18 de julho de 2012

Zarpei Xoxo, Vitorioso, Unânime.
Turvo, Soube Renunciar Querendo Putas Ordinárias.
Naveguei Melhor Loucão.
Juremar Imaginou Hierofantes Gagos,
Falando Enigmas, Devaneios...
Cuidado!! Buraco À vista!!

Kyll
Ugo Toddeboa
Alonso Bento

09/03/2012
Bar do Mendes
- navegar é preciso!
Anoitecendo,
Briguei Calorosamente,
Depois Esculachei Fabiana Gerando Histeria Infinita.
Jurei Litros Mijados,
Nunca Obriguei Prostitutas.
Quase Ri Salivando, Torturando Utopias Vaidosas.
Xinguei Zoando.

Ugo ToddeBoa
Alonso Bento

09/03/2012
Bar do Mendes

16 de julho de 2012

Amamentou o Chacal,
ao invés do coala enjeitado.
Agora sofre as agruras da cria devorando teus olhos.
Sofraaa, ha, he, hi, ha, ha
Caia da sarjeta, injeta,
Se ajeita, então.
Calça o espartar, espertão.
Tá tão loba, tô boba.
Tô loca indo no fluxo.
A gente respira, e cria.
Pensa, transpira, realiza, poesia...
Vá no fluxo, arrepio.
Treme, fede, chora, e vai pra casa,
fica na rua.

Jean Bottentuit
Marcelo Nenevê
Rebeca C. Branco

01º/03/2012
No cachorro quente vegetariano da 201
(na torcida da Kit-Sacola)

13 de julho de 2012

Uáá! Felicidades multi reais no momento.
Dos vasos férteis cagados.
Amolei os cegos dentes do leão selvagem.
Estanquei os surdos dedos de aquários caucasianos.
Preenchidos com o sangue do vão escuro na claridade. 


Caio
Cleiton
Jean
André
Louisse


Casa do Caio
06/02/2012
- aniversário da Lou

Meus olhos ardem, isso não é coisa alguma...
Eu chamaria de nada!
Essa é a minha primeira vez voando;
O vento, por sua velocidade;
Os insetos, por tantas verdades e;
Partículas irreconhecíveis, por serem invisíveis!
Todos seguindo um instinto (distinto) chocam-se contra minha visão.
Visando mundos ainda não acordados;
Limando os párias sem fígado
Acometidos por um fel semi-árido!
Encontrei um ovni transexualista.
O tal, muito estranho, estava pálido, trêmulo, palpitante...
Tentativa de contato... Tentei um tato,
Uma daquelas danças que contagiam, convidativa...
Nenhuma resposta.
Pensei que ia ouvir pelo menos sua respiração,
mas só escutei o eco de mim mesmo.
Daí, pensávamos,
unicamente separados pelos barulhos de nosso ar se,
a partir dali, seguiríamos inadvertidamente rumo ao nosso abismo unilateral.
Fatal.
Jura ser real, mas morre ficcional.
Prevê o final e a luz do fim é sensacional.
Surreal! Me lembro quando os heróis pareciam reais,
Tudo era tão eterno, a magia congelada no tempo.
Todos temos condições de fazer história,
em um simples gesto se pode mudar um final.
Final porquê?
Estanques ilusórios vibram com sensações febris.
Sorria!
Recobertos de tudo,
todos recordam dos tempos onde o nada não precisava ser descoberto.
E a história reinicia...

Daniel Carvalho (com um infinito medo do esparro)
Jean Bottentuit (amalgamalorista)
Danilo A. X.
Alonso Bento
Diogo Alves Xavier
Mariana Brites
Leonardo Brasil
Ravi Diniz
André Guarany
Igor Baseggio

Bar do Mendes
05/02/2012
 - a única certeza da vida é a morte!

Abajur Bêbado.
Coçou Dinamites Embuchados,
Falantes, Geométricos;
Habitavam Isadora;
Jogavam Labirinto, Miríades.
Negociam Ovnis; Patentes Qualificadas.
Rechaçadas, Santificadas.
Texturizavam Urbes Vocacionais,
Xaxando Zilka.


Jean B.
Ana H.
André G.
Tarso C.

