Estou patinando por dentro
Escorrego e perco a poesia.
Adúltera de mim.
A neblina cobre o mar que navego;
Um mar de cerveja em fumaça rósea
que escorre de dentro de meu lado sentimental.
Anormalizando coincidências embriagantes na vertigem
da noite amarela.
Amarela com o choro de suas lágrimas de cerveja em meu umbigo,
esse roseado de desafios carnais.
Porque choras? Minha pele já não é suficiente?
Nem sempre transpareço tudo o que sinto.
A não ser quando estás dentro de mim.
E quando me largas eu soluço pensando
nos beijos ardentes que demos e na minha mão
que procura seus seios e me fazem estremecer.
Porra!!!
Caralho...
Por que???
O por quê a gente entende depois
Agora só relaxa e goza...
(É o que tem a se fazer..)
Eu gozo porque respiro
Subo pro sul, morro do norte.
Eu gosto de ser cruel.
O quente empregnado na corrente sanguínea rápida,
libera cargas más ferozmente para a cabeça e coração,
pescoço e pulmão,
O suspiro do sim no escandaloso não corporal, carnal, espiral.
Espiral, como o azeite em suas nádegas suadas e cheirosas.
Espiral, como inspira e aspira a vida
num ato de dar um teco,
E a melhor piada lombrástica é rir de si mesmo.
E lombrar loucamente em um mosaico de drogas e bebidas
onde o meu maior vício é você.
Vai... ele disse pro nada!!!
Vai...
Num rompante de raiva e tesão
Rasgando as incômodas roupas
que restavam até então.
Bob Rodrigues
Thaisa Taguatinga
Tina Carvalho
Carina Portella
Izabela Parise
Luigi Pedone
André Guarany
Beirute
28/11/2008
"E ser artista no nosso convívio, pelo inferno e céu de todo dia. Pra poesia que a gente não vive, transformar o tédio em melodia... " CAZUZA
8 de dezembro de 2008
"Vamos pedir piedade,
pois há um incêndio sob a chuva rala.
Somos iguais em desgraça..."
Na viagem dos desiguais na escada,
A palavra sonha acordada.
Flutua, dança e voa tonta.
Ao som do vento, cores e cabelos belos a voar
No gesto simples de sossego e querer... palavras ao vento.
Como a fumaça se dissipando
nesta atmosfera de calor.
Dilui rápida e insistente
Revelando a melancolia como ela é.
Verde e vermelha melancia
Do azul etéreo do céu
Ruivos cabelos da Crisinha.
Crisinha que canta;
Ao som de uma cerva;
com as canções do Guarany;
das gargalhadas da Gabi.
Vamos todos brindar!
Brindar a porra da vida,
que embora seja uma merda,
É maravilhosa! (Não sei por quê?!)
Quê o quê!
Quero quero tudo do mundo.
Merda ou maravilhoso? Magnífico!
Infinito particular só para o teu ego...
Inconstância permanência de vivência e ignorância.
Maravilha de existência!
André Guarany
Gabriela de Andrade
Cristiane Coelho
Mistura Brasileira - CONIC
13/11/2008
- com a presença sensível do poeta.
pois há um incêndio sob a chuva rala.
Somos iguais em desgraça..."
Na viagem dos desiguais na escada,
A palavra sonha acordada.
Flutua, dança e voa tonta.
Ao som do vento, cores e cabelos belos a voar
No gesto simples de sossego e querer... palavras ao vento.
Como a fumaça se dissipando
nesta atmosfera de calor.
Dilui rápida e insistente
Revelando a melancolia como ela é.
Verde e vermelha melancia
Do azul etéreo do céu
Ruivos cabelos da Crisinha.
Crisinha que canta;
Ao som de uma cerva;
com as canções do Guarany;
das gargalhadas da Gabi.
Vamos todos brindar!
Brindar a porra da vida,
que embora seja uma merda,
É maravilhosa! (Não sei por quê?!)
Quê o quê!
Quero quero tudo do mundo.
Merda ou maravilhoso? Magnífico!
Infinito particular só para o teu ego...
Inconstância permanência de vivência e ignorância.
Maravilha de existência!
