A estrela singe o luar azul
envolvido por água luminosa a terra ferve!
Terão sexo, harmonia, muito sexo, chupada!
Basta! Não disse a ele que era sua!
Seus ossos chocalhando dentro de um abismo quente.
Compreensão, carinho, alegria,
Rita Cadilac!
Boazuda de se ver, com suas raízes profundas
fincando a "madrinha da terra" na qual recebe a água que cai às brancas.
Sonhar sonhar sempre!
Acreditar lutar pelos ideais.
Paulo Wenceslau
Felipe Moreno
02/12/2008!
- môpôcô resgatado da mochila do Paulo (2008)
"E ser artista no nosso convívio, pelo inferno e céu de todo dia. Pra poesia que a gente não vive, transformar o tédio em melodia... " CAZUZA
14 de dezembro de 2011
10 de novembro de 2011
Me disseram que as nuvens tinham gosto de jiló.
Pepinos são algodões ao avesso.
Estantes são prisioneiras de informações.
Livros são portadores de curiosidades
Naves vivas; estanques rotatórios...
Abra esse portal que me consome
Devaste a plenitude interior
Destrua.
Sossegue esse coração.
Medir as palavras
Devaneios absurdos
Pegue a chave e abra o comando da dança.
Cadê as minas de Minas?!?
Gerais, elas nem tanto se aparecem
Só mais um passo a frente
Encontra o que procura
E acha que pode não ser
Um motivo ínfimo pra perceber.
E sem perceber acaba se decipando!!!
Tosha
André
Cleiton Jesus Pitoco
Jeni Sousa
Louisse Aldrigues
Boa! Tô de...
Bar do Bosque again / ArAgUArI (mg)
05/11/11
- Gato Sacolinha Araguarina
Crises Identitárias Hiperativas Cotidianas
4h20 Perdemos o Horário
Porra! Tava na Camisa Bigoda!!!
Pepinos são algodões ao avesso.
Estantes são prisioneiras de informações.
Livros são portadores de curiosidades
Naves vivas; estanques rotatórios...
Abra esse portal que me consome
Devaste a plenitude interior
Destrua.
Sossegue esse coração.
Medir as palavras
Devaneios absurdos
Pegue a chave e abra o comando da dança.
Cadê as minas de Minas?!?
Gerais, elas nem tanto se aparecem
Só mais um passo a frente
Encontra o que procura
E acha que pode não ser
Um motivo ínfimo pra perceber.
E sem perceber acaba se decipando!!!
Tosha
André
Cleiton Jesus Pitoco
Jeni Sousa
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Boa! Tô de...
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05/11/11
- Gato Sacolinha Araguarina
Crises Identitárias Hiperativas Cotidianas
4h20 Perdemos o Horário
Porra! Tava na Camisa Bigoda!!!
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Cadê a chave?
Tá ali no chão, pra entrar no galpão...
Tomar um banho quentinho,
ficar limpinho.
Araguari Bebendo Crystal.
Devemos Estar Fudidos Gastando Haxixis Imaginários.
Juntos Lemos Mortes Nos Outros
Para Quem Respeitamos.
Sujeira Total. Única Válvula.
Xaxa Zuzu!
Premium como a vida poderia ser.
Cachaça caráiii
Araguarino por opção,
Leviano por necessidade,
Insistente por qualidade;
Se deixem levar pela loucura, vontade.
Dos berços da arte
Pirem nessa cidade.
Ligar os pontos de um lado a outro;
Chegar na estrada,
ir devagar para depressa chegar.
Ligando para curar a distância.
Não me mate a saudade.
Me mate de vontade.
Vontade de matar-me.
Ai! Que vontade de viver!
Bar do Bosque / Araguari MG
04/11/2011
Tá ali no chão, pra entrar no galpão...
Tomar um banho quentinho,
ficar limpinho.
Araguari Bebendo Crystal.
Devemos Estar Fudidos Gastando Haxixis Imaginários.
Juntos Lemos Mortes Nos Outros
Para Quem Respeitamos.
Sujeira Total. Única Válvula.
Xaxa Zuzu!
Premium como a vida poderia ser.
Cachaça caráiii
Araguarino por opção,
Leviano por necessidade,
Insistente por qualidade;
Se deixem levar pela loucura, vontade.
Dos berços da arte
Pirem nessa cidade.
Ligar os pontos de um lado a outro;
Chegar na estrada,
ir devagar para depressa chegar.
Ligando para curar a distância.
Não me mate a saudade.
Me mate de vontade.
Vontade de matar-me.
Ai! Que vontade de viver!
Louisse Aldrigues
Ugo Toddeboa
André Guarámix
Cleiton Jesus
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Bar do Bosque / Araguari MG
04/11/2011
- 5 corpos foram encontrados crystalizados
nas quadradezas do Bosque.
Detalhe: Eles estavam vivos!!!
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24 de outubro de 2011
Açucarado, cheiro de açúcar no cérebro.
Cândida fazia embrulhos verdes, roxos e vermelhos.
Apareciam poucos clientes, mas os que tinham eram doces.
Nesta tarde fazia frio, e ela...
Ela? Não lembrava de vê-la só, companhia engordativa
Era ela lembrava e a geladeira revirava.
Doces gases.
Docentes lares, peidolanças,
Cácas, narizes, gases...
Orelhas com uma cerinha de amido.
Na minha interioridade material,
Dos lares que assombram!
Desolam as doces lembranças.
Na sala, bebidas de vários lugares do mundo.
Cantarolar pela cozinha palavras de amor ao pé do ouvido.
Imagens que se perdem em pensamentos,
A mente descreve em espaços e tempos,
Criam vozes, rimam mudas,
Onde brotam pés de ideias.
Ostentadas pela vã filosofia.
A trupe não se dividia,
seguia, partida.
Pepito
Mariana Brites
Danilo Alves
Cleiton Jesus
Jeni Sousa
Bob Melvin
André Guarany
Mari Brites again
Cine Brasólia
22/10/2011
- Vocês tão muito poetero hoje!
tô gozando de ver...
Doce Dúvida.. Açúcar [2] (com citações à Caravana da Ilusão)
Cândida fazia embrulhos verdes, roxos e vermelhos.
Apareciam poucos clientes, mas os que tinham eram doces.
Nesta tarde fazia frio, e ela...
Ela? Não lembrava de vê-la só, companhia engordativa
Era ela lembrava e a geladeira revirava.
Doces gases.
Docentes lares, peidolanças,
Cácas, narizes, gases...
Orelhas com uma cerinha de amido.
Na minha interioridade material,
Dos lares que assombram!
Desolam as doces lembranças.
Na sala, bebidas de vários lugares do mundo.
Cantarolar pela cozinha palavras de amor ao pé do ouvido.
Imagens que se perdem em pensamentos,
A mente descreve em espaços e tempos,
Criam vozes, rimam mudas,
Onde brotam pés de ideias.
Ostentadas pela vã filosofia.
A trupe não se dividia,
seguia, partida.
Pepito
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Doce Dúvida.. Açúcar [2] (com citações à Caravana da Ilusão)
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Pepito
23 de outubro de 2011
Doce como a angústia alheia
Do sutil ato de não morder o lenteio
Que crava singela mordida perdida
Olhem, me entro às conversas à parte.
Íntimo, absurda textura inefável e inenarrável de momento,
sopro gentil de hábito doce e infantil,
e sujo e duro e gostoso e gososo e
Olhem, me entro às conversas à parte,
Chama toques, mexe redondo.
Preenche de água a cavidade, escorre...
Preencher é desejo, é?
Ai, me paralisa em movimento,
me faz contradizer contracorrida
com o peito direito.
Que bate no peito feroz preso no dedo
o sabor doce do chocolate.
Que delicia de querer o sabor.
Empanturrado embora,
hipnotizado pela sensação arrepiante
como se sentisse todas as partes do seu corpo em choque.
Como um toque de chocolate;
Elixir dos deuses;
Metamorfose transcendente
Fluindo através da percepção
Contato de primeiro, segundos que escrevo
De graus de um mundo condensado e materializado.
Na dimensão presente
Quarto...
Doce como a vida poderia ser
Envenenada pelo doce açúcar da satisfação
Entretida pelo salgado sabor da rosca leviana.
Diabetes da tia Beth,
Dia e noite do branco da neve...
Tão terrível quanto o adoçante...
Aspartame, acidulante, antiumectante,
Corante que adoça o meu amarelo crepúsculo.
Cleiton Jesus
Pepito
Mariana Brites
Jeni Sousa
Rafael Macumbera
Danilo Alves
André Guarany
Bob Melvin
Cine Brasólia
22/10/2011
- Doce Dúvida... Açúcar (pesquisa Mari e Pepito)
Do sutil ato de não morder o lenteio
Que crava singela mordida perdida
Olhem, me entro às conversas à parte.
Íntimo, absurda textura inefável e inenarrável de momento,
sopro gentil de hábito doce e infantil,
e sujo e duro e gostoso e gososo e
Olhem, me entro às conversas à parte,
Chama toques, mexe redondo.
Preenche de água a cavidade, escorre...
Preencher é desejo, é?
Ai, me paralisa em movimento,
me faz contradizer contracorrida
com o peito direito.
Que bate no peito feroz preso no dedo
o sabor doce do chocolate.
Que delicia de querer o sabor.
Empanturrado embora,
hipnotizado pela sensação arrepiante
como se sentisse todas as partes do seu corpo em choque.
Como um toque de chocolate;
Elixir dos deuses;
Metamorfose transcendente
Fluindo através da percepção
Contato de primeiro, segundos que escrevo
De graus de um mundo condensado e materializado.
Na dimensão presente
Quarto...
Doce como a vida poderia ser
Envenenada pelo doce açúcar da satisfação
Entretida pelo salgado sabor da rosca leviana.
Diabetes da tia Beth,
Dia e noite do branco da neve...
Tão terrível quanto o adoçante...
Aspartame, acidulante, antiumectante,
Corante que adoça o meu amarelo crepúsculo.
Cleiton Jesus
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15 de outubro de 2011
aMANHÃ bATI cOM dESASTROSAS.
eLA fUDI.
gOZEI hIPERMENTE.
iNTENSIFIQUEI jUNTO.
lAMBI mAS nUNCA oLHEI pARA
qUANTIDADE rUDIMENTAR.
sOUBE tANGENCIAR uNICAMENTE vARIZES.
xINGUEI zÍPER.
uGO tODDE
lOU aLDRIGUES
gUSTAVO fRADE
lORENA aLOLI
mATHEUS mANFREDINI
aNA cARDOSO
dANILO xAVIER
pRYSCILLA gILBERTTI
jEAN bOTTENTUIT
mARINA cARDOSO
pAULO cEZAR
lUÍSA rODRIGUES
pIAUÍ
08/10/2011
eLA fUDI.
gOZEI hIPERMENTE.
iNTENSIFIQUEI jUNTO.
lAMBI mAS nUNCA oLHEI pARA
qUANTIDADE rUDIMENTAR.
sOUBE tANGENCIAR uNICAMENTE vARIZES.
xINGUEI zÍPER.
uGO tODDE
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gUSTAVO fRADE
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mATHEUS mANFREDINI
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08/10/2011
Atravanquei Buracos Cadentes
Demasiadamente,
Elétricamente Fortes. Gemendo Hortaliças Ideais.
Juntei Livros Magrelos, Ninfos Omissos,
Putinhos Querubins Resfastelando-se Sobre Todos.
Uivam Vairando Últimos Xotes Zens.
