27 de janeiro de 2012

Corta, cortam a carta da carteira.
Barbecue à meia lua.
Mostarde no amarelo do sol.
Contabilize supérfluos contundentes.
Espalhe açúcar para pessoas queridas.
Esperneie loucuras incandescentes.
Queime beijos deslumbrantes.
Amassos tresloucados.
Percorrem vazando os anseios.
De cara, na cara
A coragem,
Comendo e vivendo tais artes.
Tá na cara, que as dores foram frutos dos mosaicos pingados
pelas velas vermelhas e pretas
da pomba-gira que deflorou o cu do pombo-correio...
O pombo não voou depressa,
não alcançou o destino, alcançou?
A pomba-gira rindo, rodando,
pisando no despacho.
Trans-figura
Sacro em saco,
Saca a sacola na terra,
agora úmida.

marianabrites
andréguaraná
daniloalves
cleitonjesus
jeanbottentuit
alonsobento
marcelonenevê

Pilotis do Espaço 508
15/01/2012
- pilotis, pão de queijo com amendoim..
Aqui, Beirando
Caos Caos Caos Caos Caos Caos...
Depois Esfregando Firulas Glamourosas Helênicas Inimagináveis.
Jumentas Leitosas Mamando Noite Opaca.
Porque Queimei Raciocínios Sábios Turbulentos.
Uivos Vexatórios, Xingatórios, Zombeteiros.
Caos Caos Caos Caos Caos Caos...

Raíssa
Cleiton
Kurt
André Guarany
Alonso Bento
Lorena Calábria
Júlio Mendes

de doce placebo... era um música..

Aldeia Hippie . Arembepe BA paraíso!!
09 e 10/01/2012
- doce . cheia . sexo . dunas
vocês vão pra lá??!!

Abateu Baleias Conformadas.
Diga-se,
Estrategicamente Fecundaram Gente Hermafrodita.
Imagina Jantar Lego,
Microssistemas Navais.
Outrora Perguntei Quem Resmungou Sobre Tu,
Úrsula.
Violentei Xilogravadores Zerados.

Mari B.
Jean B.

09.01.12
bARTÔ mOLHADO & Coberta

aPAVORANTE bAIXARIA cÔMICA, dOIDA, eNCRAVOU fUDEU.
gENTE hISTÉRICA,
iMPOSSIBILITOU jURUBEBAS lÍQUIDAS,
mOSTROU nAVALHAS,
oMITIU pECADOS qUE rESSUCITARÃO
sABENDO tUDO.
uM vÁLIUM xUXA zANZANDO.

26 de janeiro de 2012

Poema cínico e cara de pau,
que deixa em coma meu sentido ainda adormecido pela glória!
Que eu deixei de crer a muito tempo, talvez,
por falta de espaço que sufoca mas aguça os meus sentidos.
Aguça, atiça, feitiça feitiço.
Birosca que enguiça.
Preguiça que liquidifica.
Sofrimento que não termina,
mas amor que reinicia.

Jean Bottentuit
Ícaro Augusto
Mariana Brites
Lígia Luanda
Iuri Pieroni

Bar do Piauí
08/01/2012
Na casa ao lado a vida anda anorexicável,
tudo isso graças aos maus hábitos
Cultivados pelos fungos da cabeça coagulamelo-dourados...
O vil metal não mata a fome
Não importam, suas cores
As feridas podem te trazer pesadelos
e cogumelos colorirem seus sonhos.
Mas para viver é preciso sentir as manhãs,
as tardes e as noites.
Fuso horário fuzilado
S.O.S. salve geral o tempo do mundo instalado abaixo de nossos pés.
Abre-te Cézanne!!!
Nessas horas percebo que só eu e Greta
temos um vasto conhecimento sobre esgotos, rotos.
Bichos escrotos, e fotos com cheiro de enxofre.
Exonero-me frente a realidade que há até debaixo do chão.

Jean Bottentuit
Gregório Bueno B. R. de Moraes

Casa do Iuri Pieroni
07/01/2012

25 de janeiro de 2012

Acreditei Beijar Com Dentadura
Entre Fetiches Genuínos.
Histérico, Incrédulo,
Juntei Lamentos Medíocres Numa Obscenidade Pequena.
Ontem Rasguei Seus Tótens Úteis
Vairando Xixis, Zuleika!

