Açucarado, cheiro de açúcar no cérebro.
Cândida fazia embrulhos verdes, roxos e vermelhos.
Apareciam poucos clientes, mas os que tinham eram doces.
Nesta tarde fazia frio, e ela...
Ela? Não lembrava de vê-la só, companhia engordativa
Era ela lembrava e a geladeira revirava.
Doces gases.
Docentes lares, peidolanças,
Cácas, narizes, gases...
Orelhas com uma cerinha de amido.
Na minha interioridade material,
Dos lares que assombram!
Desolam as doces lembranças.
Na sala, bebidas de vários lugares do mundo.
Cantarolar pela cozinha palavras de amor ao pé do ouvido.
Imagens que se perdem em pensamentos,
A mente descreve em espaços e tempos,
Criam vozes, rimam mudas,
Onde brotam pés de ideias.
Ostentadas pela vã filosofia.
A trupe não se dividia,
seguia, partida.
Pepito
Mariana Brites
Danilo Alves
Cleiton Jesus
Jeni Sousa
Bob Melvin
André Guarany
Mari Brites again
Cine Brasólia
22/10/2011
- Vocês tão muito poetero hoje!
tô gozando de ver...
Doce Dúvida.. Açúcar [2] (com citações à Caravana da Ilusão)
"E ser artista no nosso convívio, pelo inferno e céu de todo dia. Pra poesia que a gente não vive, transformar o tédio em melodia... " CAZUZA
24 de outubro de 2011
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Pepito
23 de outubro de 2011
Doce como a angústia alheia
Do sutil ato de não morder o lenteio
Que crava singela mordida perdida
Olhem, me entro às conversas à parte.
Íntimo, absurda textura inefável e inenarrável de momento,
sopro gentil de hábito doce e infantil,
e sujo e duro e gostoso e gososo e
Olhem, me entro às conversas à parte,
Chama toques, mexe redondo.
Preenche de água a cavidade, escorre...
Preencher é desejo, é?
Ai, me paralisa em movimento,
me faz contradizer contracorrida
com o peito direito.
Que bate no peito feroz preso no dedo
o sabor doce do chocolate.
Que delicia de querer o sabor.
Empanturrado embora,
hipnotizado pela sensação arrepiante
como se sentisse todas as partes do seu corpo em choque.
Como um toque de chocolate;
Elixir dos deuses;
Metamorfose transcendente
Fluindo através da percepção
Contato de primeiro, segundos que escrevo
De graus de um mundo condensado e materializado.
Na dimensão presente
Quarto...
Doce como a vida poderia ser
Envenenada pelo doce açúcar da satisfação
Entretida pelo salgado sabor da rosca leviana.
Diabetes da tia Beth,
Dia e noite do branco da neve...
Tão terrível quanto o adoçante...
Aspartame, acidulante, antiumectante,
Corante que adoça o meu amarelo crepúsculo.
Cleiton Jesus
Pepito
Mariana Brites
Jeni Sousa
Rafael Macumbera
Danilo Alves
André Guarany
Bob Melvin
Cine Brasólia
22/10/2011
- Doce Dúvida... Açúcar (pesquisa Mari e Pepito)
Do sutil ato de não morder o lenteio
Que crava singela mordida perdida
Olhem, me entro às conversas à parte.
Íntimo, absurda textura inefável e inenarrável de momento,
sopro gentil de hábito doce e infantil,
e sujo e duro e gostoso e gososo e
Olhem, me entro às conversas à parte,
Chama toques, mexe redondo.
Preenche de água a cavidade, escorre...
Preencher é desejo, é?
Ai, me paralisa em movimento,
me faz contradizer contracorrida
com o peito direito.
Que bate no peito feroz preso no dedo
o sabor doce do chocolate.
Que delicia de querer o sabor.
Empanturrado embora,
hipnotizado pela sensação arrepiante
como se sentisse todas as partes do seu corpo em choque.
Como um toque de chocolate;
Elixir dos deuses;
Metamorfose transcendente
Fluindo através da percepção
Contato de primeiro, segundos que escrevo
De graus de um mundo condensado e materializado.