Jean
Mariana
Alonso
Danielle
Vinicius
Marina
André
Casa da Marina P. 409 sul
07/10/2011
Demasiadamente,
Elétricamente Fortes. Gemendo Hortaliças Ideais.
Juntei Livros Magrelos, Ninfos Omissos,
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Uivam Vairando Últimos Xotes Zens.
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Marina Pimentel,
Vinicius Feitosa
"A maçã" amalgada pela acidez do fio condutor que roubou o prazer de ser gente,
salve Raul!!!
Será que o que influi vem de onde?
Será que vem e advem?
Insiste também!
Movimente-se.
Sair do lugar pode ser uma opção...
Não diga não!
Jesus Cristo é o mais lindo que já viveu até hoje!
Nunca o vi.
Então te comerei e te direi que ele era
Não direi, deglutirei e saborearei.
Muitos sentidos, tudo vem.
Jean Bottentuit
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Alonso
Danielle
Vinicius Moura Feitosa
Marina Costa Pimentel
André Guarany
Casa da Marina Pimentel
07/10/2011
salve Raul!!!
Será que o que influi vem de onde?
Será que vem e advem?
Insiste também!
Movimente-se.
Sair do lugar pode ser uma opção...
Não diga não!
Jesus Cristo é o mais lindo que já viveu até hoje!
Nunca o vi.
Então te comerei e te direi que ele era
Não direi, deglutirei e saborearei.
Muitos sentidos, tudo vem.
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Eles não usam Black White.
Incolores sinalizam outras texturas para zombar dos sábios.
Da pele expessa jorram cascas,
Desnudas, duras e cruas.
Jan, Jan, Jan, Jan...
Como o cerrado pirado que entre as nuvens está viajado.
Vingado na porra do caralho;
Machucado pelo seu chocalho.
Enquanto ele balançava,
A gente se alegrava.
Enquanto ela cantava...
A gente psicava.
E escondia desejos herméticos.
Colonizados...
E fim..
Jean Bottentuit
Cleiton Jesus
Caio de Miranda
Ugo Toddeboa
Louisse Aldrigues
André Guarany
Armazém do Brás 107 norte
05/10/2011
- à maravilhosa casa da Ray, ao louco Sarau e o niver do Bentinho..
Incolores sinalizam outras texturas para zombar dos sábios.
Da pele expessa jorram cascas,
Desnudas, duras e cruas.
Jan, Jan, Jan, Jan...
Como o cerrado pirado que entre as nuvens está viajado.
Vingado na porra do caralho;
Machucado pelo seu chocalho.
Enquanto ele balançava,
A gente se alegrava.
Enquanto ela cantava...
A gente psicava.
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Parir uma performance é como deixar
a coisa apenas fluir com sua limitação.
Limitações performáticas anárquicas,
Quebrando academicismos cristalizados.
Estagnados e quadrilateralizados em xulas convenções.
Transformar é quebrar.
De cara fechada, arma e mente quadrada.
Se você não quiser mudar,
fique sentado e assista.
Liberdade para se viver com alento.
Tento através de pensamentos e desejos.
Só o que há no momento.
Ao perfume de beijos, desejos e cheiros.
Carmas, coisas e palavras;
Cravos, cravas e coisas;
Às vezes dão câimbras, por vezes nas sombras.
Distorcem de dor.
Jeni Sousa
André Guarany
Lorena Aloli
Jazz Vasconcellos
Danilo Alves
Ramiro Galas
Bob Melvin
Minhocão . UnB
02/10/2011
- o que resta de tubos!?
a coisa apenas fluir com sua limitação.
Limitações performáticas anárquicas,
Quebrando academicismos cristalizados.
Estagnados e quadrilateralizados em xulas convenções.
Transformar é quebrar.
De cara fechada, arma e mente quadrada.
Se você não quiser mudar,
fique sentado e assista.
Liberdade para se viver com alento.
Tento através de pensamentos e desejos.
Só o que há no momento.
Ao perfume de beijos, desejos e cheiros.
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Às vezes dão câimbras, por vezes nas sombras.
Distorcem de dor.
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MôPôCôLOMY.............
A gente escreve pequeno, não por má vontade,
nem por falta de espaço...
É só porque os insetos também leem.
E eles preferem a letra cursiva
porque fica mais fácil acompanhar.
Distorcida, que me facilita retorcer,
Retroceder em grafias livres,
que incompreende as ideias clássicas, convencionais
Mais fácil falar.
Pessoas se calam, regridem
e depois de falar como pessoas importantes
se fecham em seus caracóis.
Não pára, não pára, não pára não até o chão, chão...
que um dia vai comer meus oios
e meu rebolation.
Marca, marcação, macaco
Mulher, mulherada, mico.
Macacos me mordam mas não arranquem pedaço.
Tirem apenas os laços.
Libertem-nos!
Daniel Carvalho
Felipe Buna
Bob Melvin
Jeni Sousa
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Ugo Toddeboa
Louisse Aldrigues
Danilo Alves
01º/10/2011
- MôPôCô da COLOMY
A gente escreve pequeno, não por má vontade,
nem por falta de espaço...
É só porque os insetos também leem.
E eles preferem a letra cursiva
porque fica mais fácil acompanhar.
Distorcida, que me facilita retorcer,
Retroceder em grafias livres,
que incompreende as ideias clássicas, convencionais
Mais fácil falar.
Pessoas se calam, regridem
e depois de falar como pessoas importantes
se fecham em seus caracóis.
Não pára, não pára, não pára não até o chão, chão...
que um dia vai comer meus oios
e meu rebolation.
Marca, marcação, macaco
Mulher, mulherada, mico.
Macacos me mordam mas não arranquem pedaço.
Tirem apenas os laços.
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Vem pra cima.
Rasga meu sentido
e bebe minha música.
Tropeço nos seus satélites.
Tua beleza tamanha;
Teu jeito doce;
Te amo minha Julieta.
Tarde já é e trago flores.
E novamente acabaremos em pizza
e peça de teatro mal fadada ao azar sepulcral.
Calabreza ou mussarela?
Escolho taquicardias.
Te espero no palco.
Me devora?
Bob Rodrigues
Toddeboa
Jean Botteoitoaecaraiaaa
Casaré
29/09/2011
- bebo vinagre,
rabisco o apartamento com giz e surfo nos CDs
Rasga meu sentido
e bebe minha música.
Tropeço nos seus satélites.
Tua beleza tamanha;
Teu jeito doce;
Te amo minha Julieta.
Tarde já é e trago flores.
E novamente acabaremos em pizza
e peça de teatro mal fadada ao azar sepulcral.
Calabreza ou mussarela?
Escolho taquicardias.
Te espero no palco.
Me devora?
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11 de outubro de 2011
Abortos vivos, frutos da falta de escolhas,
da falta de prazer, de contato, de troca.
A humanidade sente falta do humano.
Sem escolhas eu sigo.
Procurando sobreviver...
Com forças do além brinco.
E saio vagando por entre mundos distantes
tentando encontrar uma entrada ou uma saída
brincando, viajando, conhecendo...
É quando vejo e percebo que, na realidade, não há uma só realidade.
E, nessa vida, sem encontro ou entrada ou saída,
Vivo vivendo não só a minha vida.
E eu permaneço com minha convicção,
Vivendo o que sou,
da maneira que me faz feliz,
do método que meu eu e minha personalidade,
Tanto variante, tanto alucinada me guia.
Brinco de existir, de não ser, de talvez fazer.
Brinco da essência de existirde existir, de viver, de ser
Apoiar ser antes do que for, brindo a existência do ser.
Brasília está tão quente que daqui uns dias meus 2 ovos
se chocarão e terei 3 pintos.
Mas meu Deus me ajude, se não a granja vai feder.
As galinhas estão agitadas pulando no puleiro,
a catinga sobe sem controle e os pintinhos tão morrendo.
Remoto controle que conduz os pobres pintinhos
à pilha e sem coração pra sujar a roupa do açougueiro
que vive no puteiro-puleiro
Que venha a porra mancha
Penetra que suja esparsa
Transborde e passe.
Que faça o vento que te assopre,
me marca o corte que escassa
Sangre e sugue a chama que estilhaça...
Transfigura a curva que assombra.
Assombra a reta que te acalenta
Espanta o ócio que faz curva
Desbrave amendoins torrados com sal
Compartilhe com a Tia Nétia.
O sabor de um primeiro dia de primavera
Comemore a vida e os amores
Apaixone-se pelo momento
Depois disso tudo escrito
Jogue no copo e ponha para dentro sem fazer careta.
Lorena Aloli
Caio Cabelo
Raíssa
Kurt
Monstro!
Tatiana
Victor Desnei
Ugo Todde
Louisse Aldrigues
Jean Bottentuit
Cleiton Jesus
Bob Melvin
André Guarany
Jeni Sousa
Bar Borogodó 408 norte
23/09/2011
- aniversário do Ugo
da falta de prazer, de contato, de troca.
A humanidade sente falta do humano.
Sem escolhas eu sigo.
Procurando sobreviver...
Com forças do além brinco.
E saio vagando por entre mundos distantes
tentando encontrar uma entrada ou uma saída
brincando, viajando, conhecendo...
É quando vejo e percebo que, na realidade, não há uma só realidade.
E, nessa vida, sem encontro ou entrada ou saída,
Vivo vivendo não só a minha vida.
E eu permaneço com minha convicção,
Vivendo o que sou,
da maneira que me faz feliz,
do método que meu eu e minha personalidade,
Tanto variante, tanto alucinada me guia.
Brinco de existir, de não ser, de talvez fazer.
Brinco da essência de existirde existir, de viver, de ser
Apoiar ser antes do que for, brindo a existência do ser.
Brasília está tão quente que daqui uns dias meus 2 ovos
se chocarão e terei 3 pintos.
Mas meu Deus me ajude, se não a granja vai feder.
As galinhas estão agitadas pulando no puleiro,
a catinga sobe sem controle e os pintinhos tão morrendo.
Remoto controle que conduz os pobres pintinhos
à pilha e sem coração pra sujar a roupa do açougueiro
que vive no puteiro-puleiro
Que venha a porra mancha
Penetra que suja esparsa
Transborde e passe.
Que faça o vento que te assopre,
me marca o corte que escassa
Sangre e sugue a chama que estilhaça...
Transfigura a curva que assombra.
Assombra a reta que te acalenta
Espanta o ócio que faz curva
Desbrave amendoins torrados com sal
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Apaixone-se pelo momento
Depois disso tudo escrito
Jogue no copo e ponha para dentro sem fazer careta.
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23/09/2011
- aniversário do Ugo
3 de outubro de 2011
A falta fatal da fala mata como bala.
Desejo é flecha não arrisca.
Meu coração atira ao alvo errado e acerta.
Caio nos braços do cão incerto.
Arrisco-me o ponto culminante da dor,
E por fim esqueço...
E ame em cima da mesa,
Na sala, na cozinha e na peleja.
Cozinho na bandeja meu prazer.
Faço uma pausa sem prosa, me calo em poesia.
De canto no canto do pássaro,
Em cima da tempestade de sacolas.
Jegue Daniel`s
Juliana Rocha
Cleiton Jesus
Jean Botteoitoae
Alonso Bento
Caio de Miranda
Ugo Todde
Louisse Aldrigues
Bob Melvin
Jeni Sousa
André Guarámix
Bar Sol de Praia (Band)
17/09/2011
- na rebordose da beleza (após Ninhos)
Desejo é flecha não arrisca.
Meu coração atira ao alvo errado e acerta.
