Quando invades os sentidos alheios
Percorre oculto.
Transcorre o disfarce.
Dos meios que sentem.
Senti alheios;
Colhi anseios.
Anh? Seios!
Entretanto, me acostumei!
Parei com a busca,
e hoje nada mais me basta.
Não te quero mais.
Porque apenas eu me basto neste copo de vinho.
Nesse corpo calado,
Nessa tarde amarela.
E esse sol que sai da sua boca.
Sua embriaguez dilata minha pupila...
Da claridade em que nos encontramos.
À luz do amor-mistério.
"Mistério sempre há de pintar por aí"...
"Ame-o e deixe-o livre para amar"...
Cleiton Jesus
Mariana Brites
Núbia Karolyna
Xandra
Bob Rodrigues
Marina Valente
André Guarany
Casaré
27/07/2012
"E ser artista no nosso convívio, pelo inferno e céu de todo dia. Pra poesia que a gente não vive, transformar o tédio em melodia... " CAZUZA
23 de outubro de 2012
Foi este o pensamento da noite:
"Prefiro estar perto de quem me faz bem,
do que estar perto de quem eu amo."
Triste, mas real.
Pelo menos pra mim!
É assim que a vida flui, com ou sem sentido,
O importante mesmo é estar VIVO.
I'm alive... vivo!
Sinestesiando em encontros vespertinos.
Emergindo na contemplação das pessoas, dos fatos..
Das vivências...
Fiiiiiiiii! As reminiscências.
Constante, passa, disfarça.
Háaáaáaáaá, devasta.
Entusiasta, embora devastado, embora disfarçado...
Fui embora.
Na casa do meu irmão tomando uma catu
e fumando um careta.
Quando me despertei já era tarde demais.
Núbia
Rafa Afonso
André Guarany
Cleiton Jesus
Harley Tolentino
Pedro Guilherme...
Casa da Tia Lúcia, Rafa e Diego
21/07/2012
- à casa do meu irmão.
"Prefiro estar perto de quem me faz bem,
do que estar perto de quem eu amo."
Triste, mas real.
Pelo menos pra mim!
É assim que a vida flui, com ou sem sentido,
O importante mesmo é estar VIVO.
I'm alive... vivo!
Sinestesiando em encontros vespertinos.
Emergindo na contemplação das pessoas, dos fatos..
Das vivências...
Fiiiiiiiii! As reminiscências.
Constante, passa, disfarça.
Háaáaáaáaá, devasta.
Entusiasta, embora devastado, embora disfarçado...
Fui embora.
Na casa do meu irmão tomando uma catu
e fumando um careta.
Quando me despertei já era tarde demais.
Núbia
Rafa Afonso
André Guarany
Cleiton Jesus
Harley Tolentino
Pedro Guilherme...
Casa da Tia Lúcia, Rafa e Diego
21/07/2012
- à casa do meu irmão.
Marcadores:
André Guarany,
Cleiton Jesus,
Harley Tolentino,
Núbia Karolyna,
Pedro Guilherme,
Rafael Afonso
Educação libertária, concepcionista.
À beleza da vida,
O "jeitinho lírico" do ser...
Ou de não assistir.
Prefiro tanto mais insistir.
E de repente mudar a conjugação.. (dos verbos)...
Poesia, arte da palavra viva.
Inspiração na contradição
Contradição que inspira...
Inspira e aspira a vida.
O inferno são os outros.
Pira. Respira. Re-pira.
Frases me voltam depois que tantas coisas já voaram.
São sempre os mesmos sentimentos.
O que muda são as personagens e os cenários.
Personagens e cenários que trazem um novo ar,
uma nova paixão,
um novo fôlego que contamina como uma cólera,
dando o verdadeiro sentido de se redescobrir.
André Guarany
Mari Brites
Marina Valente de Carvalho
Cicy Azevedo
Casaré
14/07/2012
À beleza da vida,
O "jeitinho lírico" do ser...
Ou de não assistir.
Prefiro tanto mais insistir.
E de repente mudar a conjugação.. (dos verbos)...
Poesia, arte da palavra viva.
Inspiração na contradição
Contradição que inspira...
Inspira e aspira a vida.
O inferno são os outros.
Pira. Respira. Re-pira.
Frases me voltam depois que tantas coisas já voaram.
São sempre os mesmos sentimentos.
O que muda são as personagens e os cenários.
Personagens e cenários que trazem um novo ar,
uma nova paixão,
um novo fôlego que contamina como uma cólera,
dando o verdadeiro sentido de se redescobrir.
André Guarany
Mari Brites
Marina Valente de Carvalho
Cicy Azevedo
Casaré
14/07/2012
Marcadores:
André Guarany,
Cintya Azevedo,
Mariana Brites,
Marina Valente
Alcatéia Beirou Cleiton Diverso.
Elefante Falante Gozou Haaaaá
Ihh! João Lastimou Muito.
Não Opus Porque Quis Ratificar.
Senti Tesão, Uhhhhh!, Vontade.
Xaxamais Zé Pedro!
Núbia Karolyna
André Guarany
Alonso Bento
Mariana Brites
Cristiane Mello
Deck da Ponte JK
11/07/2012
Elefante Falante Gozou Haaaaá
Ihh! João Lastimou Muito.
Não Opus Porque Quis Ratificar.
Senti Tesão, Uhhhhh!, Vontade.
Xaxamais Zé Pedro!
Núbia Karolyna
André Guarany
Alonso Bento
Mariana Brites
Cristiane Mello
Deck da Ponte JK
11/07/2012
Marcadores:
Alonso Bento,
André Guarany,
Cristiane Mello,
Mariana Brites,
Núbia Karolyna
19 de outubro de 2012
aBaCaTe bRaSiLeiRo coMPRaDo do eSTaDo
foi guLoSaMeNTe hieRaRQuiZaDo.
iRReSiSTíVeLMeNTe jaNTei leSMaS,
maS nuNCa oPRiMi poR queReR.
raZoáVeLMeNTe
seNTi tuDo uNiFiCaR voRaZMeNTe xuCaNDo zeBRaS.
pauLo weNCeSLau
núBia kaRoLYNa
tHaLiS raFaeL
caSa do pauLo
30/06/2012
foi guLoSaMeNTe hieRaRQuiZaDo.
iRReSiSTíVeLMeNTe jaNTei leSMaS,
maS nuNCa oPRiMi poR queReR.
raZoáVeLMeNTe
seNTi tuDo uNiFiCaR voRaZMeNTe xuCaNDo zeBRaS.
pauLo weNCeSLau
núBia kaRoLYNa
tHaLiS raFaeL
caSa do pauLo
30/06/2012
Marcadores:
Núbia Karolyna,
Paulo Wenceslau,
Thalis Rafael
Pisa, pisa que samba.
Explode a fumaça guerreira.
Voa latente, ecoa.
Ramificando os momentos;
Sutilezas que disparam com o vento.
Entre árvores retorcidas e indomadas,
Marias fedidas e suas crias.
Tons marrons mocam Dawson's Creeks.
Parece um cogumelo verde!
O bem maior,
e me deito que escoroooo.
Nas marielas verdes.
Que saudades dos bachs que partem.
Nostálgico saudosismo;
Sala de estar remetem cores, memórias.
Chega de poesismo...
Tira o "ismo"..
Coloca "ação".
Cleiton Jesus
André Guarany
Guará
20/06/2012
- a árvore que nos acolheu com marias fedidas.
Explode a fumaça guerreira.
Voa latente, ecoa.
Ramificando os momentos;
Sutilezas que disparam com o vento.
Entre árvores retorcidas e indomadas,
Marias fedidas e suas crias.
Tons marrons mocam Dawson's Creeks.
Parece um cogumelo verde!
O bem maior,
e me deito que escoroooo.
Nas marielas verdes.
Que saudades dos bachs que partem.
Nostálgico saudosismo;
Sala de estar remetem cores, memórias.
Chega de poesismo...
Tira o "ismo"..
Coloca "ação".
Cleiton Jesus
André Guarany
Guará
20/06/2012
- a árvore que nos acolheu com marias fedidas.
Quero, sei que quero, um trago, uma bola, humm!!!
Quem sabe duas.
Mas enquanto tudo isso acontece, sei que quero!!!
Das fumaças apáticas,
Das possibilidades perdidas.
Que invada a loucura
Me corte o pulso que ainda pulsa.
MôPôCô pesado,
como a vida insiste em ser.
Fura, estanca, permeia..
Invista em atitudes positivas.
Esquece que a liberdade é utópica...
E já que a vida, ou a liberdade da vida é utópica,
continuo insistindo na positividade!!
Do "agora" que já passou e do amanhã que há de vir...
Do tempo passado;
Aquele presente insistente
Insiste em arrancar.
Das voltas em volta...
...áááá... tudo passa.
Passa, passa, transpassa;
Transgride, transcende.
Revigora vida!!
Vida vivida sempre!!
Há! Eu consegui meu equilíbrio cortejando a insanidade.
Tudo está perdido, mas existem possibilidades.
Possibilidades de se chegar a lugar nenhum.
Tudo está perdido?
Alguém tira essa desesperança de mim!!
Surpreenda-me.
Ricardo de Souza
Cleiton Jesus
André Guarany
Estação 102 sul
15/06/2012
- esperança, desesperança..
- enfim, conseguimos..
Quem sabe duas.
Mas enquanto tudo isso acontece, sei que quero!!!
Das fumaças apáticas,
Das possibilidades perdidas.
Que invada a loucura
Me corte o pulso que ainda pulsa.
MôPôCô pesado,
como a vida insiste em ser.
Fura, estanca, permeia..
Invista em atitudes positivas.
Esquece que a liberdade é utópica...
E já que a vida, ou a liberdade da vida é utópica,
continuo insistindo na positividade!!
Do "agora" que já passou e do amanhã que há de vir...
Do tempo passado;
Aquele presente insistente
Insiste em arrancar.
Das voltas em volta...
...áááá... tudo passa.
Passa, passa, transpassa;
Transgride, transcende.
Revigora vida!!
Vida vivida sempre!!
Há! Eu consegui meu equilíbrio cortejando a insanidade.
Tudo está perdido, mas existem possibilidades.
Possibilidades de se chegar a lugar nenhum.
Tudo está perdido?
Alguém tira essa desesperança de mim!!
Surpreenda-me.
Ricardo de Souza
Cleiton Jesus
André Guarany
Estação 102 sul
15/06/2012
- esperança, desesperança..
- enfim, conseguimos..
