Eu simplesmente sendo...
Amando, perdoando e libertando.
Um vento que corre
Um intenso arrastado
Caindo gotas serenas
Ilimitam presente, o passado.
Duas lentes, uma janela e dois atores.
A fumaça se mistura com o vento.
Hoje, de tudo se fez festa.
A densidade seca, quente e rápida
Felicita o etéreo, o lento!
Ferida prazerosa de coçar,
A velhice na qual te vejo.
Enrugada pele opaca.
Estereotipada pela vertigem da idade,
arranhada pelo tempo seco.
Vejo a quadradização informal da cidade.
A sabedoria de um tempo que se passou,
mas que foi marcado pela sua vivência.
Fomos educados sempre para sobreviver dentro do espaço.
Só queria ser livre para expressar minha arte,
tudo que faz parte de mim.
Enfim!!
Selma Damasceno
Cleiton Jesus
Érika Persan
Daniel Carvalho
André Guarany
Karolchita da Balachita
Casa da Érika
28/04/2010
"E ser artista no nosso convívio, pelo inferno e céu de todo dia. Pra poesia que a gente não vive, transformar o tédio em melodia... " CAZUZA
22 de julho de 2010
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Cleiton Jesus,
Daniel Carvalho,
Érika Persan,
Karoline Oliveira,
Selma Damasceno
20 de julho de 2010
Meu sexo, meu ego e minha arte habitam meus ossos...
O cão que por minha boca late.
Vaca em meu estômago, rulmina!
Meus deuses nascem do ócio e habitam nas velhas usinas:
Que mordam-me suas palavras! Raiva que me arde a vagina!
Que me resta o vago presente.
Livre, elevado.
Sublime ardor, queima essência
de uma angústia interior.
Percorre, percorre... Transpareça.
Como vidros límpidos incediados.
Cuspindo traços de minha personalidade insólita
Vejo cores alaranjadas.
Queimados cachos da sabedoria circular.
Chupo cores, mamo flores.
Invoco o demo revestido de vermelho.
O mesmo demo que trouxe alvoroço à tua boca inquieta.
Na sua mais pura insanidade descoberta e intensa...
No seu alvoroço mais displicente e remoto.
Viva a insanidade.
Viva o prazer.
Viva a vida.
Que as glândulas devidas acionem.
As valsas da alma.
Mágicas queridas; mágoas e ânsias.
Curadas no afélio do querer minha santa vida,
palavra entortada; parábola folgada;
que cura o rubor de quimeras sensual mente felinas!
Nítidos, ofegantes os desejos alheios.
Dados, jogados aos devaneios.
Porque não rompem e quebram cada barreira?
Desarticulando ordens estabelecidas;
Desordenadas pela vivência caótica.
Caos de puro deleite;
Desordenagem linfática;
Leite puro, leite desencarnado.
Extraído de teus mórbidos poros,
que ganham vivacidade com o dedo distraído.
Fique à vontade.
Vamos contemplar o devaneio mórbido do teu corpo...
Somente assim veremos o novo.
Daniel Carvalho
Cleiton Jesus
André Guarany
Jean Bottentuit
Karolchita da Balachita
Piauí
20/04/2010
- De leite eu gosto, do resto eu não sei...
O cão que por minha boca late.
Vaca em meu estômago, rulmina!
Meus deuses nascem do ócio e habitam nas velhas usinas:
Que mordam-me suas palavras! Raiva que me arde a vagina!
Que me resta o vago presente.
Livre, elevado.
Sublime ardor, queima essência
de uma angústia interior.
Percorre, percorre... Transpareça.
Como vidros límpidos incediados.
Cuspindo traços de minha personalidade insólita
Vejo cores alaranjadas.
Queimados cachos da sabedoria circular.
Chupo cores, mamo flores.
Invoco o demo revestido de vermelho.
O mesmo demo que trouxe alvoroço à tua boca inquieta.
Na sua mais pura insanidade descoberta e intensa...
