10 de junho de 2013

Ciclos ativos saudados
Meio século volver..
Pensei que dentro de mim era fora...
Pensei, pensei. Para sempre, pensarei!!!
Descerei até os últimos degraus deste pensamento.
Não sei se encontrarei respostas.
A paz invade meu coração neste momento,
A rotina se faz e se desfaz o meu ego juvenil.
Mas não posso mandar todos a puta que pariu,
Imagino apenas um moço que sorriu!
E partiu...
Quando cedo resiste lombra.
"Afanha", saia, corra.
Solte os pares, sinta
Momentos, lamentos.
Alegria compartilhada agora.
Achadas, gozadas... Lindo.
Prenda os ímpares, veja...
Salde extratos bancários válidos.
Desvalide as imposições esclarecidas.
Amadureça o quanto sua sabedoria permitir.
Permissão de sabedoria concedida!!!
Agora ele pode sonhar,
pode fazer o que quiser, pode sentir.
Ele tem que escolher!
E enquanto isso tudo segue redondo.
Girando num pêndulo de energia sem fim.
Duas forças em total equilíbrio no universo.
Que existe em mim,
Será que existem fronteiras ou será que o universo não tem fim?
Deixe estar, em breve sairei de mim!
Rompe calma a linha tênue.
Escorre e vaza o disfarce.
Bela que passe.
Nas cores aqui presente.

André Guarany
Ricardo de Souza
Alonso Bento
Mário Freire
Priscila Cunha
Cleiton Jesus

Bar Brasil 102 sul
08/08/2012

23 de outubro de 2012

Quando invades os sentidos alheios
Percorre oculto.
Transcorre o disfarce.
Dos meios que sentem.
Senti alheios;
Colhi anseios.
Anh? Seios!
Entretanto, me acostumei!
Parei com a busca,
e hoje nada mais me basta.
Não te quero mais.
Porque apenas eu me basto neste copo de vinho.
Nesse corpo calado,
Nessa tarde amarela.
E esse sol que sai da sua boca.
Sua embriaguez dilata minha pupila...
Da claridade em que nos encontramos.
À luz do amor-mistério.
"Mistério sempre há de pintar por aí"...
"Ame-o e deixe-o livre para amar"...

Cleiton Jesus
Mariana Brites
Núbia Karolyna
Xandra
Bob Rodrigues
Marina Valente
André Guarany

Casaré
27/07/2012
Foi este o pensamento da noite:
"Prefiro estar perto de quem me faz bem,
do que estar perto de quem eu amo."
Triste, mas real.
Pelo menos pra mim!
É assim que a vida flui, com ou sem sentido,
O importante mesmo é estar VIVO.
I'm alive... vivo!
Sinestesiando em encontros vespertinos.
Emergindo na contemplação das pessoas, dos fatos..
Das vivências...
Fiiiiiiiii! As reminiscências.
Constante, passa, disfarça.
Háaáaáaáaá, devasta.
Entusiasta, embora devastado, embora disfarçado...
Fui embora.
Na casa do meu irmão tomando uma catu
e fumando um careta.
Quando me despertei já era tarde demais.

Núbia
Rafa Afonso
André Guarany
Cleiton Jesus
Harley Tolentino
Pedro Guilherme...

Casa da Tia Lúcia, Rafa e Diego
21/07/2012
 - à casa do meu irmão.
Educação libertária, concepcionista.
À beleza da vida,
O "jeitinho lírico" do ser...
Ou de não assistir.
Prefiro tanto mais insistir.
E de repente mudar a conjugação.. (dos verbos)...
Poesia, arte da palavra viva.
Inspiração na contradição
Contradição que inspira...
Inspira e aspira a vida.
O inferno são os outros.
Pira. Respira. Re-pira.
Frases me voltam depois que tantas coisas já voaram.
São sempre os mesmos sentimentos.
O que muda são as personagens e os cenários.
Personagens e cenários que trazem um novo ar,
uma nova paixão,
um novo fôlego que contamina como uma cólera,
dando o verdadeiro sentido de se redescobrir.