03/02/2012
Casa da Ariadne,
mother of Ane Helene and Taize Naves...
Antes deslumbrantes, 
elucubrações atemporais exploram partes obscuras.
A explosão endoça a vida.
"Trica, trica!"
Dizia-se ao ouvir o estrondo.
Tic-tac,
Bate o ronco da palavra morta.
Enquanto um cisco invade a lágrima da chuva,
Acabando com mais um risco em infinita temporada.
Tormenta tomada, queda, barrigada.
Tíbia infinita, os poros os ossos.
Calçado de cálcio com desproporcionais caninos.
Taradinhos com o cio na boca e o mel no cu.

André Guarany
Hélio
Alanna Alves
Carol Barreiro
Ana Helena
Tarso Cardoso
Jean Bottentuit

Casa da Mãe da Anelena e Tatá Naves
03/02/2012
- aos encontros...
Ventríloquos vigentes visam vitórias vingativas
Espasmos estanquistas entre escadas e estantes.
Rasgando roupas rotas, respingadas, ransosas...
Sem separar seus sectos, sem setas, sem séculos...
Sem sexo.
Tato teto tenho, não tenho...
Tudo! Menos teu! Menos nosso, menos quero...
Últimos suspiros ao vento me levam e elevam ao máximo e de repente nada...
Ajudar, resgatar, rezar, falar, amar,
Fazendo tudo isso sem pensar...
Pensando bem...
Acho que não tenho mais falta de ar.
Comprimido há de olhar por mim.
Comprimido que olha, sufoca.
É necessário relaxar.
Sua mãe sabe onde você tá? 
Deve achar que estou aqui.
Porque pensaria o contrário?!
Mas, porque as gotas na forma vertical caem dessa forma.
Formam, nesta caio a gravidade, vértices pluriformes
Que sai só de onde saem os pensamentos,
que pensam mas dispensam quando repetem as próprias formas.
Que repensam, mas impensão os contrários e os porquês.
Do que na verdade não importa...
Ou estou equivocado?
Apenas palavras...
A energia que flui das entranhas dos seres moleculares somos nozes.
A cavidade aguçada almeja o retorno das águas tensas.
Águas o sentido da vida fluida
Pingando a pinga etílica, pingando pingos pianinos.
(Rompante!)
De repente reivindiquei as horas.

André Guarany
Daniel Carvalho
Clélia Bastos
João Paulo Salerno
Jean Bottentuit
Maribrites

30/01/2012
Casa do Dedé G.

6 de julho de 2012

Envergada de sóis, ruga lunar
Rabo de cometa, cometa e cauda
Blinc, blinc não é brilho de estrela
Pararam, pararam, pararam.
E disparam uma bazuca com íons radiotivos.
A cara das tartarugas.
Que sorriam feito loucas,
correram para a lua e nunca mais foram vistas.
Águas correndo pelo vale daqueles olhos sombrios,
Cheios de sentimentos enrustidos.
Invólucro por sistemas cotistas.
Embriagado de desnudamentos libertários.
Moscas varejam estereótipos..
Como senhoras de verdade;
Fantasmas perdidos no real ou vivos no mundo dos mortos.
Virando copos, latinhas, doses,
e depois diante de uma tela, de uma oratória.
Encontros, procuras, acertos.
Pilhas de jogos esperando um devir.
Esperando a espera que por não se autoimaginar;
copiei ansiosa pensamentos gerais.
Cigarros compartilhados.
Usei então pensamentos alheios.
Que também eram pertencentes ao meu amplo vocabulário.
Fumei meus próximos.
Fodi com desconhecidos sem lubrificação cósmica,
Os mesmos desconhecidos sem glóbulos infra-lunares!
Salve a infraestrutura solar...

Daniel Carvalho
Lino
Rogélyo
Vivian Carballar
André Guarany
Neto
Alonso
Mari Brites
Victor Carballar
Jean Bottentuit

Casa do Rogélyo
29/01/2012

Alemães Bitucavam Cigarros Diuréticos;
Espanhóis Forneciam Gases Hospitalares Indigestos.
Jogavam Lapões.
Maresia Nasceu Oriental.
Popular Querosene Rotulado Suprimia Todos Unos.
Vacilei Xoxota Zarolha.

Jean Bottentuit
Ugo Todde
Lucas Althoff
Igor de Souza
Caio Althoff
Arembepe, Bahia,
Calmaria Durante Estrada Fuderosa, Gostosa,
Horizontes Imagináveis.
Juventude Laburiosa Modificou Nada Ontem.
Questionaria (Portanto) Razão Sobre Tudo.
Único Vantajoso Xisto Zelador

Raíssa Costa
Gustavo Kurt
Julius
Lorena Aloli

Arembepe . BA
08/01/2012