Marcadores:
André Guarany,
Cleiton Jesus,
Ricardo de Souza
Delícia dos deuses, noite das descobertas,
noite das aventuras dionisíacas!
Auto da satisfação;
Sacros prazeres;
Condolentes luxúrias.
Espaço para questionar meu carro pro lado de lá.
Profanando. Seguindo. Cantando.
E o vinho não pára!
Divido a canção em quatro.
Três... Dois... Um..
E escolho a menor para perdoar meus erros.
Para, no segundo seguinte, me lembrar que nunca errei.
Nunca fiz mais ou menos do que podia;
Percebi que não eram minhas as palavras anorexas
e sim um vislumbre do futuro do resto do fim do universo.
Vivências, experiências, fluência, convivência e identificação.
Identidade, insanidade, liberdade.
Experimentar a sensação de (ser) sem ser notado.
Notando a insanidade de se ter liberdade.
E a liberdade de ter insanidade,
Não me cobre coerência.
E as prisões a qual a sanidade nos condiciona;
As gavetas de escura solidão...
Ih... tensão...
A luz ainda acesa.
As frases repetidas?
Pra quê essa pauta? Escrevo onde quiser...
Linha, que linha? Desalinha.
Mãos entre pernas para disfarçar o frio;
Frios nas mãos para disfarçar o calor;
Calor no frio para disfarçar o tempo;
Tempo nas mãos para disfarçar o tédio.
Com falta de ar e, talvez, de palavras para expressar tanto nada,
a alma vaza, os olhos se inclinam,
a respiração para pelo puro prazer de voltar e contar para todos.
Como o gelo nos olhos e o vazio dos corpos
esquentam e aquietam o caos do nosso medo.
Tão próximas fisicamente mas numa sensibilidade emocional tão distante.
Saudade do que não vivemos, das palavras e dos silêncios,
do corpo nu e dos prazeres ébrios.
Se o amor não é suficiente, o que seria?
Izabela Parise
André Guarany
Mari Brites
Xandra
Daniel Carvalho
Cicy Frenética
Casa da Mama
Hotel Móbile Suite
11/06/2012
noite das aventuras dionisíacas!
Auto da satisfação;
Sacros prazeres;
Condolentes luxúrias.
Espaço para questionar meu carro pro lado de lá.
Profanando. Seguindo. Cantando.
E o vinho não pára!
Divido a canção em quatro.
Três... Dois... Um..
E escolho a menor para perdoar meus erros.
Para, no segundo seguinte, me lembrar que nunca errei.
Nunca fiz mais ou menos do que podia;
Percebi que não eram minhas as palavras anorexas
e sim um vislumbre do futuro do resto do fim do universo.
Vivências, experiências, fluência, convivência e identificação.
Identidade, insanidade, liberdade.
Experimentar a sensação de (ser) sem ser notado.
Notando a insanidade de se ter liberdade.
E a liberdade de ter insanidade,
Não me cobre coerência.
E as prisões a qual a sanidade nos condiciona;
As gavetas de escura solidão...
Ih... tensão...
A luz ainda acesa.
As frases repetidas?
Pra quê essa pauta? Escrevo onde quiser...
Linha, que linha? Desalinha.
Mãos entre pernas para disfarçar o frio;
Frios nas mãos para disfarçar o calor;
Calor no frio para disfarçar o tempo;
Tempo nas mãos para disfarçar o tédio.
Com falta de ar e, talvez, de palavras para expressar tanto nada,
a alma vaza, os olhos se inclinam,
a respiração para pelo puro prazer de voltar e contar para todos.
Como o gelo nos olhos e o vazio dos corpos
esquentam e aquietam o caos do nosso medo.
Tão próximas fisicamente mas numa sensibilidade emocional tão distante.
Saudade do que não vivemos, das palavras e dos silêncios,
do corpo nu e dos prazeres ébrios.
Se o amor não é suficiente, o que seria?
Izabela Parise
André Guarany
Mari Brites
Xandra
Daniel Carvalho
Cicy Frenética
Casa da Mama
Hotel Móbile Suite
11/06/2012
Marcadores:
Alexandra Martins,
André Guarany,
Cintya Azevedo,
Daniel Carvalho,
Izabela Parise,
Mariana Brites
18 de outubro de 2012
Anel, brinco e tesoura.
Pegue e traga seus orixás.
Afague palavras à tarde.
Brilhem metais e soem as cores das belezas que não podemos ver.
E deuses ou entes,
Deuses iminentes que delineiam a nossa vontade
na cor da dormência entre íris brancas.
Soem sons dissonantes em respirações constantes.
Respirações estanques.
Amores a rir por horas.
Sonhos afundados.
Que o amor seja grande, e complexo.
Que o tesão venha e o deixe-o completo também.
Intenso,
em (tele) presença.
Presenciáveis na virtude da materialização.
Show me...
Me = the show...
André Guarany
Daniel Carvalho
Mari Brites
Xandra
(e algumas autoras desconhecidas..)
Chácara da Cyntia Azevedo
10/06/2012
Pegue e traga seus orixás.
Afague palavras à tarde.
Brilhem metais e soem as cores das belezas que não podemos ver.
E deuses ou entes,
Deuses iminentes que delineiam a nossa vontade
na cor da dormência entre íris brancas.
Soem sons dissonantes em respirações constantes.
Respirações estanques.
Amores a rir por horas.
Sonhos afundados.
Que o amor seja grande, e complexo.
Que o tesão venha e o deixe-o completo também.
Intenso,
em (tele) presença.
Presenciáveis na virtude da materialização.
Show me...
Me = the show...
André Guarany
Daniel Carvalho
Mari Brites
Xandra
(e algumas autoras desconhecidas..)
Chácara da Cyntia Azevedo
10/06/2012
Marcadores:
Alexandra Martins,
André Guarany,
Daniel Carvalho,
Mariana Brites
Gato, rede, luzes, mulheres..
Quão engano se enganou.
Sou artista porra! Não me cobre coerência.
E o que é ser artista?
Quando perder é encontrar,
busco o além e a alma,
espírito e perdão.
E na poesia sou redimido.
Confesso tudo: eu SINTO muito.
Eu sinto pra caralho.
Que drama!
Desce do drama, princesa.
Vem pro cortejo popular.
Contemple cores cromaticamente cordiais.
Venere ventilações nos ventres vis;
Viver é mais que contemplar.
e o caminho de junho...
Basta!
Frases feitas não me cabem!
Viva Cazuza!!
E nem solos de guitarra te encantam.
Deixo nas mãos da Gal o destino da noite.
André Guarany
Mariae Duarte
Bob Rodrigues
Casa da Mariae e onde reside a poesia (a gata)
09/06/2012
- a vida é a arte do encontro,
embora haja tanto desencontro pela vida (Vinicius)
Quão engano se enganou.
Sou artista porra! Não me cobre coerência.
E o que é ser artista?
Quando perder é encontrar,
busco o além e a alma,
espírito e perdão.
E na poesia sou redimido.
Confesso tudo: eu SINTO muito.
Eu sinto pra caralho.
Que drama!
Desce do drama, princesa.
Vem pro cortejo popular.
Contemple cores cromaticamente cordiais.
Venere ventilações nos ventres vis;
Viver é mais que contemplar.
e o caminho de junho...
Basta!
Frases feitas não me cabem!
Viva Cazuza!!
E nem solos de guitarra te encantam.
Deixo nas mãos da Gal o destino da noite.
André Guarany
Mariae Duarte
Bob Rodrigues
Casa da Mariae e onde reside a poesia (a gata)
09/06/2012
- a vida é a arte do encontro,
embora haja tanto desencontro pela vida (Vinicius)
Marcadores:
André Guarany,
Bob Rodrigues,
Mariae
Surgiu como misto da possibilidade;
Barulha a saudade;
Cola na cidade, cria paisagem.
Balanço os cachos dourados,
na cidade de cheiro feio.
Ô gosto!
De ser e estar na parte da liga.
Encaixa em pêlos roxos.
Invólucro de neolithic man
Endereços móveis estáveis.
Entope..
Vara noite vira.
Espreita bichano.
Esquece.
Já esqueci, ao me lembrar de outras coisas.
Engraçado como as coisas funcionam, né?
As memórias e os fatos somem,
para outras coisas aparecerem.
E assim segue a humanidade.
Estamos padronizados pelo cansaço em mono.
Mari Brites
Jeni Sousa
André Guaraná verde
Cleiton Jesus
Núbia Karolyna
Jorge
Casaré
05/06/12
- à Jeni perdida no campo (acompanha MôDêCô no original)
Barulha a saudade;
Cola na cidade, cria paisagem.
Balanço os cachos dourados,
na cidade de cheiro feio.
Ô gosto!
De ser e estar na parte da liga.
Encaixa em pêlos roxos.
Invólucro de neolithic man
Endereços móveis estáveis.
Entope..
Vara noite vira.
Espreita bichano.
Esquece.
Já esqueci, ao me lembrar de outras coisas.
Engraçado como as coisas funcionam, né?
As memórias e os fatos somem,
para outras coisas aparecerem.
E assim segue a humanidade.
Estamos padronizados pelo cansaço em mono.
Mari Brites
Jeni Sousa
André Guaraná verde
Cleiton Jesus
Núbia Karolyna
Jorge
Casaré
05/06/12
- à Jeni perdida no campo (acompanha MôDêCô no original)
Marcadores:
André Guarany,
Cleiton Jesus,
Jeni Sousa,
Jorge Sollari,
Mariana Brites,
Núbia Karolyna
12 de outubro de 2012
aGONIZEI bEM cEDO dE eCSTASY.
fÁBULAS gROTESCAS hISTÉRICAS
iNSTANTANEAMENTE jOGAVAM lANTERNAS
mUITO nOIADAS.
oNDE qUANDO rOSSAVAM sALIENTEMENTE.
tREPAVAM uTILIZANDO vULVAS,
xOTAVAM zELOSAMENTE.
hARLEY t. dIAS
pAULO wENCESLAU
pAULO rICARDO v. bORGES
bRUNO gADELHA
jOÃO pAULO v. bORGES
cASA dO pAULO w.
05/06/2012
fÁBULAS gROTESCAS hISTÉRICAS
iNSTANTANEAMENTE jOGAVAM lANTERNAS
mUITO nOIADAS.
oNDE qUANDO rOSSAVAM sALIENTEMENTE.
tREPAVAM uTILIZANDO vULVAS,
xOTAVAM zELOSAMENTE.
hARLEY t. dIAS
pAULO wENCESLAU
pAULO rICARDO v. bORGES
bRUNO gADELHA
jOÃO pAULO v. bORGES
cASA dO pAULO w.