Na dimensão presente
Quarto...
Doce como a vida poderia ser
Envenenada pelo doce açúcar da satisfação
Entretida pelo salgado sabor da rosca leviana.
Diabetes da tia Beth,
Dia e noite do branco da neve...
Tão terrível quanto o adoçante...
Aspartame, acidulante, antiumectante,
Corante que adoça o meu amarelo crepúsculo.
Cleiton Jesus
Pepito
Mariana Brites
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Cine Brasólia
22/10/2011
- Doce Dúvida... Açúcar (pesquisa Mari e Pepito)
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15 de outubro de 2011
aMANHÃ bATI cOM dESASTROSAS.
eLA fUDI.
gOZEI hIPERMENTE.
iNTENSIFIQUEI jUNTO.
lAMBI mAS nUNCA oLHEI pARA
qUANTIDADE rUDIMENTAR.
sOUBE tANGENCIAR uNICAMENTE vARIZES.
xINGUEI zÍPER.
uGO tODDE
lOU aLDRIGUES
gUSTAVO fRADE
lORENA aLOLI
mATHEUS mANFREDINI
aNA cARDOSO
dANILO xAVIER
pRYSCILLA gILBERTTI
jEAN bOTTENTUIT
mARINA cARDOSO
pAULO cEZAR
lUÍSA rODRIGUES
pIAUÍ
08/10/2011
eLA fUDI.
gOZEI hIPERMENTE.
iNTENSIFIQUEI jUNTO.
lAMBI mAS nUNCA oLHEI pARA
qUANTIDADE rUDIMENTAR.
sOUBE tANGENCIAR uNICAMENTE vARIZES.
xINGUEI zÍPER.
uGO tODDE
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jEAN bOTTENTUIT
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pAULO cEZAR
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08/10/2011
Atravanquei Buracos Cadentes
Demasiadamente,
Elétricamente Fortes. Gemendo Hortaliças Ideais.
Juntei Livros Magrelos, Ninfos Omissos,
Putinhos Querubins Resfastelando-se Sobre Todos.
Uivam Vairando Últimos Xotes Zens.
Jean
Mariana
Alonso
Danielle
Vinicius
Marina
André
Casa da Marina P. 409 sul
07/10/2011
Demasiadamente,
Elétricamente Fortes. Gemendo Hortaliças Ideais.
Juntei Livros Magrelos, Ninfos Omissos,
Putinhos Querubins Resfastelando-se Sobre Todos.
Uivam Vairando Últimos Xotes Zens.
Jean
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07/10/2011
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Vinicius Feitosa
"A maçã" amalgada pela acidez do fio condutor que roubou o prazer de ser gente,
salve Raul!!!
Será que o que influi vem de onde?
Será que vem e advem?
Insiste também!
Movimente-se.
Sair do lugar pode ser uma opção...
Não diga não!
Jesus Cristo é o mais lindo que já viveu até hoje!
Nunca o vi.
Então te comerei e te direi que ele era
Não direi, deglutirei e saborearei.
Muitos sentidos, tudo vem.
Jean Bottentuit
Mariana Brites
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Vinicius Moura Feitosa
Marina Costa Pimentel
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Casa da Marina Pimentel
07/10/2011
salve Raul!!!
Será que o que influi vem de onde?
Será que vem e advem?
Insiste também!
Movimente-se.
Sair do lugar pode ser uma opção...
Não diga não!
Jesus Cristo é o mais lindo que já viveu até hoje!
Nunca o vi.
Então te comerei e te direi que ele era
Não direi, deglutirei e saborearei.
Muitos sentidos, tudo vem.
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Eles não usam Black White.
Incolores sinalizam outras texturas para zombar dos sábios.
Da pele expessa jorram cascas,
Desnudas, duras e cruas.
Jan, Jan, Jan, Jan...
Como o cerrado pirado que entre as nuvens está viajado.
Vingado na porra do caralho;
Machucado pelo seu chocalho.
Enquanto ele balançava,
A gente se alegrava.
Enquanto ela cantava...
A gente psicava.