André Guarany
Mari Brites
Marina Valente de Carvalho
Cicy Azevedo

Casaré
14/07/2012
Alcatéia Beirou Cleiton Diverso.
Elefante Falante Gozou Haaaaá
Ihh! João Lastimou Muito.
Não Opus Porque Quis Ratificar.
Senti Tesão, Uhhhhh!, Vontade.
Xaxamais Zé Pedro!

Núbia Karolyna
André Guarany
Alonso Bento
Mariana Brites
Cristiane Mello

Deck da Ponte JK
11/07/2012

19 de outubro de 2012

aBaCaTe bRaSiLeiRo coMPRaDo do eSTaDo
foi guLoSaMeNTe hieRaRQuiZaDo.
iRReSiSTíVeLMeNTe jaNTei leSMaS,
maS nuNCa oPRiMi poR queReR.
raZoáVeLMeNTe
seNTi tuDo uNiFiCaR voRaZMeNTe xuCaNDo zeBRaS.

pauLo weNCeSLau
núBia kaRoLYNa
tHaLiS raFaeL

caSa do pauLo
30/06/2012

Pisa, pisa que samba.
Explode a fumaça guerreira.
Voa latente, ecoa.
Ramificando os momentos;
Sutilezas que disparam com o vento.
Entre árvores retorcidas e indomadas,
Marias fedidas e suas crias.
Tons marrons mocam Dawson's Creeks.
Parece um cogumelo verde!
O bem maior,
e me deito que escoroooo.
Nas marielas verdes.
Que saudades dos bachs que partem.
Nostálgico saudosismo;
Sala de estar remetem cores, memórias.
Chega de poesismo...
Tira o "ismo"..
Coloca "ação".

Cleiton Jesus
André Guarany

Guará
20/06/2012
 - a árvore que nos acolheu com marias fedidas.

Quero, sei que quero, um trago, uma bola, humm!!!
Quem sabe duas.
Mas enquanto tudo isso acontece, sei que quero!!!
Das fumaças apáticas,
Das possibilidades perdidas.
Que invada a loucura
Me corte o pulso que ainda pulsa.
MôPôCô pesado,
como a vida insiste em ser.
Fura, estanca, permeia..
Invista em atitudes positivas.
Esquece que a liberdade é utópica...
E já que a vida, ou a liberdade da vida é utópica,
continuo insistindo na positividade!!
Do "agora" que já passou e do amanhã que há de vir...
Do tempo passado;
Aquele presente insistente
Insiste em arrancar.
Das voltas em volta...
...áááá... tudo passa.
Passa, passa, transpassa;
Transgride, transcende.
Revigora vida!!
Vida vivida sempre!!
Há! Eu consegui meu equilíbrio cortejando a insanidade.
Tudo está perdido, mas existem possibilidades.
Possibilidades de se chegar a lugar nenhum.
Tudo está perdido?
Alguém tira essa desesperança de mim!!
Surpreenda-me.

Ricardo de Souza
Cleiton Jesus
André Guarany

Estação 102 sul
15/06/2012
 - esperança, desesperança..
 - enfim, conseguimos..