No seu alvoroço mais displicente e remoto.
Viva a insanidade.
Viva o prazer.
Viva a vida.
Que as glândulas devidas acionem.
As valsas da alma.
Mágicas queridas; mágoas e ânsias.
Curadas no afélio do querer minha santa vida,
palavra entortada; parábola folgada;
que cura o rubor de quimeras sensual mente felinas!
Nítidos, ofegantes os desejos alheios.
Dados, jogados aos devaneios.
Porque não rompem e quebram cada barreira?
Desarticulando ordens estabelecidas;
Desordenadas pela vivência caótica.
Caos de puro deleite;
Desordenagem linfática;
Leite puro, leite desencarnado.
Extraído de teus mórbidos poros,
que ganham vivacidade com o dedo distraído.
Fique à vontade.
Vamos contemplar o devaneio mórbido do teu corpo...
Somente assim veremos o novo.
Daniel Carvalho
Cleiton Jesus
André Guarany
Jean Bottentuit
Karolchita da Balachita
Piauí
20/04/2010
- De leite eu gosto, do resto eu não sei...
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Karoline Oliveira
16 de julho de 2010
O som faz as ondas baterem no sentido humano,
sensações à parte aposenta suas dores,
depende do seu ser.
Ser amesquinhado.
Descontrariando virtudes vistas como sãs,
depositadas em lixões radioativos.
Sou eu, mesquinho e controverso em cada momento.
Não sou belo, não sou leve. Sou frio e denso.
Habito nos cultos, dos olhos, sob luz e sob sombra.
Num, fulguro cintilante, noutro me rompo sinistro.
Agora habito esse breu,
esse covão humano e dilacerante
que me separa de tudo o que possuo e que me consome.
Rapte-me calanga.
Sem pressa e também agoniante,
quero viver, conhecer, ter prazer em viver.
Por tudo faço valer a pena, aquela morena
De cabelos tingidos com vergonha.
Que mata divagamente;
Extravagantemente letal.
Penas das quais as subplumagens vacilam;
Exatamente: como nossos vacilos compõem nossas penas.
Sintamos pena de nós mesmos.
Sintamos pena da falha que habita esse Nós.
HABITAT, habitar o natural das coisas,
das insignificâncias mínimas, do seu andar.
Andar que distrai minha mente e que põe no cativeiro.
No seleiro aonde for, transformados pelo meio.
Somos influenciados por tudo que acreditamos.
Não sei mais aonde procurar e nem em que fase achar,
mas vou simplesmente a tudo que faço,
Vivo... Eternizar!
Se alguém tem fôlego,
tem esperança.
Paulo Wenceslau
André Guarany
Daniel Carvalho
Jean Bottentuit
Francisco de Assis
Bar do Samuel - N. Bandeirante
18/04/2010
- com participação do convidado da noite
sensações à parte aposenta suas dores,
depende do seu ser.
Ser amesquinhado.
Descontrariando virtudes vistas como sãs,
depositadas em lixões radioativos.
Sou eu, mesquinho e controverso em cada momento.
Não sou belo, não sou leve. Sou frio e denso.
Habito nos cultos, dos olhos, sob luz e sob sombra.
Num, fulguro cintilante, noutro me rompo sinistro.
Agora habito esse breu,
esse covão humano e dilacerante
que me separa de tudo o que possuo e que me consome.
Rapte-me calanga.
Sem pressa e também agoniante,
quero viver, conhecer, ter prazer em viver.
Por tudo faço valer a pena, aquela morena
De cabelos tingidos com vergonha.
Que mata divagamente;
Extravagantemente letal.
Penas das quais as subplumagens vacilam;
Exatamente: como nossos vacilos compõem nossas penas.
Sintamos pena de nós mesmos.
Sintamos pena da falha que habita esse Nós.
HABITAT, habitar o natural das coisas,
das insignificâncias mínimas, do seu andar.
Andar que distrai minha mente e que põe no cativeiro.