E escondia desejos herméticos.
Colonizados...
E fim..
Jean Bottentuit
Cleiton Jesus
Caio de Miranda
Ugo Toddeboa
Louisse Aldrigues
André Guarany
Armazém do Brás 107 norte
05/10/2011
- à maravilhosa casa da Ray, ao louco Sarau e o niver do Bentinho..
Incolores sinalizam outras texturas para zombar dos sábios.
Da pele expessa jorram cascas,
Desnudas, duras e cruas.
Jan, Jan, Jan, Jan...
Como o cerrado pirado que entre as nuvens está viajado.
Vingado na porra do caralho;
Machucado pelo seu chocalho.
Enquanto ele balançava,
A gente se alegrava.
Enquanto ela cantava...
A gente psicava.
E escondia desejos herméticos.
Colonizados...
E fim..
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05/10/2011
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Parir uma performance é como deixar
a coisa apenas fluir com sua limitação.
Limitações performáticas anárquicas,
Quebrando academicismos cristalizados.
Estagnados e quadrilateralizados em xulas convenções.
Transformar é quebrar.
De cara fechada, arma e mente quadrada.
Se você não quiser mudar,
fique sentado e assista.
Liberdade para se viver com alento.
Tento através de pensamentos e desejos.
Só o que há no momento.
Ao perfume de beijos, desejos e cheiros.
Carmas, coisas e palavras;
Cravos, cravas e coisas;
Às vezes dão câimbras, por vezes nas sombras.
Distorcem de dor.
Jeni Sousa
André Guarany
Lorena Aloli
Jazz Vasconcellos
Danilo Alves
Ramiro Galas
Bob Melvin
Minhocão . UnB
02/10/2011
- o que resta de tubos!?
a coisa apenas fluir com sua limitação.
Limitações performáticas anárquicas,
Quebrando academicismos cristalizados.
Estagnados e quadrilateralizados em xulas convenções.
Transformar é quebrar.
De cara fechada, arma e mente quadrada.
Se você não quiser mudar,
fique sentado e assista.
Liberdade para se viver com alento.
Tento através de pensamentos e desejos.
Só o que há no momento.
Ao perfume de beijos, desejos e cheiros.
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Cravos, cravas e coisas;
Às vezes dão câimbras, por vezes nas sombras.
Distorcem de dor.
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- o que resta de tubos!?
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MôPôCôLOMY.............
A gente escreve pequeno, não por má vontade,
nem por falta de espaço...
É só porque os insetos também leem.
E eles preferem a letra cursiva
porque fica mais fácil acompanhar.
Distorcida, que me facilita retorcer,
Retroceder em grafias livres,
que incompreende as ideias clássicas, convencionais
Mais fácil falar.
Pessoas se calam, regridem
e depois de falar como pessoas importantes
se fecham em seus caracóis.
Não pára, não pára, não pára não até o chão, chão...
que um dia vai comer meus oios
e meu rebolation.
Marca, marcação, macaco
Mulher, mulherada, mico.
Macacos me mordam mas não arranquem pedaço.
Tirem apenas os laços.
Libertem-nos!
Daniel Carvalho
Felipe Buna
Bob Melvin
Jeni Sousa
Jean Bottentuit
Ugo Toddeboa
Louisse Aldrigues
Danilo Alves
01º/10/2011
- MôPôCô da COLOMY
A gente escreve pequeno, não por má vontade,
nem por falta de espaço...
É só porque os insetos também leem.
E eles preferem a letra cursiva
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Distorcida, que me facilita retorcer,
Retroceder em grafias livres,
que incompreende as ideias clássicas, convencionais
Mais fácil falar.
Pessoas se calam, regridem
e depois de falar como pessoas importantes
se fecham em seus caracóis.
Não pára, não pára, não pára não até o chão, chão...
que um dia vai comer meus oios
e meu rebolation.
Marca, marcação, macaco
Mulher, mulherada, mico.
Macacos me mordam mas não arranquem pedaço.
Tirem apenas os laços.
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Vem pra cima.
Rasga meu sentido
e bebe minha música.
Tropeço nos seus satélites.