Delícia dos deuses, noite das descobertas,
noite das aventuras dionisíacas!
Auto da satisfação;
Sacros prazeres;
Condolentes luxúrias.
Espaço para questionar meu carro pro lado de lá.
Profanando. Seguindo. Cantando.
E o vinho não pára!
Divido a canção em quatro.
Três... Dois... Um..
E escolho a menor para perdoar meus erros.
Para, no segundo seguinte, me lembrar que nunca errei.
Nunca fiz mais ou menos do que podia;
Percebi que não eram minhas as palavras anorexas
e sim um vislumbre do futuro do resto do fim do universo.
Vivências, experiências, fluência, convivência e identificação.
Identidade, insanidade, liberdade.
Experimentar a sensação de (ser) sem ser notado.
Notando a insanidade de se ter liberdade.
E a liberdade de ter insanidade,
Não me cobre coerência.
E as prisões a qual a sanidade nos condiciona;
As gavetas de escura solidão...
Ih... tensão...
A luz ainda acesa.
As frases repetidas?
Pra quê essa pauta? Escrevo onde quiser...
Linha, que linha? Desalinha.
Mãos entre pernas para disfarçar o frio;
Frios nas mãos para disfarçar o calor;
Calor no frio para disfarçar o tempo;
Tempo nas mãos para disfarçar o tédio.
Com falta de ar e, talvez, de palavras para expressar tanto nada,
a alma vaza, os olhos se inclinam,
a respiração para pelo puro prazer de voltar e contar para todos.
Como o gelo nos olhos e o vazio dos corpos
esquentam e aquietam o caos do nosso medo.
Tão próximas fisicamente mas numa sensibilidade emocional tão distante.
Saudade do que não vivemos, das palavras e dos silêncios,
do corpo nu e dos prazeres ébrios.
Se o amor não é suficiente, o que seria?

Izabela Parise
André Guarany
Mari Brites
Xandra
Daniel Carvalho
Cicy Frenética

Casa da Mama
Hotel Móbile Suite
11/06/2012

18 de outubro de 2012

Anel, brinco e tesoura.
Pegue e traga seus orixás.
Afague palavras à tarde.
Brilhem metais e soem as cores das belezas que não podemos ver.
E deuses ou entes,
Deuses iminentes que delineiam a nossa vontade
na cor da dormência entre íris brancas.
Soem sons dissonantes em respirações constantes.
Respirações estanques.
Amores a rir por horas.
Sonhos afundados.
Que o amor seja grande, e complexo.
Que o tesão venha e o deixe-o completo também.
Intenso,
em (tele) presença.
Presenciáveis na virtude da materialização.
Show me...
Me = the show...

André Guarany
Daniel Carvalho
Mari Brites
Xandra
(e algumas autoras desconhecidas..)

Chácara da Cyntia Azevedo
10/06/2012

Gato, rede, luzes, mulheres..
Quão engano se enganou.
Sou artista porra! Não me cobre coerência.
E o que é ser artista?
Quando perder é encontrar,
busco o além e a alma,
espírito e perdão.
E na poesia sou redimido.
Confesso tudo: eu SINTO muito.
Eu sinto pra caralho.
Que drama!
Desce do drama, princesa.
Vem pro cortejo popular.
Contemple cores cromaticamente cordiais.
Venere ventilações nos ventres vis;
Viver é mais que contemplar.
e o caminho de junho...
Basta!
Frases feitas não me cabem!
Viva Cazuza!!

E nem solos de guitarra te encantam.
Deixo nas mãos da Gal o destino da noite.

André Guarany
Mariae Duarte
Bob Rodrigues

Casa da Mariae e onde reside a poesia (a gata)
09/06/2012
 - a vida é a arte do encontro,
    embora haja tanto desencontro pela vida (Vinicius)


Surgiu como misto da possibilidade;
Barulha a saudade;
Cola na cidade, cria paisagem.
Balanço os cachos dourados,
na cidade de cheiro feio. 
Ô gosto!
De ser e estar na parte da liga.
Encaixa em pêlos roxos.
Invólucro de neolithic man
Endereços móveis estáveis.
Entope..
Vara noite vira.
Espreita bichano.
Esquece.
Já esqueci, ao me lembrar de outras coisas.
Engraçado como as coisas funcionam, né?
As memórias e os fatos somem,
para outras coisas aparecerem.
E assim segue a humanidade.
Estamos padronizados pelo cansaço em mono.