05/06/2012
Me embriago dos versos ritualizados.
Derramado reluz!
Invade mundos opacos
Soa arrastado.
Penso que a lua compreende perfeitamente o que sinto!
Penso em desnudar o interno.
Em jogar para o mundo todo o bom que tenho!
Vamos emanar e receber boas vibrações, galera!
Afinal, a vida taí pra isso!
Alguém me dá um vinho!?!
Oba! Vinho pra comemorar boa música e uma galera bem da boa!
Comemorar é morar junto com a alma alheia por instantes, excitantes!
A vida é feita para ser comemorada!
Por isso vamos celebrar a vida no momento mais importante, o agora!
Nada é mais valioso que o presente de estar feliz nesse instante.
Já que até aquele mosquitinho
que é morto com o piscar de nossos olhos tem a sua função,
porque não haveremos de ter a importância nesse pisco de instante?
Mas de mosquito, verme, primatas, homem erétil, tudo nesse mundo,
Todos temos sua importância nesse viver.
Pára tudo, que porra é essa de evolução se estamos cada vez mais regredindo,
cada vez querendo sair mais desta realidade medíocre.
Ouço um grito!
E nessa hora nada rima com ônibus
E a minha realidade se mistura na massa dessa cidade sem dono.
Com sons e ruídos me perco no meu eu.
Como saber quanto tempo se passou sem sairmos daqui?
Só sei que foi assim...
Com imagens e visões me perco nos outros...
Porra! Quanto tempo estamos aqui?
Sei que a hora sempre passa e eu espero talvez algum dia,
fazer tudo que um dia, quer dizer uma hora,
desculpa,
mas quando me vejo mais uma vez me perdi no tempo!
Tempo que passa, flutua, voa.
Ele vai e eu não consigo tocar.
Tornou-se automático, robótico e rotineiro.
Não sei se corro atrás dele ou se espero-o aqui.
Só. Sozinha e nua.
Eu resolvi seguir e o tempo que se vire pra me acompanhar.
Cleiton Jesus
Pedro
Núbia Karolyna
Isabel Amorim
Célio Amorim
Ludmila Coralina
Diogo Santos
Morgana Gama
Mário Freire
Rodrigo Zacht
André Guarany
Ricardo de Souza
Letícia Machado
Museu Nacional
02/06/2012
11 de outubro de 2012
Penso no que falo, no que digo, no que sei,
Mas não sei se tudo é verdade.
Sociedade abominável!
Abominável homem da vida.
Eruditos populares;
Vida é pra ser vivida intensamente.
E não para tentar explicar os cantos das maresias.
Não sei em que ponto eu me perdi de tudo que achava que tinha
e acabei onde sou o que nunca achei que seria.
Deixar de ser um mundo,
este que não me traz afagos turvos e mãos que serpenteiam.
Mas rolou uma conexão... Uma familiaridade!
De onde você vem?
Como é teu nome completo?
Nome?
Pra quê rótulos?
Se nesse mundo todos são únicos,
tendo o privilégio de viver nesse curto tempo de vida.
Mário Freire
André Guarany
Rodrigo Zacht
Morgana Gama
Vinícius Souza
Núbia Karolyna
Diogo Santos
Museu Nacional
01º/06/2012
- Isso é só uma fusão de conhecimentos de fatos não explicáveis
Mas não sei se tudo é verdade.
Sociedade abominável!
Abominável homem da vida.
Eruditos populares;
Vida é pra ser vivida intensamente.
E não para tentar explicar os cantos das maresias.
Não sei em que ponto eu me perdi de tudo que achava que tinha
e acabei onde sou o que nunca achei que seria.
Deixar de ser um mundo,
este que não me traz afagos turvos e mãos que serpenteiam.
Mas rolou uma conexão... Uma familiaridade!
De onde você vem?
Como é teu nome completo?
Nome?
Pra quê rótulos?
Se nesse mundo todos são únicos,
tendo o privilégio de viver nesse curto tempo de vida.
Mário Freire
André Guarany
Rodrigo Zacht
Morgana Gama
Vinícius Souza
Núbia Karolyna
Diogo Santos
Museu Nacional
01º/06/2012
- Isso é só uma fusão de conhecimentos de fatos não explicáveis
Marcadores:
André Guarany,
Diogo Santos,
Mário Freire,
Morgana Gama,
Núbia Karolyna,
Rodrigo Zacht,
Vinícius Souza
Cinza.
Cor e sentimento, nome de coloração e de estado de espírito...
As coisas andam cinzas...
Como o céu em dias nublados que cobre nossos olhos com o cinza.
O cinza da névoa dominante.
A temperatura fica baixa nesses dias, mas o calor de dentro aumenta.
Também, pudera!
E que bom que aumenta, afinal de contas nada mais justo, não é mesmo?
Pra quebrar o cinza... tirar de vez.
Não se esquecendo que somos criaturas
e que criaturas nem sempre são bem criadas.
A certeza nunca é plena, sempre se deve pensar mais de uma vez.
Não sei se deve tirar...
Não, não se deve tirar.
Esse cinza que me refiro, vem natural.
Anna Moura
Paulo Wenceslau
Dulcina
24. 05. 12
Cor e sentimento, nome de coloração e de estado de espírito...
As coisas andam cinzas...
Como o céu em dias nublados que cobre nossos olhos com o cinza.
O cinza da névoa dominante.
A temperatura fica baixa nesses dias, mas o calor de dentro aumenta.
Também, pudera!
E que bom que aumenta, afinal de contas nada mais justo, não é mesmo?
Pra quebrar o cinza... tirar de vez.
Não se esquecendo que somos criaturas
e que criaturas nem sempre são bem criadas.
A certeza nunca é plena, sempre se deve pensar mais de uma vez.
Não sei se deve tirar...
Não, não se deve tirar.
Esse cinza que me refiro, vem natural.
Anna Moura
Paulo Wenceslau
Dulcina
24. 05. 12
Avistei Bum,
Céu Deslumbrante Estava Focado.
Gastei Horas Imaginando Janelas Laterais,
Mencionando Novas Opções Para Que Respostas Surgissem,
Tentando Unificar,
Visando Xamanizar Zeus.
Sérgio Dhubrann
Vinícius Souza
Mira Tequila
Paulo Wenceslau
Julianta do Nascimento
Harley Dias
João Paulo V. Borges
Alessandra Philipp
Maio/2012
Museu Nacional
Céu Deslumbrante Estava Focado.
Gastei Horas Imaginando Janelas Laterais,
Mencionando Novas Opções Para Que Respostas Surgissem,
Tentando Unificar,
Visando Xamanizar Zeus.
Sérgio Dhubrann
Vinícius Souza
Mira Tequila
Paulo Wenceslau
Julianta do Nascimento
Harley Dias
João Paulo V. Borges
Alessandra Philipp
Maio/2012
Museu Nacional
11 de agosto de 2012
Da pinga do pingo
Pingando... Fisgado.
Derrama lacejos.
Escorrem traçados.
Pi... Pi... Pi... Pi.
Cai. pi. cai. pi.
Cai. pim. cai. pim.
Caipim.
Ca(i)pim.
Ca (i) pim.
Ca pim.
TSIEGRETLOP...
Capricornianos, leoninos, arianos...
Quentes como as noites devem ser.
Estanquismos, vigilantes.
Molhados de vinho.
Calçados com as botas da saudade...
Será o reencontro, intervalo?
Prefiro acreditar que é recompensa.
A magia da verdade inteira.
Todo poderoso amor.
Inspiração para o reencontro.
Embora exista o momento, dentro do tempo,
Me pergunto em que momento será o tempo
de ser um genuíno e vívido momento,
um único segundo no qual toda a atenção esteja voltada para ele.
Me pergunto de momento...
Ouvindo e vejo ele indo no vento.
E eu me reinventando no intento.
E, olha, que tento...
Tento variar o tom para ouvir melhor.
Talvez uma pausa,
retomada no choque dos astros.
Na verdade eu queria saber o que vocês costumam conversar
porque eu já tentei de tudo.
Mas não sei se é por arrogância ou de propósito
mas sempre sou tirado.
Vida "diga" porque isso acontece?
Conversar, esbravejar,
expor seu pensamento para outros.
Na verdade, isto não é um problema.
Não é identificado,
tem de ser procurado.
Cleiton Jesus
Marina Menezes
André Guarany
Bob Rodrigues
Marina
Lucy in the Sky
Maribrites
Lorena Calábria
Ricardo
Paulo W.
Parcão 112/113 sul
20/04/2012
- Como um objeto não identificado e desabafo do Richard
e Marininha presente!! Making MoPoCo for the first time!
Pingando... Fisgado.
Derrama lacejos.
Escorrem traçados.
Pi... Pi... Pi... Pi.
Cai. pi. cai. pi.
Cai. pim. cai. pim.
Caipim.
Ca(i)pim.
Ca (i) pim.
Ca pim.
TSIEGRETLOP...
Capricornianos, leoninos, arianos...
Quentes como as noites devem ser.
Estanquismos, vigilantes.
Molhados de vinho.
Calçados com as botas da saudade...
Será o reencontro, intervalo?
Prefiro acreditar que é recompensa.
A magia da verdade inteira.
Todo poderoso amor.
Inspiração para o reencontro.
Embora exista o momento, dentro do tempo,
Me pergunto em que momento será o tempo
de ser um genuíno e vívido momento,
um único segundo no qual toda a atenção esteja voltada para ele.
Me pergunto de momento...
Ouvindo e vejo ele indo no vento.
E eu me reinventando no intento.
E, olha, que tento...
Tento variar o tom para ouvir melhor.
Talvez uma pausa,
retomada no choque dos astros.
Na verdade eu queria saber o que vocês costumam conversar
porque eu já tentei de tudo.
Mas não sei se é por arrogância ou de propósito
mas sempre sou tirado.
Vida "diga" porque isso acontece?
Conversar, esbravejar,
expor seu pensamento para outros.
Na verdade, isto não é um problema.
Não é identificado,
tem de ser procurado.
Cleiton Jesus
Marina Menezes
André Guarany
Bob Rodrigues
Marina
Lucy in the Sky
Maribrites
Lorena Calábria
Ricardo
Paulo W.
Parcão 112/113 sul
20/04/2012
- Como um objeto não identificado e desabafo do Richard
e Marininha presente!! Making MoPoCo for the first time!
Engraçado como as coisas são...
Impressionante a velocidade do tempo
que te impede de fazer tantas outras escolhas,
e mesmo assim,
ainda são tantas coisas feitas...
