar envolvente.
Fudeu?! Bebeu?! Pede pra sair.
Caralho, se ninguém tem nada pra falar,
inventa uma novidade!
E a novidade era o máximo do paradoxo:
Eu desejo o encontro,
mas tenho medo do contato.
Mas tudo que fosse as indiferenças seriam causadas ou não:
pelo sentimento de pesadelo ou pelo sentido do tato.
Que viagem é essa?
Viagem da vida
Socorra-se quem puder!
Salva-me!
Quero ir para Passárgadas,
Onde sou ébrio,
Onde eu sou mais eu... porquê sou você.
Paulo Wenceslau
Vanessa Alves
Thamara Rios
Bob Rodrigues
Mistura Brasileira - CONIC
07/11/2008
- entre goles e tragédias..
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1 de dezembro de 2008
Fui no mar atrás de cotovias.
Achei um leão marinho
que mencionou:
Moro no mar, que é o mundo ao contrário,
Com as filhas de Iemanjá e Poseidon,
As sereias.
As estrelas do mar refletem
o amor de Netuno pelos cavalos-marinhos.
Cores.
Sete cores que simbolizam os sentimentos humanos.
Sentimentos bons e ruins;
Feios e bonitos;
Refletindo a vida como ela é...
A vida que adentra teus poros com força e fluidez,
estancando a seiva que teima em esporrar do meu ser,
para hidratar os teus mais vis pecados e cretinos sentimentos.
Sentimentos esses que insistes em esconder
com um pudor de merda, sem causa.
Esconder de quê? De quem? Por quê?
Na pior hipocrisia onde você é sempre o enganado.
Quando você perceber que se enganar é besteira
e que bom mesmo é fuder;
Você mandará este pudor para a puta que o pariu.
Thiago Cassim
Bob Rodrigues
André Guarany
Jean Bottentuit
Carina Portella
Izabela Parise
Casa da Bob
16/11/2008
Achei um leão marinho
que mencionou:
Moro no mar, que é o mundo ao contrário,
Com as filhas de Iemanjá e Poseidon,
As sereias.
As estrelas do mar refletem
o amor de Netuno pelos cavalos-marinhos.
Cores.
Sete cores que simbolizam os sentimentos humanos.
Sentimentos bons e ruins;
Feios e bonitos;
Refletindo a vida como ela é...
A vida que adentra teus poros com força e fluidez,
estancando a seiva que teima em esporrar do meu ser,
para hidratar os teus mais vis pecados e cretinos sentimentos.
Sentimentos esses que insistes em esconder
com um pudor de merda, sem causa.
Esconder de quê? De quem? Por quê?
Na pior hipocrisia onde você é sempre o enganado.
Quando você perceber que se enganar é besteira
e que bom mesmo é fuder;
Você mandará este pudor para a puta que o pariu.
Thiago Cassim
Bob Rodrigues
André Guarany
Jean Bottentuit
Carina Portella
Izabela Parise
Casa da Bob
16/11/2008
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10 de novembro de 2008
Ninguém tem o dever de ser rico, grande ou sábio;
mas todos têm o dever de serem honrados.
A honra e a coragem são partes do grande homem.
O homem que serei , sempre assim. Baby, please, don't go.
Honra? Coragem? Porra!
O Humano é antes de tudo uma desonra,
Um medo, descoragem, descarnar de momentos
de poetas coletivos colibris ainda sem a visão completa.
Assim falou o poeta de forma e linguagem realista e honrosa,
com um certo sarcasmo contido em si,
Se fez uma methamorphose.
Metamorfiar-se em alegria!
O carnaval é dentro de si,
Vamos espalhar a putaria e a devassidão.
Usar drogas é legal!
A lombra me lembra do futuro glorioso
e das vadias me chupando.
Sexo é tudo. Semper et semper.
Carnaval, que saco, os sacolejantes sujeitos
Que se acham as figuras nas suas fantasias ridículas
E em suas poéticas azedas.