André Guarany
Alonso Bento

Praia de Barramares . Porto Seguro BA
04/01/2012
- Q o Q?
Instantes vívidos contemplados.
LiZérgicas impressões à beira-mar.
Ondas...
Registros, memórias, constantes...
O deslocamento é apenas uma variante da vida.
Dos gozos que trans-multam,
Das verdades ocultas,
As particularidades surgidas.
São dos mares às pessoas,
as praias da vida.
Entretidas com areia e sal;
Entrepartidas por cores e sons;
Vingadas por chuvas febris;
Acampados por tendas acolhedoras.
Mais uma dose é,
e sempre será, bem vinda.
Daqui de cima parecemos todos iguais;
mosaicos vivos, ambulantes.
Transeuntes transitados.
Daqui para o mundo,
Comendo fundo
Palpites... o mundo.
Que mundo é esse?
Que nos cobra satisfações e conselhos.
Quase conceitos
Vigentes elucubrações vis...
Condição ou necessidade?
O que te move ao longo dos dias?
São as brisas, calor de um amigo
A maré, promessa de um destino
Experiências finitas de prazer.
Descobertas, uma nudez
Surda, muda, escancarada
Das brisas uma incerteza
Dos estados traçados
Um Sergipe almejado.

André G.
Alonso B.
Cleiton J.

Praia da Costa . Vila Velha (Rica) ES
02/01/2012
- toda nudez será alcançada,
todo Sergipe será almejado...
Alma rabugenta banhada em ouro maciço
Curte seus últimos minutos de glória ao sol!
Rapte-me, planeta de colisões servis!!!
Quando você está repleto de felicidade e uma tristeza bate na sua porta,
você entende o que é a vida!
Percorremos várias estradas,
sempre tentando achar algo ou apenas por andar...
Bifurcações, placas,
cruzamentos.
O trânsito anda vazio em Brasília.

Jean Bottentuit
Luiz Poletto
João Paulo
Mari Brites

Casa do Luiz Poletto
02/01/2012
Aconteceu Boatos Corruptos Distorcidos,
Extorquidos, Fraudulentos, Geniais.
Houve Intento Jaspion Luiz Maneiro,
Nem Ousou Praticar;
Quisera Roer Seios,
Também Uma Viola.
Xexelenta Zombou.

Mariana Brites
Jean Bottentuit
Luiz Poletto
João Valente

Casa do Luiz Poletto
02/01/2012

  1. Ardendo
  2. Brutalmente
  3. Carrasco
  4. Deleite
  5. Estavam
  6. Fornicando
  7. Gandhi
  8. Hipoteticamente
  9. Indo
  10. Jazigos
  11. Menos
  12. Notados
  13. Opunham-se
  14. Perante
  15. Quaquaraquacás
  16. Rachadas
  17. Siberianas
  18. Usufruiram
  19. Violentamente
  20. Xamanicôs
  21. Zeuzes, Tá?

Bar do Mendes:
30/12/2011.
Jean Bottentuit, Mariana Brites, Luiz Poletto.

24 de janeiro de 2012

Amor
Roma cidade aberta e arregaçada
pelo punho de um Calígula mal-amado,
só por não usar o creminho da vovó quando infante infame.
Transforma, consulta.
Diz que explica rodadas, talvez implica.
Nunca explica, rodam...
E verdejante, gatona,
explica que sua passagem triste e efêmera que a faz agonizar revela-se no fim...
Que a sua vida inútil não teria sido diferente sem as indiferenças dos porcos da vizinha,
mas nem tudo estava perdido...
...ainda havia flores no quintal!
As esperanças sobrevoavam verdes no verão
e hão-de-ver acontecer...
Acontecer? O que deve acontecer?
Ação e reação, o "acontecer" reflete no contexto de uma vida programada, porque?
Porque o acaso reflete o desentendimento,
o inalcançável e até o programável. Porque?