No seleiro aonde for, transformados pelo meio.
Somos influenciados por tudo que acreditamos.
Não sei mais aonde procurar e nem em que fase achar,
mas vou simplesmente a tudo que faço,
Vivo... Eternizar!
Se alguém tem fôlego,
tem esperança.
Paulo Wenceslau
André Guarany
Daniel Carvalho
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Francisco de Assis
Bar do Samuel - N. Bandeirante
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- com participação do convidado da noite
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Paulo Wenceslau
15 de julho de 2010
A morte vem de forma arrancada do coração,
por medo ou até preocupação.
Viver assim reagindo ao alento,
pesquisar, provocar, não se matar.
Ser e estar na pele de um artesão,
trabalhar a vida sem ter nada em forma de moderação.
O minério valioso que compõe o tédio reverso,
o fato registrado; escapismo da testa.
Que sentimento morno dilacera coração tão nervoso?
As pernas rogam ao cérebro, se batem aquela contra esta...
Uma após a outra, a fuga denuncia o indivíduo!
A verdade te liberta muitas vezes do costume.
O costume não se define benéfico;
Mas o descostume assusta por ser novo.
Medo do novo do desconhecido
Te move. Te reconstrói!
Sou estes ou aqueles estilhaços Wilmanianos no lago de púrpura
E passa uma ----- na minha boca e move o cósmos do meu peito.
Sou apenas um pedaço de sonhos tortos.
Sou o que queria ser depois de descobrir o caroço da azeitona
que tenho em meu peito que bate.
Apenas é isso!!
Isso que é a ------- que espero
e que a cada dia esse pedaço dentro de mim se encontre.
Porque metade de mim é o que eu grito
mas a outra metade é silêncio.
E é só no silêncio que eu realmente me sinto bem...
Vamos encontrar nosso eu mais verdadeiro.
Vamos nos incomodar.
Vamos viver.
Vamos existir...
Paulo Wenceslau
Sami Maia
Daniel Carvalho
Vanessa Alves
Juliana Welasco
Milton César Pontes
Alzira Bosaipo
Glednna Fernanda
Rafael Afonso
Wilson Aleiro
Karoline Oliveira
Bar Thainá
16/04/2010
por medo ou até preocupação.
Viver assim reagindo ao alento,
pesquisar, provocar, não se matar.
Ser e estar na pele de um artesão,
trabalhar a vida sem ter nada em forma de moderação.
O minério valioso que compõe o tédio reverso,
o fato registrado; escapismo da testa.
Que sentimento morno dilacera coração tão nervoso?
As pernas rogam ao cérebro, se batem aquela contra esta...
Uma após a outra, a fuga denuncia o indivíduo!
A verdade te liberta muitas vezes do costume.
O costume não se define benéfico;
Mas o descostume assusta por ser novo.
Medo do novo do desconhecido
Te move. Te reconstrói!
Sou estes ou aqueles estilhaços Wilmanianos no lago de púrpura
E passa uma ----- na minha boca e move o cósmos do meu peito.
Sou apenas um pedaço de sonhos tortos.
Sou o que queria ser depois de descobrir o caroço da azeitona
que tenho em meu peito que bate.
Apenas é isso!!
Isso que é a ------- que espero
e que a cada dia esse pedaço dentro de mim se encontre.
Porque metade de mim é o que eu grito
mas a outra metade é silêncio.
E é só no silêncio que eu realmente me sinto bem...
Vamos encontrar nosso eu mais verdadeiro.
Vamos nos incomodar.
Vamos viver.
Vamos existir...
Paulo Wenceslau
Sami Maia
Daniel Carvalho
Vanessa Alves
Juliana Welasco
Milton César Pontes
Alzira Bosaipo
Glednna Fernanda
Rafael Afonso
Wilson Aleiro
Karoline Oliveira
Bar Thainá
16/04/2010
Quantos medos ditam regras,
quantos espinhos compõem os caules de amáveis rosas,
Inóspitas árvores?