Morte ao chato, morte ao choro.
Ao lamentável homem dos condomínios.
Paulo Wenceslau
Brenno da Costa
Celso Araújo
Teatro Nacional Cláudio Santoro
sala de ensaio
03/11/2008
mas todos têm o dever de serem honrados.
A honra e a coragem são partes do grande homem.
O homem que serei , sempre assim. Baby, please, don't go.
Honra? Coragem? Porra!
O Humano é antes de tudo uma desonra,
Um medo, descoragem, descarnar de momentos
de poetas coletivos colibris ainda sem a visão completa.
Assim falou o poeta de forma e linguagem realista e honrosa,
com um certo sarcasmo contido em si,
Se fez uma methamorphose.
Metamorfiar-se em alegria!
O carnaval é dentro de si,
Vamos espalhar a putaria e a devassidão.
Usar drogas é legal!
A lombra me lembra do futuro glorioso
e das vadias me chupando.
Sexo é tudo. Semper et semper.
Carnaval, que saco, os sacolejantes sujeitos
Que se acham as figuras nas suas fantasias ridículas
E em suas poéticas azedas.
Morte ao chato, morte ao choro.
Ao lamentável homem dos condomínios.
Paulo Wenceslau
Brenno da Costa
Celso Araújo
Teatro Nacional Cláudio Santoro
sala de ensaio
03/11/2008
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30 de outubro de 2008
Resplandecem em novas loucuras
Entregues às belas doçuras:
Relembramos da esbórnia, a fofoca!
Os beijos sabor cloro
E os amores eternos de 2 segundos...
A esbórnia sempre vestida de vermelho e branco
Controlado de nenhum modo
Pessoas somem, muitas se agarram e uma de cueca vermelha.
A noite flui rápida e cheia de situações espontâneas e incontroláveis,
Os beijos e mãos bobas ficam inquietos como seus donos,
Ardidos pelo desejo da próxima vítima.
Então sendo assim tudo flui de forma devida ou indevida,
Fogo humano sobe, como as ondas, com carícia.
Carícias? Pegação, atração, desejo, fome...
Carícias de um querer bem ou gostar.
Ser, estar, permanecer, apenas ser...
São todas as células que compõem o corpo do segredo
As festas dos percevejos que se fundem em calor,
E já não importa o desejo se a língua quente fala de amor.
Corpos cheios de contorno, mas sem forma.
Perdidos e achados nos corpos de terceiros, quartos, quintos...
Tintos, cerveja, ou seja, bebidas e drogas ilícitas
Na piscina, varandinha e uma pegadinha proibida.
No quarto a orgia se revela informal
Mãos indevidas, roupas íntimas no chão...
A vontade de que acontecesse algo desejável era tão grande,
e muito certo.
Mas não para os outros, que também lá estavam de prontidão.
Desejável. Querido, o que é isso?
Prontidão é o desejo realizado.
Estar com alguém desejável, atraente, é extremamente...
Excitante.
Daniel Carvalho
Bob Rodrigues
Gabriela de Andrade
André Guarany
Paulo Wenceslau
Cristiane Coelho
Piauí
27/10/2008
Poesia especial dedicada à festa
"eSBóRNia CoNTRoLaDA edição IV" (24 e 25/10/08)
Entregues às belas doçuras:
Relembramos da esbórnia, a fofoca!
Os beijos sabor cloro
E os amores eternos de 2 segundos...
A esbórnia sempre vestida de vermelho e branco
Controlado de nenhum modo
Pessoas somem, muitas se agarram e uma de cueca vermelha.
A noite flui rápida e cheia de situações espontâneas e incontroláveis,
Os beijos e mãos bobas ficam inquietos como seus donos,
Ardidos pelo desejo da próxima vítima.
Então sendo assim tudo flui de forma devida ou indevida,
Fogo humano sobe, como as ondas, com carícia.
Carícias? Pegação, atração, desejo, fome...
Carícias de um querer bem ou gostar.