Coisas doidas, sãs, involucráveis.
Vislumbres em rotinas viciosas.
Parâm! Parâm!
Frustrações de um mundo caótico.
O firmamento da cidade
Só traz o vazio...
Fica ou vai?
...Vem, me leve à parte.
Abrem as fronteiras
Das partes que partem.
De que valeram então todas aquelas palavras ditas que eu ouvi?
De que valeram todos os sons ouvidos da porra da verborragia que eu usei...
Isso tudo é colapso de ideias surgindo do nada..
O mundo vive tentando dizer o que sente.
Encontrar onde está.
Os lapsos relatos
Disparam instantes
Constantes... ardor.
Anna Moura
André Guarany
Karolchita Balachita
Cleiton Jesus
Biblioteca . Museu Nacional
18/04/2012
- da verborragia escarrada, cuspida. Pesado!
Rola uma cadeia...
Marcadores:
André Guarany,
Anna Moura,
Cleiton Jesus,
Karoline Oliveira
Aqui agora, estou muito feliz com meu amor e um grande amigo.
O momento do ciclo da vida é muito bom.
O presente também.
A única coisa que me aflige é o medo desse ciclo terminar.
Medo mesmo. Extremo. Pânico.
Que tenso...
A ciclovia cíclica lacra a ciclicidade.
Ciclos enfim.
Extensas estantes guardam amarelas mangas.
Ciclorísticas e firmes amorosas.
As ciclarias fazem você ganhar ou colher frutos.
Toma-se um novo tempo,
onde tudo muda ou continua do mesmo jeito.
Ciclos enfim...
Ganhar frutos sempre tem um bom sabor.
Porém colher os frutos é ainda mais saboroso.
E que esses frutos sejam colhidos todo ano...
Não tem preço.
Como toda época tem sua época,
Todo ciclo tem seu ciclo.
Ciclos, enfim...
Paulo Wenceslau
Marina Menezes
André Guarany
Foyer Dulcina
20/03/2012
- ARQUÍCERVO!!
AQUI SIRVO!
AQUI SERVO!
O momento do ciclo da vida é muito bom.
O presente também.
A única coisa que me aflige é o medo desse ciclo terminar.
Medo mesmo. Extremo. Pânico.
Que tenso...
A ciclovia cíclica lacra a ciclicidade.
Ciclos enfim.
Extensas estantes guardam amarelas mangas.
Ciclorísticas e firmes amorosas.
As ciclarias fazem você ganhar ou colher frutos.
Toma-se um novo tempo,
onde tudo muda ou continua do mesmo jeito.
Ciclos enfim...
Ganhar frutos sempre tem um bom sabor.
Porém colher os frutos é ainda mais saboroso.
E que esses frutos sejam colhidos todo ano...
Não tem preço.
Como toda época tem sua época,
Todo ciclo tem seu ciclo.
Ciclos, enfim...
Paulo Wenceslau
Marina Menezes
André Guarany
Foyer Dulcina
20/03/2012
- ARQUÍCERVO!!
AQUI SIRVO!
AQUI SERVO!
Marcadores:
André Guarany,
Marina Menezes,
Paulo Wenceslau
Abstraí Batatas Crocantes De Ervilha.
Fogo Gostoso, Havia.
Interesse Jejuado,
Lembrou Magníficos Nostálgicos Ornamentados?
Politizados?
Quem Respondeu Sabiamente...
Tentou Unificar Vidas Xoxas Zanzando...
Paulo Wenceslau
Harley Tolentino
Marina Menezes
Casa do Paulo
13/03/2012
Fogo Gostoso, Havia.
Interesse Jejuado,
Lembrou Magníficos Nostálgicos Ornamentados?
Politizados?
Quem Respondeu Sabiamente...
Tentou Unificar Vidas Xoxas Zanzando...
Paulo Wenceslau
Harley Tolentino
Marina Menezes
Casa do Paulo
13/03/2012
Marcadores:
Harley Tolentino,
Marina Menezes,
Paulo Wenceslau
aRMADILHAS bANAIS cONQUISTAM dEUSAS eGÍPCIAS,
fACILMENTE.
gOSTARÍAMOS hERMES,
iNDAGAR jUREMA lIVRE,
mAS nATURALMENTE oMISSA,
pARA qUICAR rESPOSTAS sÁBIAS.
tUDO uNICAMENTE vALORIZANDO xAXINS zELOSOS.
aNNA mOURA
gY oLIVEIRA
iANA rIMAT
hARLEY tOLENTINO
aLESSANDRA pALOMITA
mARINA mENEZES
nATASHA dOMICIANO
pAULO wENCESLAU
fOYER dULCINA
13.03.2012
fACILMENTE.
gOSTARÍAMOS hERMES,
iNDAGAR jUREMA lIVRE,
mAS nATURALMENTE oMISSA,
pARA qUICAR rESPOSTAS sÁBIAS.
tUDO uNICAMENTE vALORIZANDO xAXINS zELOSOS.
aNNA mOURA
gY oLIVEIRA
iANA rIMAT
hARLEY tOLENTINO
aLESSANDRA pALOMITA
mARINA mENEZES
nATASHA dOMICIANO
pAULO wENCESLAU
fOYER dULCINA
13.03.2012
6 de agosto de 2012
Alicates Boicotados Com Dimensões Esferográficas
Focam Gazelas Humanas.
Ilustrando Jogos Luminosos.
Moldando Nocivamente Objetos Pontiagudos Quentes,
Ressecando Somente Tribais Universais,
Vegetarianos, Xamânicos Zumbis.
Samuel Daleprane
Alessandra Palomita
Marina Menezes
Paulo Wenceslau
Natasha Domiciano
Anna Moura
Foyer Dulcina
13/03/2012
Focam Gazelas Humanas.
Ilustrando Jogos Luminosos.
Moldando Nocivamente Objetos Pontiagudos Quentes,
Ressecando Somente Tribais Universais,
Vegetarianos, Xamânicos Zumbis.
Samuel Daleprane
Alessandra Palomita
Marina Menezes
Paulo Wenceslau
Natasha Domiciano
Anna Moura
Foyer Dulcina
13/03/2012
Amanheceu Bonito Como Dias.
Esses Falsos Guerreiros, Homens, Imaginavam Jias.
Lutando, Morrendo, Nessa Orgia.
Porque Quem Restou Somente,
Tanto Uniu Vossas Xícaras Zunindo.
Samuel Daleprane
Alessandra Palomita
Marina Menezes
Paulo Wenceslau
Ratoeira, CONIC
09/03/2012
Esses Falsos Guerreiros, Homens, Imaginavam Jias.
Lutando, Morrendo, Nessa Orgia.
Porque Quem Restou Somente,
Tanto Uniu Vossas Xícaras Zunindo.
Samuel Daleprane
Alessandra Palomita
Marina Menezes
Paulo Wenceslau
Ratoeira, CONIC
09/03/2012
Marcadores:
Alessandra Palomita,
Marina Menezes,
Paulo Wenceslau,
Samuel Daleprane
18 de julho de 2012
Zarpei Xoxo, Vitorioso, Unânime.
Turvo, Soube Renunciar Querendo Putas Ordinárias.
Naveguei Melhor Loucão.
Juremar Imaginou Hierofantes Gagos,
Falando Enigmas, Devaneios...
Cuidado!! Buraco À vista!!
Kyll
Ugo Toddeboa
Alonso Bento
09/03/2012
Bar do Mendes
- navegar é preciso!
Turvo, Soube Renunciar Querendo Putas Ordinárias.
Naveguei Melhor Loucão.
Juremar Imaginou Hierofantes Gagos,
Falando Enigmas, Devaneios...
Cuidado!! Buraco À vista!!
Kyll
Ugo Toddeboa
Alonso Bento
09/03/2012
Bar do Mendes
- navegar é preciso!
Marcadores:
Alonso Bento,
Kamilla Nunes Kyll,
Ugo Todde
16 de julho de 2012
Amamentou o Chacal,
ao invés do coala enjeitado.
Agora sofre as agruras da cria devorando teus olhos.
Sofraaa, ha, he, hi, ha, ha
Caia da sarjeta, injeta,
Se ajeita, então.
Calça o espartar, espertão.
Tá tão loba, tô boba.
Tô loca indo no fluxo.
A gente respira, e cria.
Pensa, transpira, realiza, poesia...
Vá no fluxo, arrepio.
Treme, fede, chora, e vai pra casa,
fica na rua.
Jean Bottentuit
Marcelo Nenevê
Rebeca C. Branco
01º/03/2012
No cachorro quente vegetariano da 201
(na torcida da Kit-Sacola)
Agora sofre as agruras da cria devorando teus olhos.
Sofraaa, ha, he, hi, ha, ha
Caia da sarjeta, injeta,
Se ajeita, então.
Calça o espartar, espertão.
Tá tão loba, tô boba.
Tô loca indo no fluxo.
A gente respira, e cria.
Pensa, transpira, realiza, poesia...
Vá no fluxo, arrepio.
Treme, fede, chora, e vai pra casa,
fica na rua.
Jean Bottentuit
Marcelo Nenevê
Rebeca C. Branco
01º/03/2012
No cachorro quente vegetariano da 201
(na torcida da Kit-Sacola)
Marcadores:
Jean Bottentuit,
Marcelo Nenevê,
Rebeca C. Branco
13 de julho de 2012
Uáá! Felicidades multi reais no momento.
Dos vasos férteis cagados.
Amolei os cegos dentes do leão selvagem.
Estanquei os surdos dedos de aquários caucasianos.
Preenchidos com o sangue do vão escuro na claridade.
Caio
Cleiton
Jean
André
Louisse
Casa do Caio
06/02/2012
- aniversário da Lou
Dos vasos férteis cagados.
Amolei os cegos dentes do leão selvagem.
Estanquei os surdos dedos de aquários caucasianos.
Preenchidos com o sangue do vão escuro na claridade.
Caio
Cleiton
Jean
André
Louisse
Casa do Caio
06/02/2012
- aniversário da Lou
Marcadores:
André Guarany,
Cabelo SanMan,
Cleiton Jesus,
Jean Bottentuit,
Louisse Aldrigues
Meus olhos ardem, isso não é coisa alguma...
Eu chamaria de nada!
Essa é a minha primeira vez voando;
O vento, por sua velocidade;
Os insetos, por tantas verdades e;
Partículas irreconhecíveis, por serem invisíveis!
Todos seguindo um instinto (distinto) chocam-se contra minha visão.