Quantos prédios sombreiam as ruas e são respostas finas à folhagem!?
Quantos medos separam pela rosa, o remetente do destinatário????!
A única coisa que realmente importa é como nos relacionamos
com essa devastada natureza e quando nos conectamos verdadeiramente...
Para que serve a vida se não para desfrutá-la...
A vida serve pra quem serve, serve para quem cresce, cresce nos que servem...
A subserviência aplaca o desenvolvimento dos seres, tolhe e atrofia gente...
Podando os galhos velhos, a árvore vinga!
Juntam galhos e tecidos, mancha tinta!
Juntam-se as poesias da vida, juntos seremos uma grande poesia!
Sem ver a beleza das flores e perceber o que ela nos passa,
seremos meros humanos frágeis!!!
Não... mas não importa. Seremos sempre humanos.
A coisa mais pútrida e fria, asquerosa, presa nas próprias teias:
Nós, os humanos!
A coisa mais linda, puro amor de nada, expressão máxima de carinho;
Força criadora, força inovadora, de tigresas e ursinhos;
Nós humanos! Quanto mais desumanos e mesquinhos,
mais ainda nos fazemos de ternura, mais ainda revestimo-nos de carinho.
Mais ainda descobrimos o afeto!
E nesta calada da noite que procuramos as estrelas.
Sim! As estrelas...
Porque só o universo pode nos dar a verdadeira resposta,
a qual nunca poderemos questionar.
Daniel Carvalho
Karoline Oliveira
Bar Thainá
15/04/2010
quantos espinhos compõem os caules de amáveis rosas,
Inóspitas árvores?
Quantos prédios sombreiam as ruas e são respostas finas à folhagem!?
Quantos medos separam pela rosa, o remetente do destinatário????!
A única coisa que realmente importa é como nos relacionamos
com essa devastada natureza e quando nos conectamos verdadeiramente...
Para que serve a vida se não para desfrutá-la...
A vida serve pra quem serve, serve para quem cresce, cresce nos que servem...
A subserviência aplaca o desenvolvimento dos seres, tolhe e atrofia gente...
Podando os galhos velhos, a árvore vinga!
Juntam galhos e tecidos, mancha tinta!
Juntam-se as poesias da vida, juntos seremos uma grande poesia!
Sem ver a beleza das flores e perceber o que ela nos passa,
seremos meros humanos frágeis!!!
Não... mas não importa. Seremos sempre humanos.
A coisa mais pútrida e fria, asquerosa, presa nas próprias teias:
Nós, os humanos!
A coisa mais linda, puro amor de nada, expressão máxima de carinho;
Força criadora, força inovadora, de tigresas e ursinhos;
Nós humanos! Quanto mais desumanos e mesquinhos,
mais ainda nos fazemos de ternura, mais ainda revestimo-nos de carinho.
Mais ainda descobrimos o afeto!
E nesta calada da noite que procuramos as estrelas.
Sim! As estrelas...
Porque só o universo pode nos dar a verdadeira resposta,
a qual nunca poderemos questionar.
Daniel Carvalho
Karoline Oliveira
Bar Thainá
15/04/2010
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Karoline Oliveira
Um dia não terei mais engrenagens,
um dia não serei mais maquinações possíveis, dentro de mim.
Depois, enferrujado, desgastado e deturpado,
poderei um dia, ser reciclado dentro de ti.
Dormirei sozinho; serei árvore, galhos e raízes.
Seremos frutos de sementes solitárias, aguardando o vazio...
Enquanto o vazio não chega somos vítimas da "própria" surpresa,
Surpresa de si, surpresa de ti,
Surpresa de todos aqueles que ainda virão vir.
Não tenho auxílio, mas também não preciso.
Sigo meu caminho,
Procuro apenas o que faz com que eu me sinta bem.
Me tire deste inferno,
não suporto a falta de idéias,
são tantas coisas novas para experimentar...