Caio nos braços do cão incerto.
Arrisco-me o ponto culminante da dor,
E por fim esqueço...
E ame em cima da mesa,
Na sala, na cozinha e na peleja.
Cozinho na bandeja meu prazer.
Faço uma pausa sem prosa, me calo em poesia.
De canto no canto do pássaro,
Em cima da tempestade de sacolas.
Jegue Daniel`s
Juliana Rocha
Cleiton Jesus
Jean Botteoitoae
Alonso Bento
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André Guarámix
Bar Sol de Praia (Band)
17/09/2011
- na rebordose da beleza (após Ninhos)
Anoiteceu,
Peguei a vitrola, botei na sacola
e fui psicar..
Bolei um plano, um canto, um cano
e me preparando... Fui trabalhar.
Filmando interesses tardios,
vadios,
Crentes de outros mesmos.
Eu quero é novidade!
Nessa mesma mesa arregaçada
pelos copos fervilhantes, tarados e sem colarinho.
Colarinho que só meu chopp tem,
Quem tem em outro lugar,
Pára de te roubar,
Minha presença não merecerá.
Meu passado não perecerá.
Relaxa!
Jean Botteoitoae
Cezinha Valois
André Guarany
Piauí
12/09/2011
- dedé no bar sem beber e estreia do cezinha
Peguei a vitrola, botei na sacola
e fui psicar..
Bolei um plano, um canto, um cano
e me preparando... Fui trabalhar.
Filmando interesses tardios,
vadios,
Crentes de outros mesmos.
Eu quero é novidade!
Nessa mesma mesa arregaçada
pelos copos fervilhantes, tarados e sem colarinho.
Colarinho que só meu chopp tem,
Quem tem em outro lugar,
Pára de te roubar,
Minha presença não merecerá.
Meu passado não perecerá.
Relaxa!
Jean Botteoitoae
Cezinha Valois
André Guarany
Piauí
12/09/2011
- dedé no bar sem beber e estreia do cezinha
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30 de setembro de 2011
De cada gota, das quais em mim ressoam
Partes das partes
Ansiedade constante
Voam! Voam! Voam!
Bebês, balões, botas
Bota, botão, bundão
Bichinho, biquini, barba
Baba, bunda... Fim
Fixação não; desestabiliza
Vai pro bebê de chá ou
vai de chá para o bebê?
Polaróides e super 8 disparados
Como tiros na cabeça do provocador
que solomente atravessa Paris, Texas.
Sem afagos ou edredons divinos.
Cobertores velhos da minha infância
Que se desfibram como poeiras, põem-se em lembranças,
Marcas onde demarcam as linhas do tempo encoberto e irreverso.
Como sopros!
Ressoam o passado latente
Late sílabas marcantes.
Encante, o desencanto que sente.
Miam palavras chocantes,
Enquanto a galinha choca seu ovo.
Ouço a aurora durante horas
Ainda que sem resposta.
Zico, Zeus, Zulu
Zimbaboé, Zidane, Zorro
Zuada, Ziza, Zape
Zica, Zozó, Diga!
Tardes têmporas, transes transas,
Tótens tiranos titubeiam tabus transgêneros.
Estranhos no parnasianismo artificial
que altera os dias rotos no andaime raso.
Cleiton Jesus
Ugo Toddeboa
André Guarany
Jean Bottentuit
Bob Melvin
Louisse Aldrigues
Apto. locação secreta
10/09/2011
- pra poesia Lee de ontem
na locação secreta da Sacola de hoje.
Ela é reciclável...
Partes das partes
Ansiedade constante
Voam! Voam! Voam!
Bebês, balões, botas
Bota, botão, bundão
Bichinho, biquini, barba
Baba, bunda... Fim
Fixação não; desestabiliza
Vai pro bebê de chá ou
vai de chá para o bebê?
Polaróides e super 8 disparados
Como tiros na cabeça do provocador
que solomente atravessa Paris, Texas.
Sem afagos ou edredons divinos.
Cobertores velhos da minha infância
Que se desfibram como poeiras, põem-se em lembranças,
Marcas onde demarcam as linhas do tempo encoberto e irreverso.
Como sopros!
Ressoam o passado latente
Late sílabas marcantes.
Encante, o desencanto que sente.
Miam palavras chocantes,
Enquanto a galinha choca seu ovo.
Ouço a aurora durante horas
Ainda que sem resposta.
Zico, Zeus, Zulu
Zimbaboé, Zidane, Zorro
Zuada, Ziza, Zape
Zica, Zozó, Diga!
Tardes têmporas, transes transas,
Tótens tiranos titubeiam tabus transgêneros.
Estranhos no parnasianismo artificial
que altera os dias rotos no andaime raso.
Cleiton Jesus
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Apto. locação secreta
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Alceu Brincou Com Desenhos Embriagados
Filmando Groselhas Humanizadas.
Índios Joalheiros Lerdos Mascarados
Nomeando Outros Prestidigitadores
Queimando Ruas Secretas.
Tortas Urinadas Vão Xilindrar Zélia.
ugo TODDEBOA
jeni CARLOS
pedro MELVIN
cleiton PEITINHO
andré GUARANÁ
alonso BENTINHO
jean BOTEOITOAE
lou ALDRIGUES
Pôr do Sol
07/09/2011
- abaixo a babá estranha
viva a vivência..
Filmando Groselhas Humanizadas.
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Nomeando Outros Prestidigitadores
Queimando Ruas Secretas.
Tortas Urinadas Vão Xilindrar Zélia.
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07/09/2011
- abaixo a babá estranha
viva a vivência..
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Vivenciaremos nus como lesmas torpes
a sóbria latência do ser.
E criamos nossas máscaras para esconder o passado,
criando um presente diferente
que não atinge nossa profundidade.
E vejo claro, profundo.
Cambaleia... Cambaleando.
Retrocede o presente,
Não sei se sente!
Apenas seja: permanente.
E permaneça mudando,
O mundo continua girando.
Da primavera ao inverno
Interno contínuo o incerto
Certo que sei que somos só nós!
(SILÊNCIO!)
Para ouvir os artistas autistas
que se espremem à beira
da piscina que projeta o quartzo mergulhado
a 2 metros dos pés.
André Guarany
Caio de Miranda
Cleiton Jesus
Lou Aldrigues
Ugo Todde
Jean Bottentuit
Bar Pôr do Sol
07/09/2011
- onde tá rolando o Groundation
pode entrar de chinela?
a sóbria latência do ser.
E criamos nossas máscaras para esconder o passado,
criando um presente diferente
que não atinge nossa profundidade.
E vejo claro, profundo.
Cambaleia... Cambaleando.
Retrocede o presente,
Não sei se sente!
Apenas seja: permanente.
E permaneça mudando,
O mundo continua girando.
Da primavera ao inverno
Interno contínuo o incerto
Certo que sei que somos só nós!
(SILÊNCIO!)
Para ouvir os artistas autistas
que se espremem à beira
da piscina que projeta o quartzo mergulhado
a 2 metros dos pés.
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07/09/2011
- onde tá rolando o Groundation
pode entrar de chinela?
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Aspas duvidosas revelam foices esclamatórios!!
Será que aqui pode fumar?
Produção!!!!!
James!! Quero um suco,
Quero funk com tang feito pela gang do Fritz Lang
que atolou um Mustang no mangue.
Comeu uma manga do Ypê branco,
Enrolado na canga pra dançar tango,
Rodou pela rua branda e virou na esquina do posto longo.
Pôr do sol, vale da lua.
Todos os astros nesta noite crua.
Abandonados pelos deuses
Sempre bebendo como gauleses.
Sinto certo do dia em que a criação e a aprendizagem
Se refletem nos copos meio cheios
meio vazios na mesa do bar!
André Guarany
Jean Bottentuit
Louisse Aldrigues
Ugo Todde Nogueira
José Felipe Pereira de Andrade (Monstro!)
02/09/2011
Pôr do Sol 408 norte
- o boa noite cinderela do mordomo para a madame da sacola suicida..
Será que aqui pode fumar?
Produção!!!!!
James!! Quero um suco,
Quero funk com tang feito pela gang do Fritz Lang
que atolou um Mustang no mangue.
Comeu uma manga do Ypê branco,
Enrolado na canga pra dançar tango,
Rodou pela rua branda e virou na esquina do posto longo.
Pôr do sol, vale da lua.
Todos os astros nesta noite crua.
Abandonados pelos deuses
Sempre bebendo como gauleses.
Sinto certo do dia em que a criação e a aprendizagem
Se refletem nos copos meio cheios
meio vazios na mesa do bar!
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02/09/2011
Pôr do Sol 408 norte
- o boa noite cinderela do mordomo para a madame da sacola suicida..
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Indolências whiskianas.
Plástico bolhas viajam com máscaras sociais;
Amarelo indolente..
Incendeia e ateia sensações quentes,
Diagonais.
O efeito gera o sentido de um tempo dilacerado.
Ansiosidade pra quê?
Se tudo retoma a métrica da razão.
Razão seria tê-la em meus braços novamente
sem um amargor de uma semente no clarão de uma serpente.
Ambâr,
pronto pra iluminar a dor do transeunte sem foco,
que permeia as marginais estradas.
Situações harbitrárias do momento!
André Guarany
Lorena Aloli
Ugo Todde Nogueira
Jean Bottentuit
José Felipe Pereira de Andrade (Monstro!)
31/08/2011
Apto. 302 (locação secreta)
Plástico bolhas viajam com máscaras sociais;
Amarelo indolente..
Incendeia e ateia sensações quentes,
Diagonais.
O efeito gera o sentido de um tempo dilacerado.
Ansiosidade pra quê?
Se tudo retoma a métrica da razão.
Razão seria tê-la em meus braços novamente
sem um amargor de uma semente no clarão de uma serpente.
Ambâr,
pronto pra iluminar a dor do transeunte sem foco,
que permeia as marginais estradas.
Situações harbitrárias do momento!
André Guarany
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José Felipe Pereira de Andrade (Monstro!)
31/08/2011
Apto. 302 (locação secreta)
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29 de agosto de 2011
Parafraseando o medo,
o olho que tudo vê e nada capta;
Até quando ficaremos no aguardo de um contato interditado do 3º grau?
A sensibilidade se cala ao vazio,
Em frente ao vazio tudo se cala.
Em frente ao nada, nada fala.
Então fala, cala, nada.
Mas cuidado pra não se afogar.
Jean Bottentuit
Gyancarlo Francischeto
André Guarany
Casaré
27/08/2011
- e a seiva esconde a espessura e o tamanho da protuberância
da glande do clã de Robervaldo Seiva e Astrogildovalda Pereira.. hã?
ahhh... estreia de Seiva... Francischeto nos devaneios
o olho que tudo vê e nada capta;
Até quando ficaremos no aguardo de um contato interditado do 3º grau?
A sensibilidade se cala ao vazio,
Em frente ao vazio tudo se cala.
Em frente ao nada, nada fala.
Então fala, cala, nada.
Mas cuidado pra não se afogar.
Jean Bottentuit
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27/08/2011
- e a seiva esconde a espessura e o tamanho da protuberância
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ahhh... estreia de Seiva... Francischeto nos devaneios
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26 de agosto de 2011
Zara Xana Vânia Uni-vos.
Tendo Sentido Razões, Questões, Palavrões.
Ouçam Naquela Mistura Linda.
Jantem Inusitadamente Holocaustos
Garfando Frases Excêntricas, Duvidando Como Belas Amantes.