Tua beleza tamanha;
Teu jeito doce;
Te amo minha Julieta.
Tarde já é e trago flores.
E novamente acabaremos em pizza
e peça de teatro mal fadada ao azar sepulcral.
Calabreza ou mussarela?
Escolho taquicardias.
Te espero no palco.
Me devora?
Bob Rodrigues
Toddeboa
Jean Botteoitoaecaraiaaa
Casaré
29/09/2011
- bebo vinagre,
rabisco o apartamento com giz e surfo nos CDs
Rasga meu sentido
e bebe minha música.
Tropeço nos seus satélites.
Tua beleza tamanha;
Teu jeito doce;
Te amo minha Julieta.
Tarde já é e trago flores.
E novamente acabaremos em pizza
e peça de teatro mal fadada ao azar sepulcral.
Calabreza ou mussarela?
Escolho taquicardias.
Te espero no palco.
Me devora?
Bob Rodrigues
Toddeboa
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Casaré
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rabisco o apartamento com giz e surfo nos CDs
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11 de outubro de 2011
Abortos vivos, frutos da falta de escolhas,
da falta de prazer, de contato, de troca.
A humanidade sente falta do humano.
Sem escolhas eu sigo.
Procurando sobreviver...
Com forças do além brinco.
E saio vagando por entre mundos distantes
tentando encontrar uma entrada ou uma saída
brincando, viajando, conhecendo...
É quando vejo e percebo que, na realidade, não há uma só realidade.
E, nessa vida, sem encontro ou entrada ou saída,
Vivo vivendo não só a minha vida.
E eu permaneço com minha convicção,
Vivendo o que sou,
da maneira que me faz feliz,
do método que meu eu e minha personalidade,
Tanto variante, tanto alucinada me guia.
Brinco de existir, de não ser, de talvez fazer.
Brinco da essência de existirde existir, de viver, de ser
Apoiar ser antes do que for, brindo a existência do ser.
Brasília está tão quente que daqui uns dias meus 2 ovos
se chocarão e terei 3 pintos.
Mas meu Deus me ajude, se não a granja vai feder.
As galinhas estão agitadas pulando no puleiro,
a catinga sobe sem controle e os pintinhos tão morrendo.
Remoto controle que conduz os pobres pintinhos
à pilha e sem coração pra sujar a roupa do açougueiro
que vive no puteiro-puleiro
Que venha a porra mancha
Penetra que suja esparsa
Transborde e passe.
Que faça o vento que te assopre,
me marca o corte que escassa
Sangre e sugue a chama que estilhaça...
Transfigura a curva que assombra.
Assombra a reta que te acalenta
Espanta o ócio que faz curva
Desbrave amendoins torrados com sal
Compartilhe com a Tia Nétia.
O sabor de um primeiro dia de primavera
Comemore a vida e os amores
Apaixone-se pelo momento
Depois disso tudo escrito
Jogue no copo e ponha para dentro sem fazer careta.
Lorena Aloli
Caio Cabelo
Raíssa
Kurt
Monstro!
Tatiana
Victor Desnei
Ugo Todde
Louisse Aldrigues
Jean Bottentuit
Cleiton Jesus
Bob Melvin
André Guarany
Jeni Sousa
Bar Borogodó 408 norte
23/09/2011
- aniversário do Ugo
da falta de prazer, de contato, de troca.
A humanidade sente falta do humano.
Sem escolhas eu sigo.
Procurando sobreviver...
Com forças do além brinco.
E saio vagando por entre mundos distantes
tentando encontrar uma entrada ou uma saída
brincando, viajando, conhecendo...
É quando vejo e percebo que, na realidade, não há uma só realidade.
E, nessa vida, sem encontro ou entrada ou saída,
Vivo vivendo não só a minha vida.
E eu permaneço com minha convicção,
Vivendo o que sou,
da maneira que me faz feliz,
do método que meu eu e minha personalidade,
Tanto variante, tanto alucinada me guia.
Brinco de existir, de não ser, de talvez fazer.
Brinco da essência de existirde existir, de viver, de ser
Apoiar ser antes do que for, brindo a existência do ser.