Mentes que geram idéias e que criam momentos novos e excitantes...
Quero penetrar nas águas do descobrimento
e ver as vísceras da carne expostas ao realento do que é "poder ser":
traficando a arte... foda-se!
E viva-se! Mastigue-se! Vomite-se!
Que o citoplasma da consciência aceite corpos estranhos;
Idéias não são vírus, são tijolos que compõem sonhos;
Entregue-se! Volte-se! Foda-se!
Se arrependeu? Faça novamente!
Porque no sonho vivemos uma só vez!
Bob Melvin
Adriana Heilmann
Felipe Leite
Karoline Oliveira
Cristiane Coelho
Daniel Carvalho
Larissa Cunha
Bar Thainá
15/04/2010
- vamos traficar a arte!!!
um dia não serei mais maquinações possíveis, dentro de mim.
Depois, enferrujado, desgastado e deturpado,
poderei um dia, ser reciclado dentro de ti.
Dormirei sozinho; serei árvore, galhos e raízes.
Seremos frutos de sementes solitárias, aguardando o vazio...
Enquanto o vazio não chega somos vítimas da "própria" surpresa,
Surpresa de si, surpresa de ti,
Surpresa de todos aqueles que ainda virão vir.
Não tenho auxílio, mas também não preciso.
Sigo meu caminho,
Procuro apenas o que faz com que eu me sinta bem.
Me tire deste inferno,
não suporto a falta de idéias,
são tantas coisas novas para experimentar...
Mentes que geram idéias e que criam momentos novos e excitantes...
Quero penetrar nas águas do descobrimento
e ver as vísceras da carne expostas ao realento do que é "poder ser":
traficando a arte... foda-se!
E viva-se! Mastigue-se! Vomite-se!
Que o citoplasma da consciência aceite corpos estranhos;
Idéias não são vírus, são tijolos que compõem sonhos;
Entregue-se! Volte-se! Foda-se!
Se arrependeu? Faça novamente!
Porque no sonho vivemos uma só vez!
Bob Melvin
Adriana Heilmann
Felipe Leite
Karoline Oliveira
Cristiane Coelho
Daniel Carvalho
Larissa Cunha
Bar Thainá
15/04/2010
- vamos traficar a arte!!!
14 de julho de 2010
Foi-se o tempo em que sonhava!
Hoje vivo, me entrego!
Se tá certo eu não sei...
Quem há de saber? A classe da vida é incerteza...
Quemcanta pedaços de vidros, deitam em camas
Esperam indivíduos, se ardem na chama:
Quem chama de sapiência o ato de viver?
Transparência do saber...
esperar que algo aconteça é ser incrédulo dos seus sentimentos
que não mostram o que é ser.
E estar a beira da morte e um dia dizer:
E daí?! Eu vivi!...
Sobrevivi... e estou sempre a buscar os sentimentos verdadeiros,
pena que nem sempre é como se quer. Não importa.
Vou morrer. Sempre, cada vez mais..
Mas enquanto estiver aqui, serei eu mesmo.
Serei inteiro.
Só deixo a vida me mudar.
E se mudar, que mude por inteiro e que me desperte
ao puro devaneio.
E que nessa hora eu encontre o primeiro
que será com certeza aquele que otimamente mudará primeiro.
A mudança dança o tempo inteiro;
Pela metade, a hora fica meia,
Sou inteiro, inteiro devaneio;
Com certeza somos duvidosos.
Despertamos, dispersamos e não estamos inteiros.
Larissa Oliveira Cunha
Daniel Carvalho
Cristiane Coelho
Karoline Oliveira
Felipe Leite
Adriana Heilmann
Bob Melvin
Bar Thainá
15/04/2010
Hoje vivo, me entrego!
Se tá certo eu não sei...
Quem há de saber? A classe da vida é incerteza...
Quemcanta pedaços de vidros, deitam em camas
Esperam indivíduos, se ardem na chama:
Quem chama de sapiência o ato de viver?