21/08/2011
Cintya Azevedo
Bob Rodrigues
Agora Bonita Chupa Da Erika.
Fazendo Gostoso, Híbrido, Inusitado.
Já Lambi Minha Namorada Ovulando, Penetrando,
Querendo Romper Sua Tarântula.
Usando Vaselina Xuxense Zunindo.
Tendo Sentido Razões, Questões, Palavrões.
Ouçam Naquela Mistura Linda.
Jantem Inusitadamente Holocaustos
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21/08/2011
Cintya Azevedo
Bob Rodrigues
Agora Bonita Chupa Da Erika.
Fazendo Gostoso, Híbrido, Inusitado.
Já Lambi Minha Namorada Ovulando, Penetrando,
Querendo Romper Sua Tarântula.
Usando Vaselina Xuxense Zunindo.
23 de agosto de 2011
Os pensamentos aceleram em palavras,
Coletâneas estas, dispersas, afraseadas.
Correntes elétricas dispostas em sinapses,
Decorrem, decoram, infinitas imagens.
Progridem, pesquisas históricas,
Confusões espaciais, estão divergendo
Entre banalidades das vidas alheias.
Percebi então que de todas as coisas já pensadas,
Sentidas, deixadas,
Serei apenas mais um aqui.
Nessa terra infértil onde as ideias flutuam e expremem o que deveriam expressar.
Expressos cafés bascos;
Vívidas mendicâncias aborígenes,
Indicam caminhos tórridos.
O General Generoso Gerou
pra Geral Gelos d'água em Goles Gasosos e Gozosos.
Glória!! Glória!!!
Bob Melvin
Jeni Sousa
Alonso Bento
Lorena Aloli
André Guarany
Jean Bottentuit
Simpsons 307 sul
21/08/2011
- com interferências glandestinas...
GLÓRIA GLANDE GRANDE !!!
Coletâneas estas, dispersas, afraseadas.
Correntes elétricas dispostas em sinapses,
Decorrem, decoram, infinitas imagens.
Progridem, pesquisas históricas,
Confusões espaciais, estão divergendo
Entre banalidades das vidas alheias.
Percebi então que de todas as coisas já pensadas,
Sentidas, deixadas,
Serei apenas mais um aqui.
Nessa terra infértil onde as ideias flutuam e expremem o que deveriam expressar.
Expressos cafés bascos;
Vívidas mendicâncias aborígenes,
Indicam caminhos tórridos.
O General Generoso Gerou
pra Geral Gelos d'água em Goles Gasosos e Gozosos.
Glória!! Glória!!!
Bob Melvin
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GLÓRIA GLANDE GRANDE !!!
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O meu cocô vai fazer uns mopocô.
Uma boa massagem para um bom mopo-coco..
Massagem de (e/u)go e pensamentos soltos
me levam a pirar em alucinações deliciosas.
Saunas e piscinas; sol e desidratação;
Desidrata e embaralha pensamentos.
Penso nesse vai e vem,
Quente e frio... nem pensa nisso.
No sentido de oposição.
Complementando sua ascenssão.
Compartilho essas contrárias forças;
Visualizo, distante, opostas,
O pasto de que a ressoa.
Horizontal, sub-abissal,
Entre os sóis, quero minhas folhas;
Os verdes da loucura, são braquiaras.
Ruminantes, vago nas procuras...
Espero um "almojantar" informal.
Que cheirosa está a couve,
Com alhos fritos e conversas.
Acalentada ao gosto de feijoadas especiais.
E depois desfrutar aquela sobremesa...
Brigadeiro com tihuana no paladar.
Hummm..... Ahhhh!
Vamos trepar!!
Trepadeiras, orangotangas,
louva-deusas e fungos se preparam para avancar.
[Avant-gard]
Caio Cabelo
Plim Gabi
Mama Iza
Dedé Guaraná
Louisse A.
Cleitinho Peitinho
Pedro Melvin
Jeni Carlos
Raquel Stella
Ugo Toddeboa
Jean Boteoitoae..
Hotel Cabarett da Mama
20/08/2011
- Vamo bebê a Stella della..
farofa!!
Uma boa massagem para um bom mopo-coco..
Massagem de (e/u)go e pensamentos soltos
me levam a pirar em alucinações deliciosas.
Saunas e piscinas; sol e desidratação;
Desidrata e embaralha pensamentos.
Penso nesse vai e vem,
Quente e frio... nem pensa nisso.
No sentido de oposição.
Complementando sua ascenssão.
Compartilho essas contrárias forças;
Visualizo, distante, opostas,
O pasto de que a ressoa.
Horizontal, sub-abissal,
Entre os sóis, quero minhas folhas;
Os verdes da loucura, são braquiaras.
Ruminantes, vago nas procuras...
Espero um "almojantar" informal.
Que cheirosa está a couve,
Com alhos fritos e conversas.
Acalentada ao gosto de feijoadas especiais.
E depois desfrutar aquela sobremesa...
Brigadeiro com tihuana no paladar.
Hummm..... Ahhhh!
Vamos trepar!!
Trepadeiras, orangotangas,
louva-deusas e fungos se preparam para avancar.
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farofa!!
13 de agosto de 2011
A minha escolha de estar em bolhas;
MC (me) dói a arte das firulas;
Até que rasga o branco da folha em encanto
E dobra o canto dos traços, à força!
Traços, ou quando os alicerces vergam...
Ditas, sobreditas, quase inválidas.
Vesgas, torpes, distintas;
Nobres, pobres, hobbies, hobits, Senhor dos anéis...
Ha! Ha! Ha! Tudo pode ser, apenas, uma piada...
Então acorda azedo, acorda amargo
Acorda cedo até madrugada
Pra lembrar que a noite é doce
E que a tarde é salgada
Com um azul de maresia
INSTANCA!
Veloz! Feroz! Em torno de todos nós...
E assim aconteceu, e ele se foi,
não se sabe quando volta...
E a volta é impossível para quem morre a cada segundo
Ou vive num universo, um tanto já expansivo o necessário.
Ou vive universos numerosos e expansivos demais
Tanto a perder a conta dos que a conta fez.
E esquecer a história que o fazer conta.
Empaquei na poesia again
Paro agora e digo: UHUUU!
Então??!!
Está tudo girando. girando.. girando...
Daniel Carvalho
André Guarany
Clélia Bastos
Jack Daniel's House
10/08/2011
psicodelândia..
(acompanha MôDêCô no original)
MC (me) dói a arte das firulas;
Até que rasga o branco da folha em encanto
E dobra o canto dos traços, à força!
Traços, ou quando os alicerces vergam...
Ditas, sobreditas, quase inválidas.
Vesgas, torpes, distintas;
Nobres, pobres, hobbies, hobits, Senhor dos anéis...
Ha! Ha! Ha! Tudo pode ser, apenas, uma piada...
Então acorda azedo, acorda amargo
Acorda cedo até madrugada
Pra lembrar que a noite é doce
E que a tarde é salgada
Com um azul de maresia
INSTANCA!
Veloz! Feroz! Em torno de todos nós...
E assim aconteceu, e ele se foi,
não se sabe quando volta...
E a volta é impossível para quem morre a cada segundo
Ou vive num universo, um tanto já expansivo o necessário.
Ou vive universos numerosos e expansivos demais
Tanto a perder a conta dos que a conta fez.
E esquecer a história que o fazer conta.
Empaquei na poesia again
Paro agora e digo: UHUUU!
Então??!!
Está tudo girando. girando.. girando...
Daniel Carvalho
André Guarany
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10/08/2011
psicodelândia..
(acompanha MôDêCô no original)
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Seja coerente!
A instabilidade é perigosa.
O perigo é constante.
O constante é o instante e o mesmo já passou...
Já passou. Ainda é.
A era espacial já era?
A era especial ainda vai ser.
E o vômito doçado!
O cômico disfarçado de feio:
É débil, esponjoso, amargo...
Limite de um campo consciente dentro de uma lanterna
E o seu raio, e o seu raio, e o seu raio.
Lugar nenhum...
Vejo tudo diferente.
Não vejo mais o verde; ou será o vermelho.
É tudo a mesma cor.
Socorro!
Caralho! Tá tenso!
Poesificarei com sobriedade.
Até que a pele vire poeira e componha o chão dessa casa,
com cabelos, tintas e coisas velhas.
Para que acordemos com um brilho passado no rosto
e com o sentimento bom de fim de tudo.
Felipe Buna
Bia Neres
Clélia Bastos
André Guaranáis!
Daniel Caralho Trinovo
Casa do Daniel
09/08/2011
- Por favor, desconsidere!
(acompanha desenho - MôDêCô - no original)
A instabilidade é perigosa.
O perigo é constante.
O constante é o instante e o mesmo já passou...
Já passou. Ainda é.
A era espacial já era?
A era especial ainda vai ser.
E o vômito doçado!
O cômico disfarçado de feio:
É débil, esponjoso, amargo...
Limite de um campo consciente dentro de uma lanterna
E o seu raio, e o seu raio, e o seu raio.
Lugar nenhum...
Vejo tudo diferente.
Não vejo mais o verde; ou será o vermelho.
É tudo a mesma cor.
Socorro!
Caralho! Tá tenso!
Poesificarei com sobriedade.
Até que a pele vire poeira e componha o chão dessa casa,
com cabelos, tintas e coisas velhas.
Para que acordemos com um brilho passado no rosto
e com o sentimento bom de fim de tudo.
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Bia Neres
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André Guaranáis!
Daniel Caralho Trinovo
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09/08/2011
- Por favor, desconsidere!
(acompanha desenho - MôDêCô - no original)
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11 de agosto de 2011
Coisa mínima, sem tamanho e sem peso,
Quase "chitara", quase cítara,
Mexe qualquer coisa,
onde o leão que sempre cavalguei.
Mexendo os corações com alegria e alteria;
Sendo sempre uma pessoa serelepe.
Com batidas fortes chego causando,
com a variedade, chego harmonizando.
Com a música entrelida na harmonia de cada palma
sintonizando o ritmo da sincronia da alma.
Minha música, minha alma, me ama?
Me embriaga, me sintoniza.
Sai do mar e me toca.
Ao sair de mim, me devora, desregurgita.
E consola a falta da calma dos olhos.
O tempo volta ao seu mergulho levando um carimbo de ar.
Carimbo de competências;
Vivências, latências, urgências.
Jean Bottentuit
Ugo Todde
Cabelo SanMan
Louisse Aldrigues
Bob Rodrigues
Daniel Caralho
André Guarany
Parcão da 104/5 sul
08/08/2011
- estreia do cabelo no môpôcô
Quase "chitara", quase cítara,
Mexe qualquer coisa,
onde o leão que sempre cavalguei.
Mexendo os corações com alegria e alteria;
Sendo sempre uma pessoa serelepe.
Com batidas fortes chego causando,
com a variedade, chego harmonizando.
Com a música entrelida na harmonia de cada palma
sintonizando o ritmo da sincronia da alma.
Minha música, minha alma, me ama?
Me embriaga, me sintoniza.
Sai do mar e me toca.
Ao sair de mim, me devora, desregurgita.
E consola a falta da calma dos olhos.
O tempo volta ao seu mergulho levando um carimbo de ar.
Carimbo de competências;
Vivências, latências, urgências.
Jean Bottentuit
Ugo Todde
Cabelo SanMan
Louisse Aldrigues
Bob Rodrigues
Daniel Caralho
André Guarany
Parcão da 104/5 sul
08/08/2011
- estreia do cabelo no môpôcô
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28 de julho de 2011
A tinta amarela compõe uma felicidade fosca
Cai um sorriso da aquarela, cresce uma cidade da fossa
Sua pompa inteira: beleza e merda.