Ser, estar, permanecer, apenas ser...
São todas as células que compõem o corpo do segredo
As festas dos percevejos que se fundem em calor,
E já não importa o desejo se a língua quente fala de amor.
Corpos cheios de contorno, mas sem forma.
Perdidos e achados nos corpos de terceiros, quartos, quintos...
Tintos, cerveja, ou seja, bebidas e drogas ilícitas
Na piscina, varandinha e uma pegadinha proibida.
No quarto a orgia se revela informal
Mãos indevidas, roupas íntimas no chão...
A vontade de que acontecesse algo desejável era tão grande,
e muito certo.
Mas não para os outros, que também lá estavam de prontidão.
Desejável. Querido, o que é isso?
Prontidão é o desejo realizado.
Estar com alguém desejável, atraente, é extremamente...
Excitante.
Daniel Carvalho
Bob Rodrigues
Gabriela de Andrade
André Guarany
Paulo Wenceslau
Cristiane Coelho
Piauí
27/10/2008
Poesia especial dedicada à festa
"eSBóRNia CoNTRoLaDA edição IV" (24 e 25/10/08)
28 de outubro de 2008
Que a complexidade caótica de qualquer um de nós
Consiga exemplificar e simplificar vários nós.
Embebidos em afeto, em carinhos de esmero
E cagando pro mundo debaixo da lua...
No qual, há muito já defeco.
Meu segredo é meu disco voador;
Bebo seus olhos;
Decreto luto às lágrimas;
Concreto e sal;
Parede e açúcar
Mistura explosiva de intimidade e doçura.
O amor nunca esteve tão bem contemplado
com características sutis e esclarecedoras.
Dentro do labirinto de letras soltas
Sigo sem significado o dia que se apaga.
Nesse labirinto, formas, cores, amores e apegos.
Apegos? Sim.
Apego de liberdade, vontade de ser eu em todas as ocasiões.
De perda, depressão, desprezo, morte, caráter... querer.
Todas as anomalias fictícias de um ser humano
Com suas vontades de liberdade...
Se jogar ao mundo... ao extremo, sem dó.
Como um bem querer!
De que anomalia, afinal, pode se culpar um cão
de morder e estraçalhar o rosto do seu dono?
Que natureza plena guia nossos instintos!
Que loucura cega planeja nossos encontros?
É sempre o encontro de dois inteiros que faz uma metade.
Eu seria sua por 15 centavos;
Ou menos;
Ou metade.
Sempre ímpar.
Que ímpar o quê?
Eu quero é par, sempre par.
De parzinho é mais gostoso
daquele sabor das cartas roubadas, minha cara!
O porquê disso? Insignificância relutável, porra!
Cartas pra quê? São apenas palavras,
versos que não resultam em esperanças e frases perdidas.
Cartas às vezes expressam em palavras, as origens;
As verdades mais belas do mundo.
Tudo se torna uma estrofe, às vezes romântica,
Que acabam em perdidas liras!
Daniel Carvalho
Bob Rodrigues
André Guarany
Gabriela de Andrade
Cristiane Coelho
Paulo Wenceslau
Piauí
21/10/2008
Consiga exemplificar e simplificar vários nós.
Embebidos em afeto, em carinhos de esmero
E cagando pro mundo debaixo da lua...
No qual, há muito já defeco.
Meu segredo é meu disco voador;
Bebo seus olhos;
Decreto luto às lágrimas;
Concreto e sal;
Parede e açúcar
Mistura explosiva de intimidade e doçura.
O amor nunca esteve tão bem contemplado
com características sutis e esclarecedoras.
Dentro do labirinto de letras soltas
Sigo sem significado o dia que se apaga.
Nesse labirinto, formas, cores, amores e apegos.
Apegos? Sim.
Apego de liberdade, vontade de ser eu em todas as ocasiões.
De perda, depressão, desprezo, morte, caráter... querer.
Todas as anomalias fictícias de um ser humano
Com suas vontades de liberdade...
