Roma cidade aberta e arregaçada
pelo punho de um Calígula mal-amado,
só por não usar o creminho da vovó quando infante infame.
Transforma, consulta.
Diz que explica rodadas, talvez implica.
Nunca explica, rodam...
E verdejante, gatona,
explica que sua passagem triste e efêmera que a faz agonizar revela-se no fim...
Que a sua vida inútil não teria sido diferente sem as indiferenças dos porcos da vizinha,
mas nem tudo estava perdido...
...ainda havia flores no quintal!
As esperanças sobrevoavam verdes no verão
e hão-de-ver acontecer...
Acontecer? O que deve acontecer?
Ação e reação, o "acontecer" reflete no contexto de uma vida programada, porque?
Porque o acaso reflete o desentendimento,
o inalcançável e até o programável. Porque?
Jean Bottentuit
Mariana
Matheus Siqueira
Dominique
João Navarro
Luiz
Luiza Chaves
Casa do Luiz Poletto e João Valente
02/01/2012
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