Você não é o que é por dentro.
São suas atitudes que definem o que você é.
São atitudes que definem,
mas quando a questão é abstrata, falta alguma coisa mais,
algo que de fato retrata. No fim é só o que falta
- compacta -
Empata...
a pauta retrara - Impacta
Fatal farsa
comparsa
ameaça
e que assim se faça
Enquanto o dia e a vida passa.
O mundo espera que eu faça valer cada sorriso e lágrima
que em seu rosto eu possa ver
Enquanto prefiro ver pouco e morro,
O choro que treina prantos, os risos das gargalhadas
Eu não sou uma tragédia bonita;
sempre fui uma piada.
Uma grande piada de mau gosto que todos riem sem graça.
Os aplausos vem gipócritas nos ouvidos de todos.
Todos somos piadas, entendeu Lorena?!
Piadas que redirigem o sentido
que eu desenhei em você com nome do meu amor.
Entender pra quê?
Tem que sentir de verdade o fogo aquecendo o contorno dos pés.
Na real, o melhor é aquecer e pensar no cigarro que tá acabando.
Ou só viajar.
E ir pra festa dia 21 de agosto.
21 não quer dizer 28? Quem sabe.
Quem sabe é o bom vivant,
cheio de razões em vão.
Daniel Carvalho
Filipe Gordo
Mari Brites
Lud Ludens
Kyll Nunes
Daniel Caralho de novo!!
Pedro Mesquita
Lorena Aloli
Felipe Buna
F.H.A.S. Kid 15
Ricardo de Souza
André Guarany
Casa da Lorena Calábria
19/07/2011
Cai um sorriso da aquarela, cresce uma cidade da fossa
Sua pompa inteira: beleza e merda.
Você não é o que é por dentro.
São suas atitudes que definem o que você é.
São atitudes que definem,
mas quando a questão é abstrata, falta alguma coisa mais,
algo que de fato retrata. No fim é só o que falta
- compacta -
Empata...
a pauta retrara - Impacta
Fatal farsa
comparsa
ameaça
e que assim se faça
Enquanto o dia e a vida passa.
O mundo espera que eu faça valer cada sorriso e lágrima
que em seu rosto eu possa ver
Enquanto prefiro ver pouco e morro,
O choro que treina prantos, os risos das gargalhadas
Eu não sou uma tragédia bonita;
sempre fui uma piada.
Uma grande piada de mau gosto que todos riem sem graça.
Os aplausos vem gipócritas nos ouvidos de todos.
Todos somos piadas, entendeu Lorena?!
Piadas que redirigem o sentido
que eu desenhei em você com nome do meu amor.
Entender pra quê?
Tem que sentir de verdade o fogo aquecendo o contorno dos pés.
Na real, o melhor é aquecer e pensar no cigarro que tá acabando.
Ou só viajar.
E ir pra festa dia 21 de agosto.
21 não quer dizer 28? Quem sabe.
Quem sabe é o bom vivant,
cheio de razões em vão.
Daniel Carvalho
Filipe Gordo
Mari Brites
Lud Ludens
Kyll Nunes
Daniel Caralho de novo!!
Pedro Mesquita
Lorena Aloli
Felipe Buna
F.H.A.S. Kid 15
Ricardo de Souza
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19/07/2011
26 de julho de 2011
O momento preciso de precisar de algo.
Algo preciso.
Preciso de algo mas não é o momento de realizar a origem das coisas,
momentos universais.
Talvez imaginários mas existentes.
Então por que não eu "talvez imaginário"
construa momentos únicos que no momento não consigo imaginar?
Imaginações fúnebres, estanques visuais.
Sensitivamente ambicioso,
Duramente obsoleto.
Resolvi inverter tudo que eu queria dizer:
Era vontade de ter... mas o quê?
Mas nem tudo o que eu tenho me pertence.
O que está comigo é livre.
Os que vivem e são feitos de madeira queimam minhas entranhas,
Moram em minhas estradas;
Seus ossos ácidos fazem de suas pegadas, minhas façanhas.
Consumir, incorporar,
a cada passo do caminho fiz meus todos aqueles a quem encontrei.
Eu sou todos, uma comunidade em um.
E sou também um, eu comigo mesmo.
O homem e a comunidade.
Sozinho mas nunca só.
Nós somos o que somos e não fico triste por ser maluco.
Os loucos são a luz,
vieram para confundir os sábios.
Lorena Aloli
Ricardo de Souza
André Guarany
Mariana Brites
Gabi Plim
Daniel Caralho !
TK Yamanaka
Isaac Sassi
F.H.A.S. (Kid 15)
Casa da Lorena Calábria..
19/07/2011
môpôcô = POEMA DE CORPO MUTILADO
Algo preciso.
Preciso de algo mas não é o momento de realizar a origem das coisas,
momentos universais.
Talvez imaginários mas existentes.
Então por que não eu "talvez imaginário"
construa momentos únicos que no momento não consigo imaginar?
Imaginações fúnebres, estanques visuais.
Sensitivamente ambicioso,
Duramente obsoleto.
Resolvi inverter tudo que eu queria dizer:
Era vontade de ter... mas o quê?
Mas nem tudo o que eu tenho me pertence.
O que está comigo é livre.
Os que vivem e são feitos de madeira queimam minhas entranhas,
Moram em minhas estradas;
Seus ossos ácidos fazem de suas pegadas, minhas façanhas.
Consumir, incorporar,
a cada passo do caminho fiz meus todos aqueles a quem encontrei.
Eu sou todos, uma comunidade em um.
E sou também um, eu comigo mesmo.
O homem e a comunidade.
Sozinho mas nunca só.
Nós somos o que somos e não fico triste por ser maluco.
Os loucos são a luz,
vieram para confundir os sábios.
Lorena Aloli
Ricardo de Souza
André Guarany
Mariana Brites
Gabi Plim
Daniel Caralho !
TK Yamanaka
Isaac Sassi
F.H.A.S. (Kid 15)
Casa da Lorena Calábria..
19/07/2011
môpôcô = POEMA DE CORPO MUTILADO
Daqui de onde o silêncio impera,
As tatuagens se movem sobre a pele,
Mas não o fazem sem toda dor,
E a dor é maior quando abafada pelo eco da ausência
de som...
O silêncio que tudo vê;
A complacência que todo sente;
Amascarado de transparências.
Véu do nu.
Sentindo o que não se sente.
Que espécie ilustre é essa que se cala.
Falas e falos nos faróis;
Vistos e revestidos em véus de favas;
Meus faustos fastis.
Decorados com cores, dores e bolores.
Fósseis e fossas dos fascínoras,
Com as entranhas entreabertas.
Quase arregaçadas por ferozes flores foices.
Talvez uma inchada bem grande quem sabe?
Para acabar é só colocar uns pingos nos "is".
Depois agarra a página, saca dela tudo de podre
e coloca um ponto final neste texto.
Mas o fim só deve vir se for consentido e coletivo.
Daniel Carvalho
André Guarany
Karoline Oliveira
Bob Melvin
Jean Bottentuit
Bichard de Souza
Jeni Sousa
Mari Brites
Piauí
03/07/2011
iii Mô Pô Cô Pô Mô ...
. fim do Clãdestin{A}to .
As tatuagens se movem sobre a pele,
Mas não o fazem sem toda dor,
E a dor é maior quando abafada pelo eco da ausência
de som...
O silêncio que tudo vê;
A complacência que todo sente;
Amascarado de transparências.
Véu do nu.
Sentindo o que não se sente.
Que espécie ilustre é essa que se cala.
Falas e falos nos faróis;
Vistos e revestidos em véus de favas;
Meus faustos fastis.
Decorados com cores, dores e bolores.
Fósseis e fossas dos fascínoras,
Com as entranhas entreabertas.
Quase arregaçadas por ferozes flores foices.
Talvez uma inchada bem grande quem sabe?
Para acabar é só colocar uns pingos nos "is".
Depois agarra a página, saca dela tudo de podre
e coloca um ponto final neste texto.
Mas o fim só deve vir se for consentido e coletivo.
Daniel Carvalho
André Guarany
Karoline Oliveira
Bob Melvin
Jean Bottentuit
Bichard de Souza
Jeni Sousa
Mari Brites
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03/07/2011
iii Mô Pô Cô Pô Mô ...
. fim do Clãdestin{A}to .
//////////// 100 MôPôCô´S /////////////
Estamos vertiginosos;
Embaralhadas contemplações;
Andróginas elucubrações.
Estamos estando,
Estamos estrambólicos,
Estradas escuras.
Caminhos estranhos,
Desertos e mares,
Novos caminhos.
Traçado muitas vezes sem querer, mas,
Postos para serem vividos.
Postes para serem vivenciados,
Luzes para serem engulidas;
Ondas para trazer razão.
Amor para trazer sorte;
Você para trazer dúvidas;
Cerveja para abrir as portas.
Sorte por conhecer,
Amar por amar,
Abrir o coração.
Viver o hoje, o agora e esta explosão de coisas existentes.
André Guarany
Bob Rodrigues
Luna Rufino
Ricardo de Souza
Piauí
14/06/2011
- Feliz aniversário de 27 anos (Igorette) ou 1 semana.
As datas se confundem, aluga-se um coração.
/////////// 100 mÔpÔcÔ´s /////////////
Estamos vertiginosos;
Embaralhadas contemplações;
Andróginas elucubrações.
Estamos estando,
Estamos estrambólicos,
Estradas escuras.
Caminhos estranhos,
Desertos e mares,
Novos caminhos.
Traçado muitas vezes sem querer, mas,
Postos para serem vividos.
Postes para serem vivenciados,
Luzes para serem engulidas;
Ondas para trazer razão.
Amor para trazer sorte;
Você para trazer dúvidas;
Cerveja para abrir as portas.
Sorte por conhecer,
Amar por amar,
Abrir o coração.
Viver o hoje, o agora e esta explosão de coisas existentes.
André Guarany
Bob Rodrigues
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Ricardo de Souza
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14/06/2011
- Feliz aniversário de 27 anos (Igorette) ou 1 semana.
As datas se confundem, aluga-se um coração.
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Um chopp, dois, três, não sei..
Sei que quando posso beber uma cervejinha o torresmo não escapa.
Os sabores da vida não tem jeito, é pegar ou largar,
Ser ou não ser, é simplesmente querer, a fronteira do sabor..
O sabor é eterno, seja do céu ou do inferno.
Bebemos para esquecer ou bebemos para viver?
Pois se beber é coisa do inferno,
então viverei eternamente ao lado do demônio.
Mas será mesmo que bebo com o demônio
ou quando eu não bato o carro estou com deus?
Deus é o vento, fim do firmamento,
se o livramento é o refúgio, procuro o lugar seguro, enfim, o sei lá...
Às vezes o lar não é sua casa, às vezes você não é você, e o bar...
Se torna seu lar.
E às vezes sou feito de sangue e de álcool,
às vezes sou álcool e sangue,
às vezes tem muito sangue no meu álcool,
Mas agora tem muito álcool no meu sangue.
Ricardo de Souza
Alexandre Faro
Leandro Brito
Roberto Azevedo
Sei que quando posso beber uma cervejinha o torresmo não escapa.
Os sabores da vida não tem jeito, é pegar ou largar,
Ser ou não ser, é simplesmente querer, a fronteira do sabor..
O sabor é eterno, seja do céu ou do inferno.