Transparência do saber...
esperar que algo aconteça é ser incrédulo dos seus sentimentos
que não mostram o que é ser.
E estar a beira da morte e um dia dizer:
E daí?! Eu vivi!...
Sobrevivi... e estou sempre a buscar os sentimentos verdadeiros,
pena que nem sempre é como se quer. Não importa.
Vou morrer. Sempre, cada vez mais..
Mas enquanto estiver aqui, serei eu mesmo.
Serei inteiro.
Só deixo a vida me mudar.
E se mudar, que mude por inteiro e que me desperte
ao puro devaneio.
E que nessa hora eu encontre o primeiro
que será com certeza aquele que otimamente mudará primeiro.
A mudança dança o tempo inteiro;
Pela metade, a hora fica meia,
Sou inteiro, inteiro devaneio;
Com certeza somos duvidosos.
Despertamos, dispersamos e não estamos inteiros.
Larissa Oliveira Cunha
Daniel Carvalho
Cristiane Coelho
Karoline Oliveira
Felipe Leite
Adriana Heilmann
Bob Melvin
Bar Thainá
15/04/2010
Ouvindo conversas alheias...
Aliviando a vida que de sua não tem nada.
Bisbilhotando interesses que podem ser seus
Na boca de outrem.
O que me interessa
não é saber qual dos dois caminhos seguir.
É que os dois caminhos me queiram.
Caminhos de subterfúgios ingremes;
Fugidos de sentimentos vãos;
Foragidos de si mesmos;
buscados nos caminhos divinos.
Transito entre o norte e o sul;
entre o gélido e o tropical.
Eu opto por enfrentar o frio
com meu casaco de certezas.
Tão sutis quanto a certeza de quem sou.
Invólucro por idéias esquizofrênicas.
Permeado por vivências mascaradas.
Quem sou?
Sou o pó da madrugada.
A escolha em forma de gente.
Mas hoje me pergunto:
Será tarde demais quando me encontro?
André Guarany
Bob Rodrigues
Piauí
14/04/2010
- Na encruzilhada (decisões)
Aliviando a vida que de sua não tem nada.
Bisbilhotando interesses que podem ser seus
Na boca de outrem.
O que me interessa
não é saber qual dos dois caminhos seguir.
É que os dois caminhos me queiram.
Caminhos de subterfúgios ingremes;
Fugidos de sentimentos vãos;
Foragidos de si mesmos;
buscados nos caminhos divinos.
Transito entre o norte e o sul;
entre o gélido e o tropical.
Eu opto por enfrentar o frio
com meu casaco de certezas.
Tão sutis quanto a certeza de quem sou.
Invólucro por idéias esquizofrênicas.
Permeado por vivências mascaradas.
Quem sou?
Sou o pó da madrugada.
A escolha em forma de gente.
Mas hoje me pergunto:
Será tarde demais quando me encontro?
André Guarany
Bob Rodrigues
Piauí
14/04/2010
- Na encruzilhada (decisões)
Descubra o que não se pode ver...
Beba o que se pode tocar....
Deite-se com o inimigo e assim poder matar....
Matar o quê? Mate-me!
Esqueça o futuro que um dia foi reservado para nós...
Sombrio e frio
Infinito presente
Obscuro
obscuro...
morro radiante
Mas não sofro eternamente!
E que venham os ventos de aventuras e que levem as memórias das torturas
Por piores que sejam as dores nas entranhas e haja sangue,
depois do parto brota o infante!
É a dor, ela somente, que nasce da ternura!
Que esquenta; a sua dor e emoção...
Assim, fazer valer e tentar correr,
pelo espaço de arco-íris, diminuir e crescer!
Ha... esquece, não vou me convencer.
Tudo isso não faz sentido algum,
sem a explicação óbvia do sentimento mútuo,
e nessa busca inexplicável do amor é inevitável sentir dor.