Mari Brites
Jeni Sousa
André Guaraná verde
Cleiton Jesus
Núbia Karolyna
Jorge

Casaré
05/06/12
 - à Jeni perdida no campo (acompanha MôDêCô no original)

12 de outubro de 2012

aGONIZEI bEM cEDO dE eCSTASY.
fÁBULAS gROTESCAS hISTÉRICAS
iNSTANTANEAMENTE jOGAVAM lANTERNAS
mUITO nOIADAS.
oNDE qUANDO rOSSAVAM sALIENTEMENTE.
tREPAVAM uTILIZANDO vULVAS,
xOTAVAM zELOSAMENTE.

hARLEY t. dIAS
pAULO wENCESLAU
pAULO rICARDO v. bORGES
bRUNO gADELHA
jOÃO pAULO v. bORGES

cASA dO pAULO w.
05/06/2012


Me embriago dos versos ritualizados.
Derramado reluz!
Invade mundos opacos
Soa arrastado.
Penso que a lua compreende perfeitamente o que sinto!
Penso em desnudar o interno.
Em jogar para o mundo todo o bom que tenho!
Vamos emanar e receber boas vibrações, galera!
Afinal, a vida taí pra isso!
Alguém me dá um vinho!?!
Oba! Vinho pra comemorar boa música e uma galera bem da boa!
Comemorar é morar junto com a alma alheia por instantes, excitantes!
A vida é feita para ser comemorada!
Por isso vamos celebrar a vida no momento mais importante, o agora!
Nada é mais valioso que o presente de estar feliz nesse instante.
Já que até aquele mosquitinho 
que é morto com o piscar de nossos olhos tem a sua função,
porque não haveremos de ter a importância nesse pisco de instante?
Mas de mosquito, verme, primatas, homem erétil, tudo nesse mundo,
Todos temos sua importância nesse viver.
Pára tudo, que porra é essa de evolução se estamos cada vez mais regredindo,
cada vez querendo sair mais desta realidade medíocre.
Ouço um grito!
E nessa hora nada rima com ônibus
E a minha realidade se mistura na massa dessa cidade sem dono.
Com sons e ruídos me perco no meu eu.
Como saber quanto tempo se passou sem sairmos daqui?
Só sei que foi assim...
Com imagens e visões me perco nos outros...
Porra! Quanto tempo estamos aqui?
Sei que a hora sempre passa e eu espero talvez algum dia, 
fazer tudo que um dia, quer dizer uma hora,
desculpa, 
mas quando me vejo mais uma vez me perdi no tempo!
Tempo que passa, flutua, voa.
Ele vai e eu não consigo tocar.
Tornou-se automático, robótico e rotineiro.
Não sei se corro atrás dele ou se espero-o aqui.
Só. Sozinha e nua.
Eu resolvi seguir e o tempo que se vire pra me acompanhar.

Cleiton Jesus
Pedro
Núbia Karolyna
Isabel Amorim
Célio Amorim
Ludmila Coralina
Diogo Santos
Morgana Gama
Mário Freire
Rodrigo Zacht
André Guarany
Ricardo de Souza
Letícia Machado

Museu Nacional
02/06/2012


11 de outubro de 2012

Penso no que falo, no que digo, no que sei,
Mas não sei se tudo é verdade.
Sociedade abominável!
Abominável homem da vida.
Eruditos populares;
Vida é pra ser vivida intensamente.
E não para tentar explicar os cantos das maresias.
Não sei em que ponto eu me perdi de tudo que achava que tinha
e acabei onde sou o que nunca achei que seria.
Deixar de ser um mundo,
este que não me traz afagos turvos e mãos que serpenteiam.
Mas rolou uma conexão... Uma familiaridade!
De onde você vem?
Como é teu nome completo?
Nome?
Pra quê rótulos?
Se nesse mundo todos são únicos,

tendo o privilégio de viver nesse curto tempo de vida.