Bebemos para esquecer ou bebemos para viver?
Pois se beber é coisa do inferno,
então viverei eternamente ao lado do demônio.
Mas será mesmo que bebo com o demônio
ou quando eu não bato o carro estou com deus?
Deus é o vento, fim do firmamento,
se o livramento é o refúgio, procuro o lugar seguro, enfim, o sei lá...
Às vezes o lar não é sua casa, às vezes você não é você, e o bar...
Se torna seu lar.
E às vezes sou feito de sangue e de álcool,
às vezes sou álcool e sangue,
às vezes tem muito sangue no meu álcool,
Mas agora tem muito álcool no meu sangue.
Ricardo de Souza
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23 de junho de 2011
Redondamente satisfeita
Entupido de satisfações
Enteogênicas, que encontramos em trilhas
Salpicadas de cores brilhantes
Salpicadas de cores brilhantes
Untadas de texturas híbridas
Hidrogênios, íons e ímãs;
Nebulosas virtuais colorem carros, ovos e pessoas confusas
ameaçam gatos, estantes e sósias
ruminam palavreados virados ao avesso
Porcos, vacas e equinos passeiam
E criam o programa: bicho passeado é bicho feliz.
Sociedade na cidade ilhada, em circuitos televisivos.
Jeni Sousa
André Guarany
Bob Melvin
Casa da Jeni
12/06/2011
- MiNiPoCo
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Não, não digas nada
Suponho que dirá.
Docemente previsível,
Enduzida...
OCOPOM, palavra e estrela.
Pregada na tela celeste,
De leste a oeste.
Encontrar a nave que voa;
O O.V.N.I. que (não) se vê;
É Deus, mais "fácil" de crer.
Sub-mortos, imersos imaginários.
Um caminho ou dois, limita.
Limitações vertiginosas
Insólitas insolações ensolaradas.
Anestesiante...
Televisível telefonante computadorizados
Informação audível mecanizadas
Massa, alienação - navegação, grátis?
Por apenas as rapinas,
Asas massificadas auriculadas
Globalizadas em íris do arco íris
Globalizadas em íris do arco íris
Das barras de cores dos antigos VHS
Modernos blu-rays
Contemporâneos DVDs
Neandertais polaróides
E da palavra o palavrão
Derramadas psicografias
Verborrágicas..
Frases bastante malucas!!
Desnudas em entrelinhas
(Des) lineares... Rabiscos estelares.
André Guarany
Jeni Sousa
Bob Melvin
Casaré
11/06/11
- Na caverna de Platão,
só é possível filosofar em alemão..
LÊ-SE: EM LINHAS ALEATÓRIAS E SEM ACENTOS
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Eu cedo na estupidez,
Quero comer os girassóis azuis,
Pendurados em seus olhos.
Divago...
Jivago!!
Eu calo na hipotenusa;
Escândalos equiláteros;
Caóticos vértices..
Nas quinas dos ângulos,
Quadriláteros escorregam,
Pêlos ditos a sua pessoa.
Abre sua boca e diz que me ama.
Abre a barriga e me dá umbigo.
Não existe horas nessa casa,
E minha porta, é serventia.
Serventia que lhe quero verde,
Estúpidamente dócil,
Âmago passional.
Não é aqui o plano de educação!!
Sejamos bem realistas,
as noites servem muito para as perversões humanas.
Aqui a mistura tá liberada!
Bárbara Lobato
André Guarany
Jeni Sousa
Casaré
07/06/2011
- à questão dos nove meses e dos 25 anos.
"Bem sei que o pior afogamento é à seco." CARPINEJAR
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7 de junho de 2011
Resgates visuais TRANSIGÊNCIA
Estatismos estéticos estáticos
Transforgênicos Esquizolóides
Formatalizador antroporobótico
Blandeirar ro burlerxar
Solarvanco Parquerístiar
Formulárvores de um deserto
Inevitáveis desatinos de vazios
Incontroláveis nordestinos.
Equívoco poético radical-chic
Involucrado; plásticos desencarnados
Oxítonas; ALVÍSSARAS
ex-agono de agonia
Agora o agosto
Te goza...
Decembro na iskada
Veja, karas nas varandas dos barcos
Vindo e siguindo...
Segue seguindo
Estrelas no céu
Sorrisos sorrindo
BLÁ RISOS BLÁ RISOS
vodkas elementares..
Prismos texanos.
Caleidoscópicos oculares;
Ocultados, ofuscados que me calo.
Em lusco-fusco, turvo
Que me desova.
Cova rasa de in(septo)s
Saleiros chaleiros sinaleiros.
Corra Lola, Corra.
Audré Gnarnay
Bob Melvin
Sousa Inej
Danilo Reivax
Puaií
05/06/11
mOpOcaÓticO`s
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17 de maio de 2011
Agimos Bem Cautelosos,
Depois Estancamos Facas Grotescas.
Habilitando-se Imundo, Justamente
Lambendo Mamas Nutridas.
Ouvi Partos Querendo Radiografar Sêmen
Tratando Um Vibrador.
Xiii!! Zuei.
Karoline de Oliveira
André Guarany
Ricardo de Souza
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16/05/2011
- ao Cleitinho e a trepa que tá rolando agora..
Depois Estancamos Facas Grotescas.
Habilitando-se Imundo, Justamente
Lambendo Mamas Nutridas.
Ouvi Partos Querendo Radiografar Sêmen
Tratando Um Vibrador.
Xiii!! Zuei.
Karoline de Oliveira
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16/05/2011
- ao Cleitinho e a trepa que tá rolando agora..
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A /t/ ALHO
°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°° bolhas °°°°
..CaSCaLHoS,
.....................DeSCiDaS,
......................................eSQuiVaS
F A V A S..................................................................o
guardando..............................................................ã
...............................................................w...........ç
HOjE.......................................................A........a
I N A C Í V E L.........................................L ....n
jÁ MaIS....................................................L.....i
.........................K - AO lado...........................g
..........................................................................a
LAMENTÁVEL...................................................m
...............................................................................Y
$ M.u.n.d.o. $
nadando
OUTRA +----+ palavra
ULA ULA QUAL IDADE
//tristes***
//verticadas _______ReSGaTArEmOs
//s*a*u*d*a*d*e*s .............XAMÃ - ismo
...............................zique - ZIRA
{{vísceras}}
dada°°°°°°°°°°°///
°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°° bolhas °°°°
..CaSCaLHoS,
.....................DeSCiDaS,
......................................eSQuiVaS
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I N A C Í V E L.........................................L ....n
jÁ MaIS....................................................L.....i
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LAMENTÁVEL...................................................m
...............................................................................Y
$ M.u.n.d.o. $
nadando
OUTRA +----+ palavra
ULA ULA QUAL IDADE
//tristes***
//verticadas _______ReSGaTArEmOs
//s*a*u*d*a*d*e*s .............XAMÃ - ismo
...............................zique - ZIRA
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dada°°°°°°°°°°°///
Amanheci Bastante Calejado.
Devendo Esperanças Fakes,
Gulosas, Hermano Impostor!
Jurei Laconicamente Matar
Natividade Onipresente.
Pronto.
Quantifiquei Risível Sopro Temeroso.
Untei Vômitos Xerocados Zambetando.
Jeni
Alonso
Jean
Devendo Esperanças Fakes,
Gulosas, Hermano Impostor!
Jurei Laconicamente Matar
Natividade Onipresente.
Pronto.
Quantifiquei Risível Sopro Temeroso.
Untei Vômitos Xerocados Zambetando.
Jeni
Alonso
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aNToLoGia BaiXa CauSou DeSTRuiÇão,
eSTuPRo.
FaLTa GaSTaR HáBiToS iNDeSCeNTeS.
Já LaRGuei Meu NaDa.
ouVi PaRa QueSTioNaR RaZõeS SáTiRaS,
TRiSTeS.
uNiVeRSaiS, VeRDaDeiRaS XíCaRaS ZiZiGaGuiaNDo.
Sérgio Dhubram
Rafael Afonso
Kyll Nunes
Alexandra Martins
Jeni Sousa
Bob Melvin
Priscila Cunha
Bar Piauípoco
25/03/2011
eSTuPRo.
FaLTa GaSTaR HáBiToS iNDeSCeNTeS.
Já LaRGuei Meu NaDa.
ouVi PaRa QueSTioNaR RaZõeS SáTiRaS,
TRiSTeS.
uNiVeRSaiS, VeRDaDeiRaS XíCaRaS ZiZiGaGuiaNDo.
Sérgio Dhubram
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2 de maio de 2011
Um general sem nenhum caráter.
Dando o quarto gole de cerveja antárctica litrão;
Encarando a vida como ela é...
A vida vai girando pela noite gélida.
Um tiro sem direção do marechal sem razão.
Encontrou seu caminho depois da pedra.
Atento para não errar a seta;
Acerta a árvore com a sombra gigante.
Será meu amante das noites de volúpcia?
Ou o frio da névoa apaixonante?
Usa do gigante para se proteger,
Se projeta depois do encontro com ela.
Será seu tormento, praticamente sem contexto,
Como a caligrafia acima em forma de pixação;
O desencanto, esgotamento pela tubulação.
Do buraco do cano ainda vejo uma mulher.
Sentada com as mãos no colo,
Ela está escrevendo no seu corpo palavras marcadas pelo tempo.
Enquanto isso o tempo observa um demente qualquer
involucrando pedras virgens escaldantes melancólicas.
E essas pedras flamejavam ódio
por cima da população brasiliense.
Pedras população brilham acima de nós.
Porque será que não saímos disso? Qual é o jogo?
Fogo, pau e pedra.
Sara nossa terra.
Mas será o Benedito?
Apocalipse Jesus Cristo.
André Guarany
Ugo Todde
Louisse Aldrigues
Paulo Wenceslau
Bob Melvin
Jeni Sousa
Jean Bottentuit
Lorenna Martins
Gabriela Garcia
Jacques Americaño
Piauí
23/04/2011
Dando o quarto gole de cerveja antárctica litrão;
Encarando a vida como ela é...
A vida vai girando pela noite gélida.
Um tiro sem direção do marechal sem razão.
Encontrou seu caminho depois da pedra.
Atento para não errar a seta;
Acerta a árvore com a sombra gigante.
Será meu amante das noites de volúpcia?
Ou o frio da névoa apaixonante?
Usa do gigante para se proteger,
Se projeta depois do encontro com ela.
Será seu tormento, praticamente sem contexto,
Como a caligrafia acima em forma de pixação;
O desencanto, esgotamento pela tubulação.
Do buraco do cano ainda vejo uma mulher.
Sentada com as mãos no colo,
Ela está escrevendo no seu corpo palavras marcadas pelo tempo.
Enquanto isso o tempo observa um demente qualquer
involucrando pedras virgens escaldantes melancólicas.
E essas pedras flamejavam ódio
por cima da população brasiliense.
Pedras população brilham acima de nós.
Porque será que não saímos disso? Qual é o jogo?
Fogo, pau e pedra.
Sara nossa terra.
Mas será o Benedito?
Apocalipse Jesus Cristo.
André Guarany
Ugo Todde
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Bob Melvin
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Gabriela Garcia
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Piauí
23/04/2011
Assim Babou Calado Distante.
Esquizofrênica, Francisca Greluda
Higienizou Indolentemente Jazigos Límpidos
Meramente No Ópio,
Pois Quis Retardar Sílabas Tônicas
Unas Vegetarianas Xingando Zoraide.