Visando mundos ainda não acordados;
Limando os párias sem fígado
Acometidos por um fel semi-árido!
Encontrei um ovni transexualista.
O tal, muito estranho, estava pálido, trêmulo, palpitante...
Tentativa de contato... Tentei um tato,
Uma daquelas danças que contagiam, convidativa...
Nenhuma resposta.
Pensei que ia ouvir pelo menos sua respiração,
mas só escutei o eco de mim mesmo.
Daí, pensávamos,
unicamente separados pelos barulhos de nosso ar se,
a partir dali, seguiríamos inadvertidamente rumo ao nosso abismo unilateral.
Fatal.
Jura ser real, mas morre ficcional.
Prevê o final e a luz do fim é sensacional.
Surreal! Me lembro quando os heróis pareciam reais,
Tudo era tão eterno, a magia congelada no tempo.
Todos temos condições de fazer história,
em um simples gesto se pode mudar um final.
Final porquê?
Estanques ilusórios vibram com sensações febris.
Sorria!
Recobertos de tudo,
todos recordam dos tempos onde o nada não precisava ser descoberto.
E a história reinicia...
Daniel Carvalho (com um infinito medo do esparro)
Jean Bottentuit (amalgamalorista)
Danilo A. X.
Alonso Bento
Diogo Alves Xavier
Mariana Brites
Leonardo Brasil
Ravi Diniz
André Guarany
Igor Baseggio
Bar do Mendes
05/02/2012
- a única certeza da vida é a morte!
Eu chamaria de nada!
Essa é a minha primeira vez voando;
O vento, por sua velocidade;
Os insetos, por tantas verdades e;
Partículas irreconhecíveis, por serem invisíveis!
Todos seguindo um instinto (distinto) chocam-se contra minha visão.
Visando mundos ainda não acordados;
Limando os párias sem fígado
Acometidos por um fel semi-árido!
Encontrei um ovni transexualista.
O tal, muito estranho, estava pálido, trêmulo, palpitante...
Tentativa de contato... Tentei um tato,
Uma daquelas danças que contagiam, convidativa...
Nenhuma resposta.
Pensei que ia ouvir pelo menos sua respiração,
mas só escutei o eco de mim mesmo.
Daí, pensávamos,
unicamente separados pelos barulhos de nosso ar se,
a partir dali, seguiríamos inadvertidamente rumo ao nosso abismo unilateral.
Fatal.
Jura ser real, mas morre ficcional.
Prevê o final e a luz do fim é sensacional.
Surreal! Me lembro quando os heróis pareciam reais,
Tudo era tão eterno, a magia congelada no tempo.
Todos temos condições de fazer história,
em um simples gesto se pode mudar um final.
Final porquê?
Estanques ilusórios vibram com sensações febris.
Sorria!
Recobertos de tudo,
todos recordam dos tempos onde o nada não precisava ser descoberto.
E a história reinicia...
Daniel Carvalho (com um infinito medo do esparro)
Jean Bottentuit (amalgamalorista)
Danilo A. X.
Alonso Bento
Diogo Alves Xavier
Mariana Brites
Leonardo Brasil
Ravi Diniz
André Guarany
Igor Baseggio
Bar do Mendes
05/02/2012
- a única certeza da vida é a morte!
Abajur Bêbado.
Coçou Dinamites Embuchados,
Falantes, Geométricos;
Habitavam Isadora;
Jogavam Labirinto, Miríades.
Negociam Ovnis; Patentes Qualificadas.
Rechaçadas, Santificadas.
Texturizavam Urbes Vocacionais,
Xaxando Zilka.
Jean B.
Ana H.
André G.
Tarso C.
03/02/2012
Casa da Ariadne,
mother of Ane Helene and Taize Naves...
Coçou Dinamites Embuchados,
Falantes, Geométricos;
Habitavam Isadora;
Jogavam Labirinto, Miríades.
Negociam Ovnis; Patentes Qualificadas.
Rechaçadas, Santificadas.
Texturizavam Urbes Vocacionais,
Xaxando Zilka.
Jean B.
Ana H.
André G.
Tarso C.
03/02/2012
Casa da Ariadne,
mother of Ane Helene and Taize Naves...
Marcadores:
Ana Helena,
André Guarany,
Jean Bottentuit,
Tarso Cardoso
Antes deslumbrantes,
elucubrações atemporais exploram partes obscuras.
A explosão endoça a vida.
"Trica, trica!"
Dizia-se ao ouvir o estrondo.
Tic-tac,
Bate o ronco da palavra morta.
Enquanto um cisco invade a lágrima da chuva,
Acabando com mais um risco em infinita temporada.
Tormenta tomada, queda, barrigada.
Tíbia infinita, os poros os ossos.
Calçado de cálcio com desproporcionais caninos.
Taradinhos com o cio na boca e o mel no cu.
André Guarany
Hélio
Alanna Alves
Carol Barreiro
Ana Helena
Tarso Cardoso
Jean Bottentuit
Casa da Mãe da Anelena e Tatá Naves
03/02/2012
- aos encontros...
elucubrações atemporais exploram partes obscuras.
A explosão endoça a vida.
"Trica, trica!"
Dizia-se ao ouvir o estrondo.
Tic-tac,
Bate o ronco da palavra morta.
Enquanto um cisco invade a lágrima da chuva,
Acabando com mais um risco em infinita temporada.
Tormenta tomada, queda, barrigada.
Tíbia infinita, os poros os ossos.
Calçado de cálcio com desproporcionais caninos.
Taradinhos com o cio na boca e o mel no cu.
André Guarany
Hélio
Alanna Alves
Carol Barreiro
Ana Helena
Tarso Cardoso
Jean Bottentuit
Casa da Mãe da Anelena e Tatá Naves
03/02/2012
- aos encontros...
Marcadores:
Alanna Alves,
Ana Helena,
André Guarany,
Carol Barreiro,
Hélio,
Jean Bottentuit,
Tarso Cardoso
Ventríloquos vigentes visam vitórias vingativas
Espasmos estanquistas entre escadas e estantes.
Rasgando roupas rotas, respingadas, ransosas...
Sem separar seus sectos, sem setas, sem séculos...
Sem sexo.
Tato teto tenho, não tenho...
Tudo! Menos teu! Menos nosso, menos quero...
Últimos suspiros ao vento me levam e elevam ao máximo e de repente nada...
Ajudar, resgatar, rezar, falar, amar,
Fazendo tudo isso sem pensar...
Pensando bem...
Acho que não tenho mais falta de ar.
Comprimido há de olhar por mim.
Comprimido que olha, sufoca.
É necessário relaxar.
Sua mãe sabe onde você tá?
Deve achar que estou aqui.
Porque pensaria o contrário?!
Mas, porque as gotas na forma vertical caem dessa forma.
Formam, nesta caio a gravidade, vértices pluriformes
Que sai só de onde saem os pensamentos,
que pensam mas dispensam quando repetem as próprias formas.
Que repensam, mas impensão os contrários e os porquês.
Do que na verdade não importa...
Ou estou equivocado?
Apenas palavras...
A energia que flui das entranhas dos seres moleculares somos nozes.
A cavidade aguçada almeja o retorno das águas tensas.
Águas o sentido da vida fluida
Pingando a pinga etílica, pingando pingos pianinos.
(Rompante!)
De repente reivindiquei as horas.
André Guarany
Daniel Carvalho
Clélia Bastos
João Paulo Salerno
Jean Bottentuit
Maribrites
30/01/2012
Casa do Dedé G.
Espasmos estanquistas entre escadas e estantes.
Rasgando roupas rotas, respingadas, ransosas...
Sem separar seus sectos, sem setas, sem séculos...
Sem sexo.
Tato teto tenho, não tenho...
Tudo! Menos teu! Menos nosso, menos quero...
Últimos suspiros ao vento me levam e elevam ao máximo e de repente nada...
Ajudar, resgatar, rezar, falar, amar,
Fazendo tudo isso sem pensar...
Pensando bem...
Acho que não tenho mais falta de ar.
Comprimido há de olhar por mim.
Comprimido que olha, sufoca.
É necessário relaxar.
Sua mãe sabe onde você tá?
Deve achar que estou aqui.
Porque pensaria o contrário?!
Mas, porque as gotas na forma vertical caem dessa forma.
Formam, nesta caio a gravidade, vértices pluriformes
Que sai só de onde saem os pensamentos,
que pensam mas dispensam quando repetem as próprias formas.
Que repensam, mas impensão os contrários e os porquês.
Do que na verdade não importa...
Ou estou equivocado?
Apenas palavras...
A energia que flui das entranhas dos seres moleculares somos nozes.
A cavidade aguçada almeja o retorno das águas tensas.
Águas o sentido da vida fluida
Pingando a pinga etílica, pingando pingos pianinos.
(Rompante!)
De repente reivindiquei as horas.
André Guarany
Daniel Carvalho
Clélia Bastos
João Paulo Salerno
Jean Bottentuit
Maribrites
30/01/2012
Casa do Dedé G.
Marcadores:
André Guarany,
Clélia Bastos,
Daniel Carvalho,
Jean Bottentuit,
João Paulo Salerno,
Mariana Brites
6 de julho de 2012
Envergada de sóis, ruga lunar
Rabo de cometa, cometa e cauda
Blinc, blinc não é brilho de estrela
Pararam, pararam, pararam.
E disparam uma bazuca com íons radiotivos.
A cara das tartarugas.
Que sorriam feito loucas,
correram para a lua e nunca mais foram vistas.
Águas correndo pelo vale daqueles olhos sombrios,
Cheios de sentimentos enrustidos.
Invólucro por sistemas cotistas.
Embriagado de desnudamentos libertários.
Moscas varejam estereótipos..
Como senhoras de verdade;
Fantasmas perdidos no real ou vivos no mundo dos mortos.
Virando copos, latinhas, doses,
e depois diante de uma tela, de uma oratória.
Encontros, procuras, acertos.
Pilhas de jogos esperando um devir.
Esperando a espera que por não se autoimaginar;
copiei ansiosa pensamentos gerais.
Cigarros compartilhados.
Usei então pensamentos alheios.
Que também eram pertencentes ao meu amplo vocabulário.
Fumei meus próximos.
Fodi com desconhecidos sem lubrificação cósmica,
Os mesmos desconhecidos sem glóbulos infra-lunares!
Salve a infraestrutura solar...
Daniel Carvalho
Lino
Rogélyo
Vivian Carballar
André Guarany
Neto
Alonso
Mari Brites
Victor Carballar
Jean Bottentuit
Casa do Rogélyo
29/01/2012
Rabo de cometa, cometa e cauda
Blinc, blinc não é brilho de estrela
Pararam, pararam, pararam.
