8 de fevereiro de 2011

Busquei vidas inspiradas.
Pensei que seriam originais.
É importado do Paraguai?
É importado do que importa.
Quem importa é ímpar.
Ímpar idades.
O importante que o ser
Sempre tentará agir espontaneamente.
Seus cabelos negros reluzindo
Escuridão amortecedora.
Seus olhos imprimindo
Alegria acolhedora.
Dessas que chamam pra noite virar dia, sem pressa.
Demoradamente calmo.
Tenha paciência!
A vida não é só agora.
É quando?
Parece natural, parece...
Assumo a fumaça da nossa paisagem.
Me escolhe?
Mas porque fazer
Se você pode só pensar no óbvio?
Me perco nos meus dedos nus
Não sei o que fazer, nem pensar.
Caminho a vagar,
supus poder gritar, mexer, parar.
E sentir. E só.

André Guarany
Bob Rodrigues
Camyla Serpa
Budão Antunes
Iorrana Lisboa
Thaís Mallon

Casa da Ana
08/02/2011
- À minha namorada que eu amo muito,
à Xuxa, à minha mãe e todas as madrugadas...
Quem é Ana?
Anteriormente Buscava Cacarecos
Demasiadamente, Espontaneamente.
Fazendo Gostozuras Hipocondríacas,
Indo Jantar Lamentavelmente Muriçocas
Nadando, Ostentando Pinto
Querendo Roer Situações Táteis.
Unicórnios Voadores Xexelentos Zombeteiros!

André Guarany
Bob Rodrigues
Camyla Serpa
Budão Antunes
Iorrana Lisboa
Thaís Mallon

Casa da Ana
08/02/2011

7 de fevereiro de 2011

Distante dos bosques.
Surge então criaturas cabarelísticas dando o cú na cobertura.
Aproveitando da sauna o que tem de mais indecente.
Se jogando na piscina como piranhas prontas para abocanhar.
E se banhar no luar de orgias inesquecíveis.
Porque a vida é aqui, agora, tudo junto ao mesmo tempo.
O que é vida também deixa de ser.
O que mais difícil do que isso para conjugar?
Dá ou racha?
Rachada ao meio pelos seus sons
A sua paisagem de nuvens...
Minha coleção de cacos de vidro.
Às vezes parecia que era só improvisar
Disponíveis à vida!
Viver é a opção que necessitamos
e respiramos em todo cigarro e todas as nuvens.
Nuvens lembram sonhos.
Os sonhos estão cinza hoje!!
Previsão de amores tempestuosos..
Empaquei na poesia...
Adúltero de pensamentos meus.
Pilhas alcalinas de faróis baixos
Poeiras e lembranças carnudas.
Pousam um imaginário repleto de amor.
O que dizia a esfinge?
Multiplica por sete.
Todos e tudo.
Atravesso o vidro.
Voo na sua direção.
Gosto do reflexo da cidade nos seus olhos.

Thaisa Taguatinga
André Guarany
Izabela Parise
Samir Paranaguá
Mariana Brites
Bob Rodrigo

Cobertura da Mama
06/02/2011
- Cobertos de cobertura.
Vida longa à cafetina e à feijoada preta..
Armageddon Balíptico, Cabalístico, Dionisíaco.
E Fritando Guloseimas Hábeis.
Idiotas!
Jamais Limpei Melecas Nocivas.
Ornitorrinco, Paisagens
Quase Respondi Surubas!
Tateava, Uivavam Vivências.
Xupa que é bão, sô!
Zói.

Bottentuit
Machado
Alonso
Americaño
Taguatinga
Guarany
de Souza
Bento
Brites

Gibão . Churrasco Clandestino
30/01/2011
"Ah, esses moralistas...
Não há nada que empeste mais
do que um desinfetante!"
(mário Quintana)
Alavancando Bom Cavalo Destro,
Enfiando Feixes Genuinamente Humanos.
Ininteligíveis Joguinhos
Legalizando Maconha Nesta Operação Primária.
Quiçá Rebelde Sabotando Tertúlias Umectantes.
Vangloriei Xoxotas Zumbis.

André Guarany
Alonso Bento
Paulo Machado
Jean Bottentuit

Casa do Paulinho
14/01/2011
camelos..
Amanhã Beliscarei Coisa Divina, Estonteante.
Foi Gostoso Honrar Impertinente,
Jornada Lunática.
Maria Nunca Ostentou Pureza Qualificada.
Realmente Sobre Transatlântico Ucraniano Virgem, Xereta!
Zapatas!!!

Bárbara Lobato
Jean Bottentuit
Emanuel Queiroz
Ana Eliza
Mariae

Dentro do Cenário
11/01/2011