Paulo
André
Alonso
Ugo
Jeni
Jacques
Jean
Parque da Cidade
23/04/2011
Esquizofrênica, Francisca Greluda
Higienizou Indolentemente Jazigos Límpidos
Meramente No Ópio,
Pois Quis Retardar Sílabas Tônicas
Unas Vegetarianas Xingando Zoraide.
Paulo
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Jacques
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23/04/2011
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28 de abril de 2011
Algum Belo Cavalo Doido É Foda
Gigate Infeliz Jumento Largou Maria Numa Ópera
Porque Queria Rasgar-lhe Sua Teretêtê
UUU Vacilão
Xoxota Zuou !
Paulo Wenceslau
Carola Ribeiro
Geodênia Gervásio
UnB : figuração "Faroeste Caboclo"
22/04/2011
Gigate Infeliz Jumento Largou Maria Numa Ópera
Porque Queria Rasgar-lhe Sua Teretêtê
UUU Vacilão
Xoxota Zuou !
Paulo Wenceslau
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UnB : figuração "Faroeste Caboclo"
22/04/2011
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Paulo Wenceslau
Abusei Brutalmente Caindo Demasiadamente
Entre Farrapos Grunidos.
Hospitalizando Íntimos Juízes Leais.
Macacos Nunca Olharam Profundamente
Questionando Rosas Sensíveis Tingidas.
Unificando Volúpias.
Xamã!!!
Zootecnicamente.
Jean Bottentuit
Paulo Wenceslau
Lorena Aloli
André Guarany
Ylian Thediga
Anderson Magalhães
Fornália 307 sul
17/04/2011
- Só num relógio é que as horas vão batendo sem sofrer.
(Mário Quintana)
Entre Farrapos Grunidos.
Hospitalizando Íntimos Juízes Leais.
Macacos Nunca Olharam Profundamente
Questionando Rosas Sensíveis Tingidas.
Unificando Volúpias.
Xamã!!!
Zootecnicamente.
Jean Bottentuit
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Fornália 307 sul
17/04/2011
- Só num relógio é que as horas vão batendo sem sofrer.
(Mário Quintana)
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Baixei um download pirateado
pelo Chacal boca suja,
que me avistava do alto.
Everest-cemitério.
Dos confins da existência,
Pedra..
Com a lata vai bem,
Mas eu sou conservado em valor burguês.
Conservado no danoninho..
Mantido na boiada;
Hospitalizado por valores sociais.
O caos derrama lágrimas da beleza.
A alegria interditada,
Internou sorrisos.
Às vezes poderia não ser de ganho positivo.
Querendo pacificar... Impossível.
É tudo transgressor,louco, bagunçado!
Eu talvez não iria querer, mas,
Eu tenho que ser amigo do caos...
Jean Bottentuit [assexuado]
Anderson Magalhães [descompassado]
Ylian Thediga
André Guarany
Lorena Aloli
Paulo Wenceslau
Fornália, 307 sul
17/04/2011
- O doloroso sulco lábio-nasal junto à garrafa morta... (Quintana)
pelo Chacal boca suja,
que me avistava do alto.
Everest-cemitério.
Dos confins da existência,
Pedra..
Com a lata vai bem,
Mas eu sou conservado em valor burguês.
Conservado no danoninho..
Mantido na boiada;
Hospitalizado por valores sociais.
O caos derrama lágrimas da beleza.
A alegria interditada,
Internou sorrisos.
Às vezes poderia não ser de ganho positivo.
Querendo pacificar... Impossível.
É tudo transgressor,louco, bagunçado!
Eu talvez não iria querer, mas,
Eu tenho que ser amigo do caos...
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Fornália, 307 sul
17/04/2011
- O doloroso sulco lábio-nasal junto à garrafa morta... (Quintana)
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Algum momento de tons azuis
Celestes signos da incompreensão esverdeada
Das contas que pagamos diariamente
No crédito, debilitado;
Indisposto, inválido, permeando...
Quanto mais te odeio, te quero perto do meu ódio.
Perto das minhas cores cinza-choque;
Longe das minhas cores neutras.
Por perto de meu seio farto.
Procrio meus lixos caligrafados.
Caligrafo verdades absolutas.
Quanta bobagem entregue à caneta.
Tinta em forma de letras derramadas.
Bob Melvin
André Guarany
Jeni Sousa
Cenário
15/04/011
eM uMa LiNHa SaNFôNiCa..
Celestes signos da incompreensão esverdeada
Das contas que pagamos diariamente
No crédito, debilitado;
Indisposto, inválido, permeando...
Quanto mais te odeio, te quero perto do meu ódio.
Perto das minhas cores cinza-choque;
Longe das minhas cores neutras.
Por perto de meu seio farto.
Procrio meus lixos caligrafados.
Caligrafo verdades absolutas.
Quanta bobagem entregue à caneta.
Tinta em forma de letras derramadas.
Bob Melvin
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Cenário
15/04/011
eM uMa LiNHa SaNFôNiCa..
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Rosas esperam para nascer.
Usam películas para barrar o sol de meio dia.
A bebida nos faz calar diante as questões familiares de terceiros.
Relações de manutenção cômoda.
Buscando anseio nos desejos vis.
Vou trepudiar em cima de conceitos estabelecidos.
Empacotados em arquivos empoeirados;
Espirros, escarros e desabafos;
Sobre caixas, sobre o vazio.
Derramado em desconexos anexos,
Nas pastas do subconsciente.
Porro, porra! Cada palavra dita nessa porra de bar!
Escancarados os risos.
Quanta demência derramada sobre as faces.
Quantos ócios derramados sobre os músculos.
A incerteza da eficiência..
Ciência de dados exatos;
Exatidão quadrada insana.
Artifícios de sublimações
Excessos de informação
Deformações, incompreensão.
Comprimida em programações.
Descreva razão?
Preservar a alma para uma banheira.
Escretar os olhos dos desejos.
Beber o sol e arrotar a lua,
Mijar as estrelas.
Começar o dia com menos açúcar!
Geração saúde.
"Beber o suco de muitas frutas
O doce e o amargo
Indistintamente..."
Cuidando para não envenenar-se
Sem generalizações embriagantes...
Muitas frutas
das minhas árvores secas...
Jeni Sousa
André Guarany
Bob Melvin
408 norte
15/04/2011
Usam películas para barrar o sol de meio dia.
A bebida nos faz calar diante as questões familiares de terceiros.
Relações de manutenção cômoda.
Buscando anseio nos desejos vis.
Vou trepudiar em cima de conceitos estabelecidos.
Empacotados em arquivos empoeirados;
Espirros, escarros e desabafos;
Sobre caixas, sobre o vazio.
Derramado em desconexos anexos,
Nas pastas do subconsciente.
Porro, porra! Cada palavra dita nessa porra de bar!
Escancarados os risos.
Quanta demência derramada sobre as faces.
Quantos ócios derramados sobre os músculos.
A incerteza da eficiência..
Ciência de dados exatos;
Exatidão quadrada insana.
Artifícios de sublimações
Excessos de informação
Deformações, incompreensão.
Comprimida em programações.
Descreva razão?
Preservar a alma para uma banheira.
Escretar os olhos dos desejos.
Beber o sol e arrotar a lua,
Mijar as estrelas.
Começar o dia com menos açúcar!
Geração saúde.
"Beber o suco de muitas frutas
O doce e o amargo
Indistintamente..."
Cuidando para não envenenar-se
Sem generalizações embriagantes...
Muitas frutas
das minhas árvores secas...
Jeni Sousa
André Guarany
Bob Melvin
408 norte
15/04/2011
Narrações silenciosas dentro do cenário...
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Jeni Sousa
14 de abril de 2011
"Errare humanun ester..."
Nem deuses nem astronautas.
Eram os deuses astronautas...
Astrônomos divinos,
Buscando o céu de cada dia.
A ilusão do azul com a incerteza do vento.
Teu vermelho, o azul.
Perco a poesia duas vezes.
O que me reserva a noite?
Eu e minha brisa. Não sei te definir.
Nenhum passado fica,
Hoje, ao estarmos aqui, permanecemos só coração.
Dando tchau para os nós de 8 minutos atrás.
Exímios de vivências atrasadas.
E agora?
Só nos resta o porto.
Tô precisando ser resgatada.
Joga a bóia?
Jogo a bóia, a senha, o mapa para você entrar.
Serei também água em chuva,
Canteiro onde se plantar amor;
Fogo em fogueira,
Corpo onde se plantar desejo;
Pele onde se plantar o tato;
Língua onde se plantar o gosto;
Faro onde se plantar o óbvio.
Tetas para se plantar o que há de dar leite.
Mariae
André Guarany
Bob Rodrigues
Casa da Mariae
12/04/2011
- vaca profana!
Nem deuses nem astronautas.
Eram os deuses astronautas...
Astrônomos divinos,
Buscando o céu de cada dia.
A ilusão do azul com a incerteza do vento.
Teu vermelho, o azul.
Perco a poesia duas vezes.
O que me reserva a noite?
Eu e minha brisa. Não sei te definir.
Nenhum passado fica,
Hoje, ao estarmos aqui, permanecemos só coração.
Dando tchau para os nós de 8 minutos atrás.
Exímios de vivências atrasadas.
E agora?
Só nos resta o porto.
Tô precisando ser resgatada.
Joga a bóia?
Jogo a bóia, a senha, o mapa para você entrar.
Serei também água em chuva,
Canteiro onde se plantar amor;
Fogo em fogueira,
Corpo onde se plantar desejo;
Pele onde se plantar o tato;
Língua onde se plantar o gosto;
Faro onde se plantar o óbvio.
Tetas para se plantar o que há de dar leite.
Mariae
André Guarany
Bob Rodrigues
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12/04/2011
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Mariae
25 de março de 2011
Estávamos ali resarcidos de um dia que chegou
e era quase noite ainda.
Pensamos. Percebi pairando pelos pêlos.
Surtando pelos suores
O útrico sensato da não lucidez
Depois nuvens vem o sol
Nas escritas flutuantes
com curvas perigosas.
Envoltos nus no luar,
Corpos em transe.
Soltos se contorsendo em sua grande imensidão.
O resplandecer que purifica almas.
O horizonte surgindo como uma imensidão verde.
Aceita um cafezinho à moda da casa?
Mariana Brites
Jessi Vasconcellos
Nikola Svenda
Jeni Sousa
Paulo Wenceslau
Alonso Bento
2º Sarau oCUpação
Casa da Thaisinha e Jessi
20/03/2011
e era quase noite ainda.
Pensamos. Percebi pairando pelos pêlos.
Surtando pelos suores
O útrico sensato da não lucidez
Depois nuvens vem o sol
Nas escritas flutuantes
com curvas perigosas.
Envoltos nus no luar,
Corpos em transe.
Soltos se contorsendo em sua grande imensidão.
O resplandecer que purifica almas.
O horizonte surgindo como uma imensidão verde.
Aceita um cafezinho à moda da casa?
Mariana Brites
Jessi Vasconcellos
Nikola Svenda
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Alonso Bento
2º Sarau oCUpação
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Pequenas janelas obscuromentais
Vivi tudo que quis
Vidinha...
Mexer no caminho.
Separar o lixo da casa dentro do armário.
Ordenar todo caos que teimou de forma indolente
a habitar meu umbigo roto.
Argh! Oh! Soninho bom!
Poesia é um saco
Quando se pensa demais...
Foda-se! Eu quero comer aquela guria maravilhosa!
Amanhã o eixo inclina 2º
Eu estarei vivo.