E disparam uma bazuca com íons radiotivos.
A cara das tartarugas.
Que sorriam feito loucas,
correram para a lua e nunca mais foram vistas.
Águas correndo pelo vale daqueles olhos sombrios,
Cheios de sentimentos enrustidos.
Invólucro por sistemas cotistas.
Embriagado de desnudamentos libertários.
Moscas varejam estereótipos..
Como senhoras de verdade;
Fantasmas perdidos no real ou vivos no mundo dos mortos.
Virando copos, latinhas, doses,
e depois diante de uma tela, de uma oratória.
Encontros, procuras, acertos.
Pilhas de jogos esperando um devir.
Esperando a espera que por não se autoimaginar;
copiei ansiosa pensamentos gerais.
Cigarros compartilhados.
Usei então pensamentos alheios.
Que também eram pertencentes ao meu amplo vocabulário.
Fumei meus próximos.
Fodi com desconhecidos sem lubrificação cósmica,
Os mesmos desconhecidos sem glóbulos infra-lunares!
Salve a infraestrutura solar...
Daniel Carvalho
Lino
Rogélyo
Vivian Carballar
André Guarany
Neto
Alonso
Mari Brites
Victor Carballar
Jean Bottentuit
Casa do Rogélyo
29/01/2012
Marcadores:
Alonso Bento,
André Guarany,
Daniel Carvalho,
Jean Bottentuit,
Lino,
Mariana Brites,
Neto,
Rogélyo,
Victor Carballar,
Vivian Carballar
Alemães Bitucavam Cigarros Diuréticos;
Espanhóis Forneciam Gases Hospitalares Indigestos.
Jogavam Lapões.
Maresia Nasceu Oriental.
Popular Querosene Rotulado Suprimia Todos Unos.
Vacilei Xoxota Zarolha.
Jean Bottentuit
Ugo Todde
Lucas Althoff
Igor de Souza
Caio Althoff
Espanhóis Forneciam Gases Hospitalares Indigestos.
Jogavam Lapões.
Maresia Nasceu Oriental.
Popular Querosene Rotulado Suprimia Todos Unos.
Vacilei Xoxota Zarolha.
Jean Bottentuit
Ugo Todde
Lucas Althoff
Igor de Souza
Caio Althoff
Marcadores:
Caio Althoff,
Igor de Souza,
Jean Bottentuit,
Lucas Althoff,
Ugo Todde
Arembepe, Bahia,
Calmaria Durante Estrada Fuderosa, Gostosa,
Horizontes Imagináveis.
Juventude Laburiosa Modificou Nada Ontem.
Questionaria (Portanto) Razão Sobre Tudo.
Único Vantajoso Xisto Zelador
Raíssa Costa
Gustavo Kurt
Julius
Lorena Aloli
Arembepe . BA
08/01/2012
Calmaria Durante Estrada Fuderosa, Gostosa,
Horizontes Imagináveis.
Juventude Laburiosa Modificou Nada Ontem.
Questionaria (Portanto) Razão Sobre Tudo.
Único Vantajoso Xisto Zelador
Raíssa Costa
Gustavo Kurt
Julius
Lorena Aloli
Arembepe . BA
08/01/2012
Marcadores:
Júlio Mendes,
Kurt,
Lorena Aloli,
Raíssa Costa
25 de fevereiro de 2012
Ana Borboletas Azuis Coloriam
Divagando e Fantasiando
Gloriosamente Herdeiros Instantâneos Juvenis,
Lembravam Muitas Negligências Óbvias,
Poesias Qualificadas Raramente Satisfazem Totalmente.
Uvas Verdes Xamânicas Ziguezagueavam.
Ana Lua Boubli
Ana Flávia Silvestre
Louisse Aldrigues
Cezar Valois
Molina Malinez
25/01/2012
na estrada...
Marcadores:
Ana Flávia Silvestre,
Ana Lua Boubli,
Cezar Valois,
Louisse Aldrigues,
Molina Malinez
27 de janeiro de 2012
Corta, cortam a carta da carteira.
Barbecue à meia lua.
Mostarde no amarelo do sol.
Contabilize supérfluos contundentes.
Espalhe açúcar para pessoas queridas.
Esperneie loucuras incandescentes.
Queime beijos deslumbrantes.
Amassos tresloucados.
Percorrem vazando os anseios.
De cara, na cara
A coragem,
Comendo e vivendo tais artes.
Tá na cara, que as dores foram frutos dos mosaicos pingados
pelas velas vermelhas e pretas
da pomba-gira que deflorou o cu do pombo-correio...
O pombo não voou depressa,
não alcançou o destino, alcançou?
A pomba-gira rindo, rodando,
pisando no despacho.
Trans-figura
Sacro em saco,
Saca a sacola na terra,
agora úmida.
marianabrites
andréguaraná
daniloalves
cleitonjesus
jeanbottentuit
alonsobento
marcelonenevê
Pilotis do Espaço 508
15/01/2012
- pilotis, pão de queijo com amendoim..
Marcadores:
Alonso Bento,
André Guarany,
Cleiton Jesus,
Danilo Alves,
Jean Bottentuit,
Marcelo Nenevê,
Mariana Brites
Aqui, Beirando
Caos Caos Caos Caos Caos Caos...
Depois Esfregando Firulas Glamourosas Helênicas Inimagináveis.
Jumentas Leitosas Mamando Noite Opaca.
Porque Queimei Raciocínios Sábios Turbulentos.
Uivos Vexatórios, Xingatórios, Zombeteiros.
Caos Caos Caos Caos Caos Caos...
Raíssa
Cleiton
Kurt
André Guarany
Alonso Bento
Lorena Calábria
Júlio Mendes
de doce placebo... era um música..
Aldeia Hippie . Arembepe BA paraíso!!
09 e 10/01/2012
- doce . cheia . sexo . dunas
vocês vão pra lá??!!
Marcadores:
Alonso Bento,
André Guarany,
Cleiton Jesus,
Júlio Mendes,
Kurt,
Lorena Aloli,
Raíssa Costa
Abateu Baleias Conformadas.
Diga-se,
Estrategicamente Fecundaram Gente Hermafrodita.
Imagina Jantar Lego,
Microssistemas Navais.
Outrora Perguntei Quem Resmungou Sobre Tu,
Úrsula.
Violentei Xilogravadores Zerados.
Mari B.
Jean B.
09.01.12
bARTÔ mOLHADO & Coberta
aPAVORANTE bAIXARIA cÔMICA, dOIDA, eNCRAVOU fUDEU.
gENTE hISTÉRICA,
iMPOSSIBILITOU jURUBEBAS lÍQUIDAS,
mOSTROU nAVALHAS,
oMITIU pECADOS qUE rESSUCITARÃO
sABENDO tUDO.
uM vÁLIUM xUXA zANZANDO.
26 de janeiro de 2012
Poema cínico e cara de pau,
que deixa em coma meu sentido ainda adormecido pela glória!
Que eu deixei de crer a muito tempo, talvez,
por falta de espaço que sufoca mas aguça os meus sentidos.
Aguça, atiça, feitiça feitiço.
Birosca que enguiça.
Preguiça que liquidifica.
Sofrimento que não termina,
mas amor que reinicia.
Jean Bottentuit
Ícaro Augusto
Mariana Brites
Lígia Luanda
Iuri Pieroni
Bar do Piauí
08/01/2012
Marcadores:
Ícaro Augusto,
Iuri Pieroni,
Jean Bottentuit,
Lígia Luanda C.,
Mariana Brites
Na casa ao lado a vida anda anorexicável,
tudo isso graças aos maus hábitos
Cultivados pelos fungos da cabeça coagulamelo-dourados...
O vil metal não mata a fome
Não importam, suas cores
As feridas podem te trazer pesadelos
e cogumelos colorirem seus sonhos.
Mas para viver é preciso sentir as manhãs,
as tardes e as noites.
Fuso horário fuzilado
S.O.S. salve geral o tempo do mundo instalado abaixo de nossos pés.
Abre-te Cézanne!!!
Nessas horas percebo que só eu e Greta
temos um vasto conhecimento sobre esgotos, rotos.
Bichos escrotos, e fotos com cheiro de enxofre.
Exonero-me frente a realidade que há até debaixo do chão.
Jean Bottentuit
Gregório Bueno B. R. de Moraes
Casa do Iuri Pieroni
07/01/2012
Marcadores:
Gregório Benevides,
Jean Bottentuit
25 de janeiro de 2012
Instantes vívidos contemplados.
LiZérgicas impressões à beira-mar.
Ondas...
Registros, memórias, constantes...
O deslocamento é apenas uma variante da vida.
Dos gozos que trans-multam,
Das verdades ocultas,
As particularidades surgidas.
São dos mares às pessoas,
as praias da vida.
Entretidas com areia e sal;
Entrepartidas por cores e sons;
Vingadas por chuvas febris;
Acampados por tendas acolhedoras.
Mais uma dose é,
e sempre será, bem vinda.
Daqui de cima parecemos todos iguais;
mosaicos vivos, ambulantes.
Transeuntes transitados.
Daqui para o mundo,
Comendo fundo
Palpites... o mundo.
Que mundo é esse?
Que nos cobra satisfações e conselhos.
Quase conceitos
Vigentes elucubrações vis...
Condição ou necessidade?
O que te move ao longo dos dias?
São as brisas, calor de um amigo
A maré, promessa de um destino
Experiências finitas de prazer.
Descobertas, uma nudez
Surda, muda, escancarada
Das brisas uma incerteza
Dos estados traçados
Um Sergipe almejado.
André G.
Alonso B.
Cleiton J.
Praia da Costa . Vila Velha (Rica) ES
02/01/2012
- toda nudez será alcançada,
todo Sergipe será almejado...
Marcadores:
Alonso Bento,
André Guarany,
Cleiton Jesus
Alma rabugenta banhada em ouro maciço
Curte seus últimos minutos de glória ao sol!
Rapte-me, planeta de colisões servis!!!
Quando você está repleto de felicidade e uma tristeza bate na sua porta,
você entende o que é a vida!
Percorremos várias estradas,
sempre tentando achar algo ou apenas por andar...
Bifurcações, placas,
cruzamentos.
O trânsito anda vazio em Brasília.