Mário Freire
André Guarany
Rodrigo Zacht
Morgana Gama
Vinícius Souza
Núbia Karolyna
Diogo Santos

Museu Nacional
01º/06/2012
 - Isso é só uma fusão de conhecimentos de fatos não explicáveis

Atração Boa Com Desejos Estrelados,
Fazem Gritar Hiperativamente.
Iniciou Jovem,
Loucamente Mergulhou Numa Órbita Popular.
Queria Reunir Suas Testemunhas
Umedecendo Vontades Xulas, Zuando.

Paulo Wenceslau
Anna Moura

Dulcina
24/05/2012
Cinza. 
Cor e sentimento, nome de coloração e de estado de espírito...
As coisas andam cinzas...
Como o céu em dias nublados que cobre nossos olhos com o cinza.
O cinza da névoa dominante.
A temperatura fica baixa nesses dias, mas o calor de dentro aumenta.
Também, pudera!
E que bom que aumenta, afinal de contas nada mais justo, não é mesmo?
Pra quebrar o cinza... tirar de vez.
Não se esquecendo que somos criaturas
e que criaturas nem sempre são bem criadas.
A certeza nunca é plena, sempre se deve pensar mais de uma vez.
Não sei se deve tirar...
Não, não se deve tirar.
Esse cinza que me refiro, vem natural.

Anna Moura
Paulo Wenceslau

Dulcina
24. 05. 12
Avistei Bum,
Céu Deslumbrante Estava Focado.
Gastei Horas Imaginando Janelas Laterais,
Mencionando Novas Opções Para Que Respostas Surgissem,
Tentando Unificar,
Visando Xamanizar Zeus.

Sérgio Dhubrann
Vinícius Souza
Mira Tequila
Paulo Wenceslau
Julianta do Nascimento
Harley Dias
João Paulo V. Borges
Alessandra Philipp

Maio/2012
Museu Nacional

11 de agosto de 2012

Da pinga do pingo
Pingando... Fisgado.
Derrama lacejos.
Escorrem traçados.
Pi... Pi... Pi... Pi.
Cai. pi. cai. pi.
Cai. pim. cai. pim.
Caipim.
Ca(i)pim.
Ca (i) pim.
Ca           pim.
TSIEGRETLOP...
Capricornianos, leoninos, arianos...
Quentes como as noites devem ser.
Estanquismos, vigilantes.
Molhados de vinho.
Calçados com as botas da saudade...
Será o reencontro, intervalo?
Prefiro acreditar que é recompensa.
A magia da verdade inteira.
Todo poderoso amor. 
Inspiração para o reencontro.
Embora exista o momento, dentro do tempo,
Me pergunto em que momento será o tempo 
de ser um genuíno e vívido momento,
um único segundo no qual toda a atenção esteja voltada para ele.
Me pergunto de momento...
Ouvindo e vejo ele indo no vento.
E eu me reinventando no intento.
E, olha, que tento...
Tento variar o tom para ouvir melhor.
Talvez uma pausa,
retomada no choque dos astros.
Na verdade eu queria saber o que vocês costumam conversar 
porque eu já tentei de tudo.
Mas não sei se é por arrogância ou de propósito 
mas sempre sou tirado.
Vida "diga" porque isso acontece?
Conversar, esbravejar,
expor seu pensamento para outros.
Na verdade, isto não é um problema.
Não é identificado,
tem de ser procurado.

Cleiton Jesus
Marina Menezes
André Guarany
Bob Rodrigues
Marina
Lucy in the Sky
Maribrites
Lorena Calábria
Ricardo
Paulo W.

Parcão 112/113 sul
20/04/2012
- Como um objeto não identificado e desabafo do Richard
   e Marininha presente!! Making MoPoCo for the first time!