André Guarany
Jeni Sousa
Jean Bottentuit
Rodrigo Ferreira
Jorge Sollari
Casa da Jeni
19/03/2011
- à todas as putas com unhas encravadas
e a todos os bêbados que não pagaram a conta do bar..
cervejanocaneco.blogspot.com
Vivi tudo que quis
Vidinha...
Mexer no caminho.
Separar o lixo da casa dentro do armário.
Ordenar todo caos que teimou de forma indolente
a habitar meu umbigo roto.
Argh! Oh! Soninho bom!
Poesia é um saco
Quando se pensa demais...
Foda-se! Eu quero comer aquela guria maravilhosa!
Amanhã o eixo inclina 2º
Eu estarei vivo.
André Guarany
Jeni Sousa
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Rodrigo Ferreira
Jorge Sollari
Casa da Jeni
19/03/2011
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e a todos os bêbados que não pagaram a conta do bar..
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Alfazemas Biscateiras Conduzem Dardos Elementares,
Fantasiando Goteiras,
Humanizando Ingênuas Jovens Lavadeiras Mimosas.
Náuseas.
Onde Pênaltis Querem Receber Salário Transmissível
Um Vintém Xá Zidane!
Fantasiando Goteiras,
Humanizando Ingênuas Jovens Lavadeiras Mimosas.
Náuseas.
Onde Pênaltis Querem Receber Salário Transmissível
Um Vintém Xá Zidane!
Jean
André
Alonso
Ugo
Jeni
Paulo W.
Piauí
02/03/2011
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Jeni Sousa,
Paulo Wenceslau,
Ugo Todde
Sentirei o cheiro de maçã
e meu estômago rulmina constante..
Ouvi o barulho da conversa.
Pensaram que era uma coisa,
que no final era algo parecido realmente com essa coisa.
Bares. Vultos passageiros.
Cerveja quente. Churrasquinho.
Bla bla bla bla... Cerveja!
A gata do lado está bêbada...
Cerveja!!
Embebida na borra da porra.
Que pronuncia sempre as profanações
"Maldizida" pelos infâmes.
O difícil sempre se esconde.
Pessoas de extrema sensibilidade, ousadia e classe
o buscam bisbilhotando tudo.
O difícil também é da borra da porra!
Porra, tem que pegar o doce até amanhã!
Meu amargo e minha acidez tem validade até meia noite de hoje caralho!
André Guarany
Alonso Bento
Ugo Todde
Jenifer Sousa
Paulo Wenceslau
Jean Bottentuit
Piauí
02/03/2011
- Enquanto o capitão Jack Jack
bebe o seu segundo gole.. de cerveja!!
e meu estômago rulmina constante..
Ouvi o barulho da conversa.
Pensaram que era uma coisa,
que no final era algo parecido realmente com essa coisa.
Bares. Vultos passageiros.
Cerveja quente. Churrasquinho.
Bla bla bla bla... Cerveja!
A gata do lado está bêbada...
Cerveja!!
Embebida na borra da porra.
Que pronuncia sempre as profanações
"Maldizida" pelos infâmes.
O difícil sempre se esconde.
Pessoas de extrema sensibilidade, ousadia e classe
o buscam bisbilhotando tudo.
O difícil também é da borra da porra!
Porra, tem que pegar o doce até amanhã!
Meu amargo e minha acidez tem validade até meia noite de hoje caralho!
André Guarany
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Ugo Todde
Jenifer Sousa
Paulo Wenceslau
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02/03/2011
- Enquanto o capitão Jack Jack
bebe o seu segundo gole.. de cerveja!!
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Ugo Todde
24 de março de 2011
Abreviatura Breve Continuada.
Depois Estanquei Feridas Gananciosamente Humanas,
Insípidas.
Jantei Luzes Mastigadas Necrófilas.
Ousei Pensar Que Roçava Sóis Tardiamente.
Unindo Vãos, Xilografando Zodíacos.
Jean B.
Bob R.
Paulo W.
André G.
Casaré
20/02/2011
"Entre trancos, vírgulas e novidades. Cibelleando."
Depois Estanquei Feridas Gananciosamente Humanas,
Insípidas.
Jantei Luzes Mastigadas Necrófilas.
Ousei Pensar Que Roçava Sóis Tardiamente.
Unindo Vãos, Xilografando Zodíacos.
Jean B.
Bob R.
Paulo W.
André G.
Casaré
20/02/2011
"Entre trancos, vírgulas e novidades. Cibelleando."
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Paulo Wenceslau
Dedé é mulher que quer de ré um réu Concreto perto do centro enquanto Dentro tá atento ao céu de fora Mas chora no frio um rio de lágrimas. O céu estrelado, a lua me entrelaça distante, temporal. Sua tristeza me faz lembrar... De como podemos nos inspirar... Me inspira, Lua cheia! Preciso de um toque de alguma coisa Qualquer coisa que se sinta. São tantos interesses, deve ter algum que sirva.. Me pira lua cheia. Me mostra a magia da floresta. Guia para os passos já trilhados - preenche, eu já entendi! Agora de cheia a cheia, conto luas. A lua persegue os amantes, Os que desfrutam das últimas horas, Aqueles que sonham em forma concreta. Sortudo o que lembra do que sonhou. Faça uma coisa de cada vez mas com tudo, você sabe. Basta se lembrar do tempo dos balanços. As medidas são lançadas de acordo com o histórico. Flashes me mobilizam, Conexões pensadas para uma auto observação. Jacques Americaño Karoline Oliveira André Guarany Mbarritaensa (psica) Thaisa Taguatinga Kamilla Nunes Kyll
Nikola Svenda
Jessi Vasconcellos Gabi Plim Alonso Bento Casa da Thaisinha, Jessi e Kyll Sarau Piloto 18/02/2011 "Aos famintos e embriagados notívagos..." Boa Noite! Konbawa!
8 de fevereiro de 2011
Busquei vidas inspiradas.
Pensei que seriam originais.
É importado do Paraguai?
É importado do que importa.
Quem importa é ímpar.
Ímpar idades.
O importante que o ser
Sempre tentará agir espontaneamente.
Seus cabelos negros reluzindo
Escuridão amortecedora.
Seus olhos imprimindo
Alegria acolhedora.
Dessas que chamam pra noite virar dia, sem pressa.
Demoradamente calmo.
Tenha paciência!
A vida não é só agora.
É quando?
Parece natural, parece...
Assumo a fumaça da nossa paisagem.
Me escolhe?
Mas porque fazer
Se você pode só pensar no óbvio?
Me perco nos meus dedos nus
Não sei o que fazer, nem pensar.
Caminho a vagar,
supus poder gritar, mexer, parar.
E sentir. E só.
André Guarany
Bob Rodrigues
Camyla Serpa
Budão Antunes
Iorrana Lisboa
Thaís Mallon
Casa da Ana
08/02/2011
- À minha namorada que eu amo muito,
à Xuxa, à minha mãe e todas as madrugadas...
Quem é Ana?
Pensei que seriam originais.
É importado do Paraguai?
É importado do que importa.
Quem importa é ímpar.
Ímpar idades.
O importante que o ser
Sempre tentará agir espontaneamente.
Seus cabelos negros reluzindo
Escuridão amortecedora.
Seus olhos imprimindo
Alegria acolhedora.
Dessas que chamam pra noite virar dia, sem pressa.
Demoradamente calmo.
Tenha paciência!
A vida não é só agora.
É quando?
Parece natural, parece...
Assumo a fumaça da nossa paisagem.
Me escolhe?
Mas porque fazer
Se você pode só pensar no óbvio?
Me perco nos meus dedos nus
Não sei o que fazer, nem pensar.
Caminho a vagar,
supus poder gritar, mexer, parar.
E sentir. E só.
André Guarany
Bob Rodrigues
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Budão Antunes
Iorrana Lisboa
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à Xuxa, à minha mãe e todas as madrugadas...
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Thaís Mallon
Anteriormente Buscava Cacarecos
Demasiadamente, Espontaneamente.
Fazendo Gostozuras Hipocondríacas,
Indo Jantar Lamentavelmente Muriçocas
Nadando, Ostentando Pinto
Querendo Roer Situações Táteis.
Unicórnios Voadores Xexelentos Zombeteiros!
André Guarany
Bob Rodrigues
Camyla Serpa
Budão Antunes
Iorrana Lisboa
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Casa da Ana
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Demasiadamente, Espontaneamente.
Fazendo Gostozuras Hipocondríacas,
Indo Jantar Lamentavelmente Muriçocas
Nadando, Ostentando Pinto
Querendo Roer Situações Táteis.
Unicórnios Voadores Xexelentos Zombeteiros!
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7 de fevereiro de 2011
Distante dos bosques.
Surge então criaturas cabarelísticas dando o cú na cobertura.
Aproveitando da sauna o que tem de mais indecente.
Se jogando na piscina como piranhas prontas para abocanhar.
E se banhar no luar de orgias inesquecíveis.
Porque a vida é aqui, agora, tudo junto ao mesmo tempo.
O que é vida também deixa de ser.
O que mais difícil do que isso para conjugar?
Dá ou racha?
Rachada ao meio pelos seus sons
A sua paisagem de nuvens...
Minha coleção de cacos de vidro.
Às vezes parecia que era só improvisar
Disponíveis à vida!
Viver é a opção que necessitamos
e respiramos em todo cigarro e todas as nuvens.
Nuvens lembram sonhos.
Os sonhos estão cinza hoje!!
Previsão de amores tempestuosos..
Empaquei na poesia...
Adúltero de pensamentos meus.
Pilhas alcalinas de faróis baixos
Poeiras e lembranças carnudas.
Pousam um imaginário repleto de amor.
O que dizia a esfinge?
Multiplica por sete.
Todos e tudo.
Atravesso o vidro.
Voo na sua direção.
Gosto do reflexo da cidade nos seus olhos.
Thaisa Taguatinga
André Guarany
Izabela Parise
Samir Paranaguá
Mariana Brites
Bob Rodrigo
Cobertura da Mama
06/02/2011
- Cobertos de cobertura.
Vida longa à cafetina e à feijoada preta..
Surge então criaturas cabarelísticas dando o cú na cobertura.
Aproveitando da sauna o que tem de mais indecente.
Se jogando na piscina como piranhas prontas para abocanhar.
E se banhar no luar de orgias inesquecíveis.
Porque a vida é aqui, agora, tudo junto ao mesmo tempo.
O que é vida também deixa de ser.
O que mais difícil do que isso para conjugar?
Dá ou racha?
Rachada ao meio pelos seus sons
A sua paisagem de nuvens...
Minha coleção de cacos de vidro.
Às vezes parecia que era só improvisar
Disponíveis à vida!
Viver é a opção que necessitamos
e respiramos em todo cigarro e todas as nuvens.
Nuvens lembram sonhos.
Os sonhos estão cinza hoje!!
Previsão de amores tempestuosos..
Empaquei na poesia...
Adúltero de pensamentos meus.
Pilhas alcalinas de faróis baixos
Poeiras e lembranças carnudas.
Pousam um imaginário repleto de amor.
O que dizia a esfinge?
Multiplica por sete.
Todos e tudo.
Atravesso o vidro.
Voo na sua direção.
Gosto do reflexo da cidade nos seus olhos.
Thaisa Taguatinga
André Guarany
Izabela Parise
Samir Paranaguá
Mariana Brites
Bob Rodrigo
Cobertura da Mama
06/02/2011
- Cobertos de cobertura.
Vida longa à cafetina e à feijoada preta..
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