Jean Bottentuit
Luiz Poletto
João Paulo
Mari Brites
Casa do Luiz Poletto
02/01/2012
Marcadores:
Jean Bottentuit,
João Paulo,
Luiz Poletto,
Mariana Brites
Aconteceu Boatos Corruptos Distorcidos,
Extorquidos, Fraudulentos, Geniais.
Houve Intento Jaspion Luiz Maneiro,
Nem Ousou Praticar;
Quisera Roer Seios,
Também Uma Viola.
Xexelenta Zombou.
Mariana Brites
Jean Bottentuit
Luiz Poletto
João Valente
Casa do Luiz Poletto
02/01/2012
Marcadores:
Jean Bottentuit,
João Valente,
Luiz Poletto,
Mariana Brites
- Ardendo
- Brutalmente
- Carrasco
- Deleite
- Estavam
- Fornicando
- Gandhi
- Hipoteticamente
- Indo
- Jazigos
- Lá
- Menos
- Notados
- Opunham-se
- Perante
- Quaquaraquacás
- Rachadas
- Siberianas
- Usufruiram
- Violentamente
- Xamanicôs
- Zeuzes, Tá?
Bar do Mendes:
30/12/2011.
Jean Bottentuit, Mariana Brites, Luiz Poletto.
Marcadores:
Jean Bottentuit,
Luiz Poletto,
Mariana Brites
24 de janeiro de 2012
Amor
Roma cidade aberta e arregaçada
pelo punho de um Calígula mal-amado,
só por não usar o creminho da vovó quando infante infame.
Transforma, consulta.
Diz que explica rodadas, talvez implica.
Nunca explica, rodam...
E verdejante, gatona,
explica que sua passagem triste e efêmera que a faz agonizar revela-se no fim...
Que a sua vida inútil não teria sido diferente sem as indiferenças dos porcos da vizinha,
mas nem tudo estava perdido...
...ainda havia flores no quintal!
As esperanças sobrevoavam verdes no verão
e hão-de-ver acontecer...
Acontecer? O que deve acontecer?
Ação e reação, o "acontecer" reflete no contexto de uma vida programada, porque?
Porque o acaso reflete o desentendimento,
o inalcançável e até o programável. Porque?
Jean Bottentuit
Mariana
Matheus Siqueira
Dominique
João Navarro
Luiz
Luiza Chaves
Casa do Luiz Poletto e João Valente
02/01/2012
Marcadores:
Dominique,
Jean Bottentuit,
João Navarro,
Luiz Poletto,
Luiza Chaves,
Mariana Brites,
Matheus Siqueira
19 de janeiro de 2012
Antes mesmo da porta fechar!
As cartas eram uma questão de tempo.
Foi-se seu tempo...
Tic tac tic tac tic tac tac tac tac taca tacaré tacaralha
Trilha torta, terreiro tátio.
Terceiros talentos tecendo as horas
Tanto tinha sem nada ter
Tanta vida vem danças mortas.
Evocam o que já se perdeu.
Traduzem o resto de mim,
dos outros que me habitam
regendo tudo sem existir.
Explorando as dores alheias,
reprimindo o oco da vida.
O oco da cabeça pelas estradas.
Final de ano, começo do fim
2012, 2012, 2012, 2013, 2012, 2011, 2010,
1988, 1864, 501 a.C.
Mais cinco anos em sete décadas.
Oito amores, uma vida.
Muitas vidas em um só amor.
Amor: veneno e cura,
paz e solidão.
A dose, a medida, o sentido dos encontros.
Do tempo.
Jean Botteotroae
Ugo Toddeboa
Kyll
Lorena Aloli
Casa do Belo da Tarde (Poletto)
As cartas eram uma questão de tempo.
Foi-se seu tempo...
Tic tac tic tac tic tac tac tac tac taca tacaré tacaralha
Trilha torta, terreiro tátio.
Terceiros talentos tecendo as horas
Tanto tinha sem nada ter
Tanta vida vem danças mortas.
Evocam o que já se perdeu.
Traduzem o resto de mim,
dos outros que me habitam
regendo tudo sem existir.
Explorando as dores alheias,
reprimindo o oco da vida.
O oco da cabeça pelas estradas.
Final de ano, começo do fim
2012, 2012, 2012, 2013, 2012, 2011, 2010,
1988, 1864, 501 a.C.
Mais cinco anos em sete décadas.
Oito amores, uma vida.
Muitas vidas em um só amor.
Amor: veneno e cura,
paz e solidão.
A dose, a medida, o sentido dos encontros.
Do tempo.
Jean Botteotroae
Ugo Toddeboa
Kyll
Lorena Aloli
Casa do Belo da Tarde (Poletto)
Marcadores:
Jean Bottentuit,
Kamilla Nunes Kyll,
Lorena Aloli,
Ugo Todde
Aparências, vestimentas, posturas.
Nada importa, e sim as atitudes, a vivência.
A taça de vinho e bulimia rodopiam a cabeça insana.
Teseu, que a cidade comeu.
Se a taça de vinho é vazia,
a bulimia se perde.
Deixa espaço para qualquer entendimento.
Daonde vem o discernimento?
Dercenimento vem de dentro ou de fora?
Por que tanto importa?
Vai lá fora, pra ver o Dirceu e a Dirce,
e vede arrebenta essa porta!
Portátil portrait.
Por portas passaremos partindo para paraísos?
Por onde? Onde por?
Luiz Fernando Poletto
Jean Bottentuit
Mariana Brites
30/12/2011
- ao batismo do Belo da Tarde à noite...
Nada importa, e sim as atitudes, a vivência.
A taça de vinho e bulimia rodopiam a cabeça insana.
Teseu, que a cidade comeu.
Se a taça de vinho é vazia,
a bulimia se perde.
Deixa espaço para qualquer entendimento.
Daonde vem o discernimento?
Dercenimento vem de dentro ou de fora?
Por que tanto importa?
Vai lá fora, pra ver o Dirceu e a Dirce,
e vede arrebenta essa porta!
Portátil portrait.
Por portas passaremos partindo para paraísos?
Por onde? Onde por?
Luiz Fernando Poletto
Jean Bottentuit
Mariana Brites
30/12/2011
- ao batismo do Belo da Tarde à noite...
Marcadores:
Jean Bottentuit,
Luiz Poletto,
Mariana Brites
O cristal transforma luz em arco íris.
Espande cores,
Nos corredores passam
Pássaros a voar.
A contar as palavras no ar.
De ontem em diante
Serei o que sou,
No instante agora
Onde o dia, a noite e a madrugada
São coisas distintas.
Separadas pelo canto
De um galo velho.
Gritando rouco e enlouquecido
por cima do telhado da Tereza
Esquecendo-se da educação.
Chovia.
Tocsus violão. E ovds tocs.
Cantava a vida, hoje eu vivo
Respiro, flutuo, ouço
Amo e existo.
Pelo poro profundo pelo profano
Transborda-me pelo ser em forma de música.
Soando como distúrbios auditivos.
Intrínsecos como a batida de your heart.
Cabelo
Louisse Aldrigues
Yago Milano
Kyll
Caio Félix
Thiago Portugal
Lorena Aloli
Taiza Naves
Flávia Guzman
André Guarany
Casa da Carla
Chapada dos Veadeiros . São Jorge GO
22/12/2011
- enrijecer sem perder a ternura
geração arco-íris
com vocês...
texto-artigo-môpôsô* de
Tácio Lands Pink Fred Agros Bubou
*môvimento pôesia sôlo
O movimento Fox
a teoria
a nova hordem de pensar trancendista da geração além arco íris
tudo vai - tudo vem
centro - de uma razão
dentro - das razões por um centro
um grupo de esferas dentro
litronização esférica de uma força
padronizada por uma força maior
antropologia de época aquariana
por círculos que circulam dentro
de fator, de grupo em movimento
esteriótica dentro de um padrão
estrelar em movimento de hondas de elevações celebrais
numa pozição de rotação em sonorização tribau
nos ensinando a ir de encontro com nossos fantasmas ancestrais
dos tempos com as forças dos astros.
A dimenção de "argrus" - mensageiro de escorpions -
fator aquariano via redes de informações e artes ocultas.
do processo do translado tratado norte sul.
Da geração eletrônica
área de fator de informação
é base de meios desfavoráveis
ao meio de estudos específicos, nos padrões normas em círculos
o comando de estado maior
cimplificando o estado de espírito de ande-grades
e não estar convivendo com entruzos que tentam te conduzir.
ao que existem por um certo ponto de apoio
temporada: redes.
22-12-2011
Pink Tácio
eCoviu Abóbora Original (i)Ltda.
EcoVille Aboríginal
Espande cores,
Nos corredores passam
Pássaros a voar.
A contar as palavras no ar.
De ontem em diante
Serei o que sou,
No instante agora
Onde o dia, a noite e a madrugada
São coisas distintas.
Separadas pelo canto
De um galo velho.
Gritando rouco e enlouquecido
por cima do telhado da Tereza
Esquecendo-se da educação.
Chovia.
Tocsus violão. E ovds tocs.
Cantava a vida, hoje eu vivo
Respiro, flutuo, ouço
Amo e existo.
Pelo poro profundo pelo profano
Transborda-me pelo ser em forma de música.
Soando como distúrbios auditivos.
Intrínsecos como a batida de your heart.
Cabelo
Louisse Aldrigues
Yago Milano
Kyll
Caio Félix
Thiago Portugal
Lorena Aloli
Taiza Naves
Flávia Guzman
André Guarany
Casa da Carla
Chapada dos Veadeiros . São Jorge GO
22/12/2011
- enrijecer sem perder a ternura
geração arco-íris
com vocês...
texto-artigo-môpôsô* de
Tácio Lands Pink Fred Agros Bubou
*môvimento pôesia sôlo
O movimento Fox
a teoria
a nova hordem de pensar trancendista da geração além arco íris
tudo vai - tudo vem
centro - de uma razão
dentro - das razões por um centro
um grupo de esferas dentro
litronização esférica de uma força
padronizada por uma força maior
antropologia de época aquariana
por círculos que circulam dentro
de fator, de grupo em movimento
esteriótica dentro de um padrão
estrelar em movimento de hondas de elevações celebrais
numa pozição de rotação em sonorização tribau
nos ensinando a ir de encontro com nossos fantasmas ancestrais
dos tempos com as forças dos astros.
A dimenção de "argrus" - mensageiro de escorpions -
fator aquariano via redes de informações e artes ocultas.
do processo do translado tratado norte sul.
Da geração eletrônica
área de fator de informação
é base de meios desfavoráveis
ao meio de estudos específicos, nos padrões normas em círculos
o comando de estado maior
cimplificando o estado de espírito de ande-grades
e não estar convivendo com entruzos que tentam te conduzir.
ao que existem por um certo ponto de apoio
temporada: redes.