Brasília está tão quente que daqui uns dias meus 2 ovos
se chocarão e terei 3 pintos.
Mas meu Deus me ajude, se não a granja vai feder.
As galinhas estão agitadas pulando no puleiro,
a catinga sobe sem controle e os pintinhos tão morrendo.
Remoto controle que conduz os pobres pintinhos
à pilha e sem coração pra sujar a roupa do açougueiro
que vive no puteiro-puleiro
Que venha a porra mancha
Penetra que suja esparsa
Transborde e passe.
Que faça o vento que te assopre,
me marca o corte que escassa
Sangre e sugue a chama que estilhaça...
Transfigura a curva que assombra.
Assombra a reta que te acalenta
Espanta o ócio que faz curva
Desbrave amendoins torrados com sal
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O sabor de um primeiro dia de primavera
Comemore a vida e os amores
Apaixone-se pelo momento
Depois disso tudo escrito
Jogue no copo e ponha para dentro sem fazer careta.
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23/09/2011
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3 de outubro de 2011
A falta fatal da fala mata como bala.
Desejo é flecha não arrisca.
Meu coração atira ao alvo errado e acerta.
Caio nos braços do cão incerto.
Arrisco-me o ponto culminante da dor,
E por fim esqueço...
E ame em cima da mesa,
Na sala, na cozinha e na peleja.
Cozinho na bandeja meu prazer.
Faço uma pausa sem prosa, me calo em poesia.
De canto no canto do pássaro,
Em cima da tempestade de sacolas.
Jegue Daniel`s
Juliana Rocha
Cleiton Jesus
Jean Botteoitoae
Alonso Bento
Caio de Miranda
Ugo Todde
Louisse Aldrigues
Bob Melvin
Jeni Sousa
André Guarámix
Bar Sol de Praia (Band)
17/09/2011
- na rebordose da beleza (após Ninhos)
Desejo é flecha não arrisca.
Meu coração atira ao alvo errado e acerta.
Caio nos braços do cão incerto.
Arrisco-me o ponto culminante da dor,
E por fim esqueço...
E ame em cima da mesa,
Na sala, na cozinha e na peleja.
Cozinho na bandeja meu prazer.
Faço uma pausa sem prosa, me calo em poesia.
De canto no canto do pássaro,
Em cima da tempestade de sacolas.
Jegue Daniel`s
Juliana Rocha
Cleiton Jesus
Jean Botteoitoae
Alonso Bento
Caio de Miranda
Ugo Todde
Louisse Aldrigues
Bob Melvin
Jeni Sousa
André Guarámix
Bar Sol de Praia (Band)
17/09/2011
- na rebordose da beleza (após Ninhos)
Anoiteceu,
Peguei a vitrola, botei na sacola
e fui psicar..
Bolei um plano, um canto, um cano
e me preparando... Fui trabalhar.
Filmando interesses tardios,
vadios,
Crentes de outros mesmos.
Eu quero é novidade!
Nessa mesma mesa arregaçada
pelos copos fervilhantes, tarados e sem colarinho.
Colarinho que só meu chopp tem,
Quem tem em outro lugar,
Pára de te roubar,
Minha presença não merecerá.
Meu passado não perecerá.
Relaxa!
Jean Botteoitoae
Cezinha Valois
André Guarany
Piauí
12/09/2011
- dedé no bar sem beber e estreia do cezinha
Peguei a vitrola, botei na sacola
e fui psicar..
Bolei um plano, um canto, um cano
e me preparando... Fui trabalhar.
Filmando interesses tardios,
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Crentes de outros mesmos.
Eu quero é novidade!
Nessa mesma mesa arregaçada
pelos copos fervilhantes, tarados e sem colarinho.
Colarinho que só meu chopp tem,
Quem tem em outro lugar,
Pára de te roubar,
Minha presença não merecerá.
Meu passado não perecerá.
Relaxa!
Jean Botteoitoae
Cezinha Valois
André Guarany
Piauí
12/09/2011
- dedé no bar sem beber e estreia do cezinha
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