Atitudes extra-cotidianas se transformando em rotina,
Bestificando sensações levianas;
das tardes sinestésicas inclaras...
Um ser instável... parasita de uma vida com atitudes imprestáveis
de ser um ser incansável para querer um bem,
crédulo de suas crenças e vísceras a mostra sangrenta de ódio.
Viver?
Qual teor ritmada agonia?
Traços vividos latentes ou serenos respingos ofertados de ódio?
Onde marcas, símbolos, rótulos sagrados,
restauram a noite de domingo.
Onde pessoas invisíveis se escondem no solo, mas não têm traços,
não têm respingos.
São soluções práticas, de água, enxofre e ácido clorídrico...
Misturas, quimicamente solúveis sobre o céu e sob a terra,
envolvendo todos nós, formando um Elo nervoso!
De maré presente o tempo todo!
Envolvendo todo o nosso ser
constantemente dentro do espaço,
infinitos prazeres intransferíveis e inimagináveis.
Dando saltos histriônicos na imensa piscina do ser.
Lembrando que somos imensas, gigantes formiguinhas...
Cristiane Coelho
Cleiton de Jesus
Daniel Carvalho
Paulo Wenceslau
Karol Oliveira
André Guarany
Piauí
07/04/2010
- sob a leitura Richardiana,
com um brinde aos poeteiros do bar..
Beba o que se pode tocar....
Deite-se com o inimigo e assim poder matar....
Matar o quê? Mate-me!
Esqueça o futuro que um dia foi reservado para nós...
Sombrio e frio
Infinito presente
Obscuro
obscuro...
morro radiante
Mas não sofro eternamente!
E que venham os ventos de aventuras e que levem as memórias das torturas
Por piores que sejam as dores nas entranhas e haja sangue,
depois do parto brota o infante!
É a dor, ela somente, que nasce da ternura!
Que esquenta; a sua dor e emoção...
Assim, fazer valer e tentar correr,
pelo espaço de arco-íris, diminuir e crescer!
Ha... esquece, não vou me convencer.
Tudo isso não faz sentido algum,
sem a explicação óbvia do sentimento mútuo,
e nessa busca inexplicável do amor é inevitável sentir dor.
Atitudes extra-cotidianas se transformando em rotina,
Bestificando sensações levianas;
das tardes sinestésicas inclaras...
Um ser instável... parasita de uma vida com atitudes imprestáveis
de ser um ser incansável para querer um bem,
crédulo de suas crenças e vísceras a mostra sangrenta de ódio.
Viver?
Qual teor ritmada agonia?
Traços vividos latentes ou serenos respingos ofertados de ódio?
Onde marcas, símbolos, rótulos sagrados,
restauram a noite de domingo.
Onde pessoas invisíveis se escondem no solo, mas não têm traços,
não têm respingos.
São soluções práticas, de água, enxofre e ácido clorídrico...
Misturas, quimicamente solúveis sobre o céu e sob a terra,
envolvendo todos nós, formando um Elo nervoso!
De maré presente o tempo todo!
Envolvendo todo o nosso ser
constantemente dentro do espaço,
infinitos prazeres intransferíveis e inimagináveis.
Dando saltos histriônicos na imensa piscina do ser.
Lembrando que somos imensas, gigantes formiguinhas...
Cristiane Coelho
Cleiton de Jesus
Daniel Carvalho
Paulo Wenceslau
Karol Oliveira
André Guarany
Piauí
07/04/2010
- sob a leitura Richardiana,
com um brinde aos poeteiros do bar..
Vidas bestas tranquilizadas,
amorfizadas por sensações dolorosas.
Contidas em tubos de ensaio!
Ensaiando as vidas vividas!
O prazer inevitável de se estar vivo
junto de momentos inexplicáveis e energéticos.
Jesus está no seu coração menina!
Isso é verdade mesmo...
Verdade de cú é rola...
As verdades são incertezas institucionalizadas
Interminavelmente mutáveis, aparentemente louváveis
Mas se descamoteiam e revelam as perfeições da falha -
- nem a incertitude espera: as verdades!