22-12-2011
Pink Tácio
eCoviu Abóbora Original (i)Ltda.
EcoVille Aboríginal
18 de janeiro de 2012
Amável Brincadeira Colorida
Dentro Estava Fora.
Ganhando Hipopótamos Impotentes.
Jovens Ladrões Manejavam Nascentes,
Orvalhos, Patins, Querendo Ratoeiras.
Soube Tudo!
Urtigas Vertiginosas Xamânicas
ZIRIGUIDUM...
Xinguei Você Uivando Tanto
Salafrário!
Rústico Querido.
Pequeno Ouvinte Narigudo Mentiroso Laricado
Jogava I-pods Hábeis
Garantindo Futilidades Estéreis.
Diamantes Corrosivos Babando Almas.
uGo ToDDe
LoReNa CaLáBRia
Caio CaBeLo
LouiSSe aLDRiGueS
DeDé GuaRaNY
KYLL NuNeS
TaiZa NaVeS
JeaN BoTTeNTuiT
Casa da Carla
Natal da Chapada . São Jorge GO
18/12/2011
Dentro Estava Fora.
Ganhando Hipopótamos Impotentes.
Jovens Ladrões Manejavam Nascentes,
Orvalhos, Patins, Querendo Ratoeiras.
Soube Tudo!
Urtigas Vertiginosas Xamânicas
ZIRIGUIDUM...
Xinguei Você Uivando Tanto
Salafrário!
Rústico Querido.
Pequeno Ouvinte Narigudo Mentiroso Laricado
Jogava I-pods Hábeis
Garantindo Futilidades Estéreis.
Diamantes Corrosivos Babando Almas.
uGo ToDDe
LoReNa CaLáBRia
Caio CaBeLo
LouiSSe aLDRiGueS
DeDé GuaRaNY
KYLL NuNeS
TaiZa NaVeS
JeaN BoTTeNTuiT
Casa da Carla
Natal da Chapada . São Jorge GO
18/12/2011
Alicila flor de laranjeira, que escancara
reagia contra mão carrasca.
Sangue e dor repousava sobre minhas falanges descuidadas.
O novo ser nasce e renasce,
respira e flui tentando habitar-se,
caber em si.
Tentando extrair de si as formas do tempo.
Para conseguir se livre para talvez morrer e talvez matar-se.
Deixar para trás o fervor das injustiças e evaporar-se em amor.
Afinal, só o amor salva.
E mudando o mundo interior é a única forma de mudar o mundo exterior.
Olhe para dentro e verá...
O sol que alumia todas as veredas do teu ser,
e a brisa leve que vai te levando
e fazendo refletir a luta do povo sofrido,
praticamente chorando com a ilusão do mundo cruel.
Oh céus!
Ajude o povo, pelo povo e para o povo.
(autores desconhecidos)
(dia desconhecido)
(local desconhecido)
(dedicação conhecida)
reagia contra mão carrasca.
Sangue e dor repousava sobre minhas falanges descuidadas.
O novo ser nasce e renasce,
respira e flui tentando habitar-se,
caber em si.
Tentando extrair de si as formas do tempo.
Para conseguir se livre para talvez morrer e talvez matar-se.
Deixar para trás o fervor das injustiças e evaporar-se em amor.
Afinal, só o amor salva.
E mudando o mundo interior é a única forma de mudar o mundo exterior.
Olhe para dentro e verá...
O sol que alumia todas as veredas do teu ser,
e a brisa leve que vai te levando
e fazendo refletir a luta do povo sofrido,
praticamente chorando com a ilusão do mundo cruel.
Oh céus!
Ajude o povo, pelo povo e para o povo.
(autores desconhecidos)
(dia desconhecido)
(local desconhecido)
(dedicação conhecida)
17 de janeiro de 2012
Vocês querem...
Vou dar 2,50.
Desce, sobe, traz gelado.
Se discute, persiste.
Existe cria em criação.
Meramente diferenciado as edificações urbanísticas.
Seja, evite fugir de si mesmo!
Sala, quarto, cozinhas e outras dependências deste nobre recinto.
Underberg com gelo
Música do celular
Sala grande, poucas pessoas
Horas afinco... Tempo... Tempo... Tem.
Vai embora pela 4ª dimensão,
Incorporável, invisível, transitável...
O presente embutido no passado
E um futuro imprevisível;
O tic tac linear é apenas convenção.
Ilusão...
Docemente previsível
o girino é o peixinho com sapo
Imóveis funciona(is) que é uma beleza
Criado mudo tenta falar mas é impedido;
Das sutilezas do sistema
A gente penetra,
Permeia no obscuro,
Agarra as cavidades.
Mari Brites
Jeni Sousa
Ugo Toddeboa
Bob Melvin
André G.
Cleiton Jesus
27/11/2011
- big brother na locação...
Marcadores:
André Guarany,
Bob Melvin,
Cleiton Jesus,
Jeni Sousa,
Mariana Brites,
Ugo Todde
Molhando a pista com a chuva
Segue o seco que a chuva chega
Chega o tempo.
Chega o tempo?
Você é apenas um pedaço de continuidade...
Sou um pedaço de continuidade,
Necessário, como um diabo e um anjo na vida de todas as pessoas.
Você já viu um anjo?
E ele é assim, um anjo!
Voe para casa e diga a mama que eu voltei.
Talvez fique.
Mutantes sempre têm a opção de ficar.
Ter opções é muito bom.
Aumenta a própria experiência.
Ir aonde o vento chegar,
Voltar nas correntes de ar
do ponto em que se alcançar.
Começar a contar uma história sem saber como ela acaba.
As histórias na verdade não precisam acabar
assim como o mopocô, nunca acaba.
Jeni Sousa
Alonso Bento
Abel
Beirute
20/11/2011
- à chuva do último dia de visita
Marcadores:
Alonso Bento,
Gustavo Frade,
Jeni Sousa
Estanques solitários
Desbraves automáticos
No bar tudo se faz claro
Me entrego e tudo se faz claro
Escuro, não tenho medo
(vai assim pro blog!)
Somos todos passageiros
É... se me entrego
não me nego
Negra noite, madrugada iluminada
A lua irradia cada passo ali do lado.
Lado que contesta,
e a cada conclusão, se atesta.
Mostrando faces não conhecidas
que de toda forma se encaixa
Miragem confessam;
Sustenta possibilidades;
Incrédulas, destonantes.
Verbos de consoantes;
Dissonantes.
Me perdoem os instantes,
Acho que já foi bastante de mim.
André Guarany
Juliana Andrade
Louisse Aldrigues
Victor Katalinic
Cleiton Jesus
Ludi
Bar do Mendes
13/11/11
Marcadores:
André Guarany,
Cleiton Jesus,
Juliana Andrade,
Louisse Aldrigues,
Lud Ludens,
Victor Katalinic
Oh gente, olha os bichinhos!
São coradas, caros amidos.
Da nostalgia que me remete os morros,
Do avesso as lombras soltas.
Solta os medos, os apegos e os erros
Sem exitar por errar
Já que no jardim,
a mais bela flor se esconde.
Estou sendo pressionada.
Pressão, pressão, pressão... Na pressão.
Escancare limites ordinários
Pois o mundo é dividido entre dois indivíduos:
Os ordinários e os extraordinários...
Comprem, paguem e rasguem.
Oh câncer... filho bruto.
Sociedade opaca que vaza.
Ixi! Segura a vasilha
Ela tá caindo de preenchida
Tirou os papéis rasgados
Junte os trapos!
E espalhe depois...
Desmonte o meu quebra-cabeça.
Junte os neurônios caídos;
Misture e sirva em conserva.
Cleiton Jesus
Louisse Aldrigues
Juliana Andrade
André Guarany
Bar do Mendes
12/11/11
- na pressão..
Marcadores:
André Guarany,
Cleiton Jesus,
Juliana Andrade,
Louisse Aldrigues
Vidro, madeira...
Lareira: apoio noturno;
Desconcertante aconchego.
Que liga o que liga
A máscara da fantasia no dia a dia
Estamos sorrindo
Do amor existente
com o que existe...
Corre contente.
Quando a arte encontra gente,
Suspiros arrancados,
Das partes que se partem.
Lorotas, balelas e verdades
confrontam o sagrado coração profano
de um São Francisco do científico mangue Pará-noir.
Mente a mil, a milhas em migalhas mirradas,
O confronto constante a cerca das formas pensantes,
antecipação pessimista.
novamente me encontro na pista, turista,
Procuro uma inspiração para minha mente, artista,
Na verdade ponho agora um ponto.
André Guarany
Ana Flávia Valle Silvestre
Danilo A. Xavier
Cleiton de Jesus
Jean Bottentuit
Rafael Pinheiro Rocha (Macumbera)
Casa da Flavinha
12/11/11
- Casa Dahora
Receio pela noite,
e pelo riso froxo da madrugada cretina
que deflagrará a saudade que tenho do futuro.
Da terra que segue espelho,
Do ventre quente que saí pequeno,
Do vento suave que ameniza a face.
Face que fosse o que foi mas nada seria
Nas costas do tempo
No abismo dos dias
Dias intensos, de paz e de guerra,
vigília, resistência e conflito
Mundo injusto vida "bandida"
Pessoas terríveis
Limbo eterno
Amor, paz, respeito e igualdade?
Jean Bottentuit
Rodrigo Cruz
Ricardo
Taiza Naves
Kamila Xavier
Ugo ToddeBoa
Casa da Taiza e Rodrigo
12/11/2011
e pelo riso froxo da madrugada cretina
que deflagrará a saudade que tenho do futuro.
Da terra que segue espelho,
frouxa parte de borracha trêmula
que me observa tremular.Do ventre quente que saí pequeno,
Do vento suave que ameniza a face.
Face que fosse o que foi mas nada seria
Nas costas do tempo
No abismo dos dias
Dias intensos, de paz e de guerra,
vigília, resistência e conflito
Mundo injusto vida "bandida"
Pessoas terríveis
Limbo eterno
Amor, paz, respeito e igualdade?
Jean Bottentuit
Rodrigo Cruz
Ricardo
Taiza Naves
Kamila Xavier
Ugo ToddeBoa
Casa da Taiza e Rodrigo
12/11/2011
Marcadores:
Jean Bottentuit,
Kamila Xavier,
Ricardo Rosa,
Rodrigo Cruz,
Taiza Naves,
Ugo Todde
Assinar:
Postagens (Atom)