Se jogar ao mundo... ao extremo, sem dó.
Como um bem querer!
De que anomalia, afinal, pode se culpar um cão
de morder e estraçalhar o rosto do seu dono?
Que natureza plena guia nossos instintos!
Que loucura cega planeja nossos encontros?
É sempre o encontro de dois inteiros que faz uma metade.
Eu seria sua por 15 centavos;
Ou menos;
Ou metade.
Sempre ímpar.
Que ímpar o quê?
Eu quero é par, sempre par.
De parzinho é mais gostoso
daquele sabor das cartas roubadas, minha cara!
O porquê disso? Insignificância relutável, porra!
Cartas pra quê? São apenas palavras,
versos que não resultam em esperanças e frases perdidas.
Cartas às vezes expressam em palavras, as origens;
As verdades mais belas do mundo.
Tudo se torna uma estrofe, às vezes romântica,
Que acabam em perdidas liras!
Daniel Carvalho
Bob Rodrigues
André Guarany
Gabriela de Andrade
Cristiane Coelho
Paulo Wenceslau
Piauí
21/10/2008
A tarde cai nesse som imutável,
A relevância das imagens me faz cético.
Mesmo nos goles que se transformam
e logo após se deformam em nuvens imaginárias.
Nuvens imaginárias de sossego, apego e desejo de sempre querer um mais "além".
Como um conjunto de sentimentos de carícia, dengo... e agora, amém!
Com perícia, penso, mas nada vem...
No silêncio um mundo de prazer e lamento!
Quando olho para dentro de minha parede estampada,
Entre chaves e navalhas, meu sangue dourado escorre,
Tenho que lamber as linhas.
Desfilando a saliva nessa coisa reta,
como um corpo liso estremecido de prazer.
Das canções surgidas do acaso um tanto caótico.
Todos, nós, um
Um por acaso... Um por eu, por você, por nossas canções ao vento,
realento me desespero por procurar algo que não existe.
No infinito... Assim, como quem pisa nos corações que rolaram nos cabarés.
Entre Deusas e bofetões, entre dados e coronéis, a vida é assim...
Feita de anéis.
Anéis fétidos de terrores, ares gélidos e tremores.
Que se fundem como raios, passeiam como vermes
Enchem seus estômagos de bactérias e bolores
Que fluem mágicos, da fundura do poço à altura da epiderme!
Termina por corroer as vastas planícies da anti-matéria...
Acho que vou dar uma "morridinha".
André Guarany
Gabriela de Andrade
Cristiane Coelho
Paulo Wenceslau
Daniel Carvalho
Bob Rodrigues
Piauí
21/10/2008
- sob o canto das cigarras, e baforadas na tarde boêmia.
A relevância das imagens me faz cético.
Mesmo nos goles que se transformam
e logo após se deformam em nuvens imaginárias.
Nuvens imaginárias de sossego, apego e desejo de sempre querer um mais "além".
Como um conjunto de sentimentos de carícia, dengo... e agora, amém!
Com perícia, penso, mas nada vem...
No silêncio um mundo de prazer e lamento!
Quando olho para dentro de minha parede estampada,
Entre chaves e navalhas, meu sangue dourado escorre,
Tenho que lamber as linhas.
Desfilando a saliva nessa coisa reta,
como um corpo liso estremecido de prazer.
Das canções surgidas do acaso um tanto caótico.
Todos, nós, um
Um por acaso... Um por eu, por você, por nossas canções ao vento,
realento me desespero por procurar algo que não existe.
No infinito... Assim, como quem pisa nos corações que rolaram nos cabarés.
Entre Deusas e bofetões, entre dados e coronéis, a vida é assim...
Feita de anéis.
Anéis fétidos de terrores, ares gélidos e tremores.
Que se fundem como raios, passeiam como vermes
Enchem seus estômagos de bactérias e bolores
Que fluem mágicos, da fundura do poço à altura da epiderme!
Termina por corroer as vastas planícies da anti-matéria...