Simplesmente por não compreenderem os momentos súbitos
de quando se entrelaçam suas próprias verdades.
A realidade é um sistema tão verdadeiro
que pode nos encontrar sempre...
Nos bares, nas aulas, nas conversas;
Expondo vistas desconcertantes frente à nossa
Falta o verbo, constrange a fala, distribuo meu verso
Não adiro ao perverso, não prefiro as luzes...
Exatamente por oprimir o obscuro
numa inevitável leveza poética ilusória.
Eu gosto da chuva forte.
Você é uma cena da vida.
André Guarany
Daniel Carvalho
Karolchita da Balachita
Marcelo Van de Kamp
CONIC
29/03/2010
amorfizadas por sensações dolorosas.
Contidas em tubos de ensaio!
Ensaiando as vidas vividas!
O prazer inevitável de se estar vivo
junto de momentos inexplicáveis e energéticos.
Jesus está no seu coração menina!
Isso é verdade mesmo...
Verdade de cú é rola...
As verdades são incertezas institucionalizadas
Interminavelmente mutáveis, aparentemente louváveis
Mas se descamoteiam e revelam as perfeições da falha -
- nem a incertitude espera: as verdades!
Simplesmente por não compreenderem os momentos súbitos
de quando se entrelaçam suas próprias verdades.
A realidade é um sistema tão verdadeiro
que pode nos encontrar sempre...
Nos bares, nas aulas, nas conversas;
Expondo vistas desconcertantes frente à nossa
Falta o verbo, constrange a fala, distribuo meu verso
Não adiro ao perverso, não prefiro as luzes...
Exatamente por oprimir o obscuro
numa inevitável leveza poética ilusória.
Eu gosto da chuva forte.
Você é uma cena da vida.
André Guarany
Daniel Carvalho
Karolchita da Balachita
Marcelo Van de Kamp
CONIC
29/03/2010
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Marcelo Van de Kamp
Varram os seres humanos, eles devem ir.
Não escutam, são teimosos, são uma máquina de destruir.
Pois ao planeta Terra não devem intervir.
Devem o total respeito ao leito, até o dia de partir.
De forma a encontrar o caminho livre
para nos tornarmos uma incrível mistura de vários sentidos...
Frutos de ventres inférteis, filhos do afável martírio.
Pode o fato crível de Deus devolver ao barro o legado do delírio?
Sensível ao toque velado que não se faz por olhos,
se faz por grandezas sem méritos e devolve Deus ao próprio espírito.
O barro faz parte de mim.
Os átomos que em mim existem não dão a mínima para quem os fez.
Se relacionam e coexistem em equilíbrio sem necessidade de criador.
As cristas, as ondas, o macio das plumas,
a transparência das águas dos olhos; o barro parte de mim.
Paulo Wenceslau
Karoline Oliveira
Daniel Carvalho
Mariana Aragão
Milton César Pontes
Bar Thainá
24/03/2010
Não escutam, são teimosos, são uma máquina de destruir.
Pois ao planeta Terra não devem intervir.
Devem o total respeito ao leito, até o dia de partir.
De forma a encontrar o caminho livre
para nos tornarmos uma incrível mistura de vários sentidos...
Frutos de ventres inférteis, filhos do afável martírio.
Pode o fato crível de Deus devolver ao barro o legado do delírio?
Sensível ao toque velado que não se faz por olhos,
se faz por grandezas sem méritos e devolve Deus ao próprio espírito.
O barro faz parte de mim.
Os átomos que em mim existem não dão a mínima para quem os fez.
Se relacionam e coexistem em equilíbrio sem necessidade de criador.
As cristas, as ondas, o macio das plumas,
a transparência das águas dos olhos; o barro parte de mim.
Paulo Wenceslau
Karoline Oliveira
Daniel Carvalho
Mariana Aragão
Milton César Pontes
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