Engraçado como as coisas são...
Impressionante a velocidade do tempo 
que te impede de fazer tantas outras escolhas,
e mesmo assim,
ainda são tantas coisas feitas...
Coisas doidas, sãs, involucráveis.
Vislumbres em rotinas viciosas.
Parâm! Parâm!
Frustrações de um mundo caótico.
O firmamento da cidade
Só traz o vazio...
Fica ou vai?
...Vem, me leve à parte.
Abrem as fronteiras
Das partes que partem.
De que valeram então todas aquelas palavras ditas que eu ouvi?
De que valeram todos os sons ouvidos da porra da verborragia que eu usei...
Isso tudo é colapso de ideias surgindo do nada..
O mundo vive tentando dizer o que sente.
Encontrar onde está.
Os lapsos relatos
Disparam instantes
Constantes... ardor.

Anna Moura
André Guarany
Karolchita Balachita
Cleiton Jesus

Biblioteca . Museu Nacional
18/04/2012
 - da verborragia escarrada, cuspida. Pesado!
    Rola uma cadeia...
Aqui agora, estou muito feliz com meu amor e um grande amigo.
O momento do ciclo da vida é muito bom.
O presente também.
A única coisa que me aflige é o medo desse ciclo terminar.
Medo mesmo. Extremo. Pânico.
Que tenso...
A ciclovia cíclica lacra a ciclicidade.
Ciclos enfim.
Extensas estantes guardam amarelas mangas.
Ciclorísticas e firmes amorosas.
As ciclarias fazem você ganhar ou colher frutos.
Toma-se um novo tempo,
onde tudo muda ou continua do mesmo jeito.
Ciclos enfim...
Ganhar frutos sempre tem um bom sabor.
Porém colher os frutos é ainda mais saboroso.
E que esses frutos sejam colhidos todo ano...
Não tem preço.
Como toda época tem sua época,
Todo ciclo tem seu ciclo.
Ciclos, enfim...

Paulo Wenceslau
Marina Menezes
André Guarany

Foyer Dulcina
20/03/2012
- ARQUÍCERVO!!
   AQUI SIRVO!
   AQUI SERVO!
Abstraí Batatas Crocantes De Ervilha.
Fogo Gostoso, Havia.
Interesse Jejuado,
Lembrou Magníficos Nostálgicos Ornamentados?
Politizados?
Quem Respondeu Sabiamente...
Tentou Unificar Vidas Xoxas Zanzando...

Paulo Wenceslau
Harley Tolentino
Marina Menezes

Casa do Paulo
13/03/2012
aRMADILHAS bANAIS cONQUISTAM dEUSAS eGÍPCIAS,
fACILMENTE.
gOSTARÍAMOS hERMES,
iNDAGAR jUREMA lIVRE,
mAS nATURALMENTE oMISSA,
pARA qUICAR rESPOSTAS sÁBIAS.
tUDO uNICAMENTE vALORIZANDO xAXINS zELOSOS.

aNNA mOURA
gY oLIVEIRA
iANA rIMAT
hARLEY tOLENTINO
aLESSANDRA pALOMITA
mARINA mENEZES
nATASHA dOMICIANO
pAULO wENCESLAU

fOYER dULCINA
13.03.2012

6 de agosto de 2012

Alicates Boicotados Com Dimensões Esferográficas
Focam Gazelas Humanas.
Ilustrando Jogos Luminosos.
Moldando Nocivamente Objetos Pontiagudos Quentes,
Ressecando Somente Tribais Universais,
Vegetarianos, Xamânicos Zumbis.

Samuel Daleprane
Alessandra Palomita
Marina Menezes
Paulo Wenceslau
Natasha Domiciano
Anna Moura

Foyer Dulcina
13/03/2012
Acabou, Bruscamente, Caindo De Elevador.
Fascinada, Gostando, Horrorizada,
Imaginando Joias Límpidas, Melhores,
Numa Ordem Popular.
Querendo Ridicularizar Santos.
Tentativas, Ultimatos,
Vieram Xingar Zeus.

Paulo Wenceslau
Marina Menezes

Casa do Paulo
10/03/2012