Acho que vou dar uma "morridinha".
André Guarany
Gabriela de Andrade
Cristiane Coelho
Paulo Wenceslau
Daniel Carvalho
Bob Rodrigues
Piauí
21/10/2008
- sob o canto das cigarras, e baforadas na tarde boêmia.
Na noite, os espíritos independem, mas atiçam-se
Entre desejos e amores {[(com flores e dores)]} beliscam-se
Hoje à noite, terei a visita de mim mesmo,
Esperando um beijo ou um carinho totalmente mortificado
Em braços suaves de carinho intenso
e a sensação carnal de prazer apaziguador.
Quero a paz do gozo.
E se eu me desse pra você??
Faria o possível pra não te decepcionar,
e amar...
E ainda que o amar humano seja linear e desumano
Eu faria com ardor o que é belo e com amor respirar.
Humano? Há muito não somos...
Em algum lugar, em alguma era e época se perdeu.
Acho que foi quando as máquinas apareceram,
quebrando as sentimentalidades humanóides.
Não me encaixe no seu padrão magnético!!
Eu sou menos do que supõe sua realidade.
Como supor minha realidade?
Se ela só depende de mim.
Se encaixarmo-nos ficaremos bem.
Se não...
Me entrego ao inevitável fim
E à realidade do outro absorvo também.
Daniel Carvalho
Carina Portella
André Guarany
Bob Rodrigues
Igor Silva "Cabeça"
Cine Brasília
02/10/2008
Entre desejos e amores {[(com flores e dores)]} beliscam-se
Hoje à noite, terei a visita de mim mesmo,
Esperando um beijo ou um carinho totalmente mortificado
Em braços suaves de carinho intenso
e a sensação carnal de prazer apaziguador.
Quero a paz do gozo.
E se eu me desse pra você??
Faria o possível pra não te decepcionar,
e amar...
E ainda que o amar humano seja linear e desumano
Eu faria com ardor o que é belo e com amor respirar.
Humano? Há muito não somos...
Em algum lugar, em alguma era e época se perdeu.
Acho que foi quando as máquinas apareceram,
quebrando as sentimentalidades humanóides.
Não me encaixe no seu padrão magnético!!
Eu sou menos do que supõe sua realidade.
Como supor minha realidade?
Se ela só depende de mim.
Se encaixarmo-nos ficaremos bem.
Se não...
Me entrego ao inevitável fim
E à realidade do outro absorvo também.
Daniel Carvalho
Carina Portella
André Guarany
Bob Rodrigues
Igor Silva "Cabeça"
Cine Brasília
02/10/2008
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Igor Silva Cabeça
Um dia iremos torcer para que tudo seja novo de novo,
que o princípio volte agora
Mas pra que se preocupar, morena...
Você é meu presente, meu passado
Filha de Ogum
De Iemanjá, nêga, Iemanjá.
É perigoso confundir os orixás.
Espera eu tragar pra te mostrar o que não se compara.
Espera eu comparar pra ver o que não se traga
E deixo trazer o que não se pára pra comparar
E ver o que não se fala.
Estou out, em uma música meio linda,
mas pela metade.
Incrível sensação de não parar.
Não pára não pára não pára não.
Não! Boa noite, mas não pare não!
É o malandro na praça outra vez,
Caminhando na ponta dos pés,
com uma música aconchegante e poética
Em vez de deixar balançar a maré.
André Guarany
Bob Rodrigues
Mirella Façanha
Tássia Vitória
Caio Paixão
Paulo Wenceslau
Beirute
23/09/2008
que o princípio volte agora
Mas pra que se preocupar, morena...
Você é meu presente, meu passado
Filha de Ogum
De Iemanjá, nêga, Iemanjá.
É perigoso confundir os orixás.
Espera eu tragar pra te mostrar o que não se compara.
Espera eu comparar pra ver o que não se traga
E deixo trazer o que não se pára pra comparar
E ver o que não se fala.