André Guarany
Gabriela de Andrade
Cristiane Coelho
Mistura Brasileira - CONIC
13/11/2008
- com a presença sensível do poeta.
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Cristiane Coelho,
Gabriela de Andrade
Convenhamos que estamos bêbados consequentemente
em um bar inconsequente.
Soltos, engraçados, idiotas tanto quanto bobalhões
em um bar envolvente.
Fudeu?! Bebeu?! Pede pra sair.
Caralho, se ninguém tem nada pra falar,
inventa uma novidade!
E a novidade era o máximo do paradoxo:
Eu desejo o encontro,
mas tenho medo do contato.
Mas tudo que fosse as indiferenças seriam causadas ou não:
pelo sentimento de pesadelo ou pelo sentido do tato.
Que viagem é essa?
Viagem da vida
Socorra-se quem puder!
Salva-me!
Quero ir para Passárgadas,
Onde sou ébrio,
Onde eu sou mais eu... porquê sou você.
Paulo Wenceslau
Vanessa Alves
Thamara Rios
Bob Rodrigues
Mistura Brasileira - CONIC
07/11/2008
- entre goles e tragédias..
em um bar inconsequente.
Soltos, engraçados, idiotas tanto quanto bobalhões
em um bar envolvente.
Fudeu?! Bebeu?! Pede pra sair.
Caralho, se ninguém tem nada pra falar,
inventa uma novidade!
E a novidade era o máximo do paradoxo:
Eu desejo o encontro,
mas tenho medo do contato.
Mas tudo que fosse as indiferenças seriam causadas ou não:
pelo sentimento de pesadelo ou pelo sentido do tato.
Que viagem é essa?
Viagem da vida
Socorra-se quem puder!
Salva-me!
Quero ir para Passárgadas,
Onde sou ébrio,
Onde eu sou mais eu... porquê sou você.
Paulo Wenceslau
Vanessa Alves
Thamara Rios
Bob Rodrigues
Mistura Brasileira - CONIC
07/11/2008
- entre goles e tragédias..
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Vanessa Alves
1 de dezembro de 2008
Fui no mar atrás de cotovias.
Achei um leão marinho
que mencionou:
Moro no mar, que é o mundo ao contrário,
Com as filhas de Iemanjá e Poseidon,
As sereias.
As estrelas do mar refletem
o amor de Netuno pelos cavalos-marinhos.
Cores.
Sete cores que simbolizam os sentimentos humanos.
Sentimentos bons e ruins;
Feios e bonitos;
Refletindo a vida como ela é...
A vida que adentra teus poros com força e fluidez,
estancando a seiva que teima em esporrar do meu ser,
para hidratar os teus mais vis pecados e cretinos sentimentos.
Sentimentos esses que insistes em esconder
com um pudor de merda, sem causa.
Esconder de quê? De quem? Por quê?
Na pior hipocrisia onde você é sempre o enganado.
Quando você perceber que se enganar é besteira
e que bom mesmo é fuder;
Você mandará este pudor para a puta que o pariu.
Thiago Cassim
Bob Rodrigues
André Guarany
Jean Bottentuit
Carina Portella
Izabela Parise
Casa da Bob
16/11/2008
Achei um leão marinho
que mencionou:
Moro no mar, que é o mundo ao contrário,
Com as filhas de Iemanjá e Poseidon,
As sereias.
As estrelas do mar refletem
o amor de Netuno pelos cavalos-marinhos.
Cores.
Sete cores que simbolizam os sentimentos humanos.
Sentimentos bons e ruins;
Feios e bonitos;
Refletindo a vida como ela é...
A vida que adentra teus poros com força e fluidez,
estancando a seiva que teima em esporrar do meu ser,
para hidratar os teus mais vis pecados e cretinos sentimentos.
Sentimentos esses que insistes em esconder
com um pudor de merda, sem causa.
Esconder de quê? De quem? Por quê?
Na pior hipocrisia onde você é sempre o enganado.
Quando você perceber que se enganar é besteira
e que bom mesmo é fuder;
Você mandará este pudor para a puta que o pariu.
Thiago Cassim
Bob Rodrigues
André Guarany
Jean Bottentuit
Carina Portella
Izabela Parise
Casa da Bob
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