Estou out, em uma música meio linda,
mas pela metade.
Incrível sensação de não parar.
Não pára não pára não pára não.
Não! Boa noite, mas não pare não!
É o malandro na praça outra vez,
Caminhando na ponta dos pés,
com uma música aconchegante e poética
Em vez de deixar balançar a maré.
André Guarany
Bob Rodrigues
Mirella Façanha
Tássia Vitória
Caio Paixão
Paulo Wenceslau
Beirute
23/09/2008
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22 de outubro de 2008
No bar vemos que tudo é como é...
A vida se revela simples e graciosa.
Nas cadeiras que confortam as bundas,
nas tardes vagabundas,
Alivia, talvez, uma vida imunda
que de pueris tensões a alma inunda.
Mas ao mesmo tempo enche minha boca imunda de esperma de vida
E com mesmo toque e respiração ofegante me penetra e me engravida
Gerando uma energia interna que expande para fora
Causando êxtase esclarecedor para a alma.
Se a catarse fosse coletiva,
a incompreensão seria o mal que interviria.
A intervenção é o gêrmen de destruição que o império nutria.
E com bençãos, elmos, sede de justiça próprio fim gerava
Mas com ócio, sexo e dados à preguiça vivemos pelo sol que sorria
E entregamos aos donos da neve o antídoto que curava.
Causando irritação contínua aos que agonizavam com a abstinência.
Falando em abstinência,
a vida nos prende a remédios contínuos,
em doses homeopáticas diárias de felicidade
Ou overdoses cáusticas da infeliz cidade?
Contudo vivendo e sendo sempre aprofundado em beleza
E talvez nem todo o concreto e podridão das ruas
Tornarão as dádivas da natureza mais divinas e menos tuas.
André Guarany
Daniel Carvalho
ISO 9001
09/09/2008
(dia da criação do MôPôCô)
A vida se revela simples e graciosa.
Nas cadeiras que confortam as bundas,
nas tardes vagabundas,
Alivia, talvez, uma vida imunda
que de pueris tensões a alma inunda.
Mas ao mesmo tempo enche minha boca imunda de esperma de vida
E com mesmo toque e respiração ofegante me penetra e me engravida
Gerando uma energia interna que expande para fora
Causando êxtase esclarecedor para a alma.
Se a catarse fosse coletiva,
a incompreensão seria o mal que interviria.
A intervenção é o gêrmen de destruição que o império nutria.
E com bençãos, elmos, sede de justiça próprio fim gerava
Mas com ócio, sexo e dados à preguiça vivemos pelo sol que sorria
E entregamos aos donos da neve o antídoto que curava.
Causando irritação contínua aos que agonizavam com a abstinência.
Falando em abstinência,
a vida nos prende a remédios contínuos,
em doses homeopáticas diárias de felicidade
Ou overdoses cáusticas da infeliz cidade?
Contudo vivendo e sendo sempre aprofundado em beleza
E talvez nem todo o concreto e podridão das ruas
Tornarão as dádivas da natureza mais divinas e menos tuas.
André Guarany
Daniel Carvalho
ISO 9001
09/09/2008
(dia da criação do MôPôCô)
20 de outubro de 2008
Sagradas as pessoas que se unem e mudam suas portas perceptivas.
Se Deus é amor, o amor é Deus.
Se Deus não existe,
Existe eu com...
O espírito
Que vem à minha superfície agora
como gases incontroláveis
Não sei o que tem mais sabor:
O doce da paçoca ou Gal no meu ouvido.
Você é minha droga, paixão e carnaval.
Se tudo que passasse fosse feira,
O que seria da natureza divina?
Como a perfeição de divindades podem ter uma natureza
se suas próprias aspirações almejam a vida!?
Toda a natureza tem espírito, que morre com a poluição,
Mas que é que se preocupa tanto assim, foda-se.
A natureza é a mais bela forma de amor,
Brota do inconsciente,
Sem condição, sem impor.
Com uma firmeza, uma condição de impor,
que ultrapassa os limites da razão absoluta.
Daniel Carvalho
Igor Silva "Cabeça"
Cleiton de Jesus
Paulo Wenceslau
André Guarany
Bob Rodrigues
Flora Carreira
Parcão 104/105 sul
20/08/2008
Se Deus é amor, o amor é Deus.
Se Deus não existe,
Existe eu com...
O espírito
Que vem à minha superfície agora
como gases incontroláveis
Não sei o que tem mais sabor:
O doce da paçoca ou Gal no meu ouvido.
Você é minha droga, paixão e carnaval.
Se tudo que passasse fosse feira,
O que seria da natureza divina?
Como a perfeição de divindades podem ter uma natureza
se suas próprias aspirações almejam a vida!?
Toda a natureza tem espírito, que morre com a poluição,
Mas que é que se preocupa tanto assim, foda-se.
A natureza é a mais bela forma de amor,
Brota do inconsciente,
Sem condição, sem impor.
Com uma firmeza, uma condição de impor,
que ultrapassa os limites da razão absoluta.
Daniel Carvalho
Igor Silva "Cabeça"
Cleiton de Jesus
Paulo Wenceslau
André Guarany
Bob Rodrigues
Flora Carreira
Parcão 104/105 sul
20/08/2008
Hoje acordei melado como uma banana.
Banana tem caroço?
Só como o que engasga
Engasgo o que vem a minha boca,
como um vômito incoerente...
A incoerência é o que me faz levantar todos os dias.
E a inconsequência não me deixa dormir tão cedo.
A dormência é o estado de descanso da então realidade,
Ou a realidade é o descanso da dormência?
Como a programação é o intervalo do comercial?
Sabe, às vezes penso o que sonho, como me imagino, sendo.
André Guarany
Bob Rodrigues
Camila Torres
ISO 9001
12/08/2008
Banana tem caroço?
Só como o que engasga
Engasgo o que vem a minha boca,
como um vômito incoerente...
A incoerência é o que me faz levantar todos os dias.
E a inconsequência não me deixa dormir tão cedo.
A dormência é o estado de descanso da então realidade,
Ou a realidade é o descanso da dormência?
Como a programação é o intervalo do comercial?
Sabe, às vezes penso o que sonho, como me imagino, sendo.
André Guarany
Bob Rodrigues
Camila Torres
ISO 9001
12/08/2008
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7 de outubro de 2008
Nós, que aqui estamos
Nada já esperamos, nadjas esmagamos
Como quem sentiu e não viu
Como quem amou sem tocar.
Será que tocou com sentimento?
E faz isso? Só um ser sem sentido!
Sem sentido é a vida;
que cobra imposto pra sobreviver...
Pior os pulsos de morte que abarcam cada ser.
Antes disso sobreviver é foder
Foder, para calar.
Calar, para poder.
Mas se o poder fode com a gente, porque não foder com o mal.
E atingir o inferno astral!
Que inferno de cú é rola!
Mesmo quando as delícias dos fluídos corporais
conterem loucuras arrepiantes ao expor o sentir
e a língua recolhe do suor das delícias a mais
E essas maiores delícias, servem só pra consumir
O ócio. o sócio, o sol, a lua,
Até encontrar o próprio prazer.
Mas o prazer está na carne
E não na sociedade que vive sobre a carne.
A carne o tempo vai roer
Assim como rói nosso infinito querer!
Querer velado na imensidão.
Imensidão da vontade...
Vontade liberta!
Liberdade é vontade.
André Guarany
Daniel Carvalho
Flora Carreira
Cláudia Amorim
CONIC
11/08/2008
Nada já esperamos, nadjas esmagamos
Como quem sentiu e não viu
Como quem amou sem tocar.
Será que tocou com sentimento?
E faz isso? Só um ser sem sentido!
Sem sentido é a vida;
que cobra imposto pra sobreviver...
Pior os pulsos de morte que abarcam cada ser.
Antes disso sobreviver é foder
Foder, para calar.
Calar, para poder.
Mas se o poder fode com a gente, porque não foder com o mal.
E atingir o inferno astral!
Que inferno de cú é rola!
Mesmo quando as delícias dos fluídos corporais
conterem loucuras arrepiantes ao expor o sentir
e a língua recolhe do suor das delícias a mais
E essas maiores delícias, servem só pra consumir
O ócio. o sócio, o sol, a lua,
Até encontrar o próprio prazer.
Mas o prazer está na carne
E não na sociedade que vive sobre a carne.
A carne o tempo vai roer
Assim como rói nosso infinito querer!
Querer velado na imensidão.
Imensidão da vontade...
Vontade liberta!
Liberdade é vontade.
André Guarany
Daniel Carvalho
Flora Carreira
Cláudia Amorim
CONIC
11/08/2008
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30 de setembro de 2008
Sentado na mesa do bar,
Aquilo que evapora rápido
Às vezes parece ser invisível.
O que não posso ver,
O que procuro ser
Para depois me esvaziar e gozar,
No delírio de uma mente que é sã,
Mas não quer ser.
Neurônios mandam!
Ela não podia ser uma mente de delírio, mas ela é!
É o caralho!
É porra nenhuma!
Que porra o quê?
Eu quero é paz para satisfazer meus instintos sossegado...
Meu amor, minha vida é o sol, a lua e tudo que há de mais belo
no Universo do meu verso.
Meu cosmo idêntico ao seu, você é o sol, eu sou a lua,
No eclipse do amor, a gente se mistura.
E vivenciamos esta eterna loucura.
André Guarany
Amanda Duarte
Paulo Wenceslau
Thamara Rios
GamBar - Asa Norte
06/06/2008
Aquilo que evapora rápido
Às vezes parece ser invisível.
O que não posso ver,
O que procuro ser
Para depois me esvaziar e gozar,
No delírio de uma mente que é sã,
Mas não quer ser.
Neurônios mandam!
Ela não podia ser uma mente de delírio, mas ela é!
É o caralho!
É porra nenhuma!
Que porra o quê?
Eu quero é paz para satisfazer meus instintos sossegado...
Meu amor, minha vida é o sol, a lua e tudo que há de mais belo
no Universo do meu verso.
Meu cosmo idêntico ao seu, você é o sol, eu sou a lua,
No eclipse do amor, a gente se mistura.
E vivenciamos esta eterna loucura.
André Guarany
Amanda Duarte
Paulo Wenceslau
Thamara Rios
GamBar - Asa Norte
06/06/2008
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Entrando no profano
a divina comédia,
da desgraça humana que
é amar e não ser amado
procurar para achar
um pouco de amor
com sabor de croaçã
Coração é fruta?
O amor é carne?
O ser humano é estômago e sexo.
Marccelo Vítor
André Guarany
Josuel Junior
Bob Rodrigues
12/09/2007
a divina comédia,
da desgraça humana que
é amar e não ser amado
procurar para achar
um pouco de amor
com sabor de croaçã
Coração é fruta?
O amor é carne?
O ser humano é estômago e sexo.
Marccelo Vítor
André Guarany
Josuel Junior
Bob Rodrigues
12/09/2007
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Marccelo Vítor
Vocês não têm vergonha?
O que seria a vergonha?
Não entender porque o céu é azul.
O mar é azul.
Mas nem tudo ficará azul.
E sim azul e rosa
Uma união ou mistura sem segregação.
Por isso pergunto: Você não tem vergonha?
André Guarany
Marccelo Vítor
Josuel Junior
Bob Rodrigues
12/09/2007
O que seria a vergonha?
Não entender porque o céu é azul.
O mar é azul.
Mas nem tudo ficará azul.
E sim azul e rosa
Uma união ou mistura sem segregação.
Por isso pergunto: Você não tem vergonha?
André Guarany
Marccelo Vítor
Josuel Junior
Bob Rodrigues
12/09/2007
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