Jean Bottentuit
Mariana
Matheus Siqueira
Dominique
João Navarro
Luiz
Luiza Chaves

Casa do Luiz Poletto e João Valente
02/01/2012

19 de janeiro de 2012

Antes mesmo da porta fechar!
As cartas eram uma questão de tempo.
Foi-se seu tempo...
Tic tac tic tac tic tac tac tac tac taca tacaré tacaralha
Trilha torta, terreiro tátio.
Terceiros talentos tecendo as horas
Tanto tinha sem nada ter
Tanta vida vem danças mortas.
Evocam o que já se perdeu.
Traduzem o resto de mim,
dos outros que me habitam
regendo tudo sem existir.
Explorando as dores alheias,
reprimindo o oco da vida.
O oco da cabeça pelas estradas.
Final de ano, começo do fim
2012, 2012, 2012, 2013, 2012, 2011, 2010,
1988, 1864, 501 a.C.
Mais cinco anos em sete décadas.
Oito amores, uma vida.
Muitas vidas em um só amor.
Amor: veneno e cura,
paz e solidão.
A dose, a medida, o sentido dos encontros.
Do tempo.

Jean Botteotroae
Ugo Toddeboa
Kyll
Lorena Aloli

Casa do Belo da Tarde (Poletto)
Aparências, vestimentas, posturas.
Nada importa, e sim as atitudes, a vivência.
A taça de vinho e bulimia rodopiam a cabeça insana.
Teseu, que a cidade comeu.
Se a taça de vinho é vazia,
a bulimia se perde.
Deixa espaço para qualquer entendimento.
Daonde vem o discernimento?
Dercenimento vem de dentro ou de fora?
Por que tanto importa?
Vai lá fora, pra ver o Dirceu e a Dirce,
e vede arrebenta essa porta!
Portátil portrait.
Por portas passaremos partindo para paraísos?
Por onde? Onde por?

Luiz Fernando Poletto
Jean Bottentuit
Mariana Brites

30/12/2011
- ao batismo do Belo da Tarde à noite...
O cristal transforma luz em arco íris.
Espande cores,
Nos corredores passam
Pássaros a voar.
A contar as palavras no ar.
De ontem em diante
Serei o que sou,
No instante agora
Onde o dia, a noite e a madrugada
São coisas distintas.
Separadas pelo canto
De um galo velho.
Gritando rouco e enlouquecido
por cima do telhado da Tereza
Esquecendo-se da educação.
Chovia.
Tocsus violão. E ovds tocs.
Cantava a vida, hoje eu vivo
Respiro, flutuo, ouço
Amo e existo.
Pelo poro profundo pelo profano
Transborda-me pelo ser em forma de música.
Soando como distúrbios auditivos.
Intrínsecos como a batida de your heart.

Cabelo
Louisse Aldrigues
Yago Milano
Kyll
Caio Félix
Thiago Portugal
Lorena Aloli
Taiza Naves
Flávia Guzman
André Guarany

Casa da Carla
Chapada dos Veadeiros . São Jorge GO
22/12/2011
- enrijecer sem perder a ternura
geração arco-íris

com vocês...
texto-artigo-môpôsô* de
Tácio Lands Pink Fred Agros Bubou

*môvimento pôesia sôlo

O movimento Fox
a teoria
a nova hordem de pensar trancendista da geração além arco íris
tudo vai - tudo vem
centro - de uma razão
dentro - das razões por um centro
um grupo de esferas dentro
litronização esférica de uma força
padronizada por uma força maior
antropologia de época aquariana
por círculos que circulam dentro
de fator, de grupo em movimento
esteriótica dentro de um padrão
estrelar em movimento de hondas de elevações celebrais
numa pozição de rotação em sonorização tribau
nos ensinando a ir de encontro com nossos fantasmas ancestrais
dos tempos com as forças dos astros.
A dimenção de "argrus" - mensageiro de escorpions -
fator aquariano via redes de informações e artes ocultas.
do processo do translado tratado norte sul.
Da geração eletrônica
área de fator de informação
é base de meios desfavoráveis
ao meio de estudos específicos, nos padrões normas em círculos
o comando de estado maior
cimplificando o estado de espírito de ande-grades
e não estar convivendo com entruzos que tentam te conduzir.
ao que existem por um certo ponto de apoio
temporada: redes.

22-12-2011
Pink Tácio

eCoviu Abóbora Original (i)Ltda.
EcoVille Aboríginal

18 de janeiro de 2012

Amável Brincadeira Colorida
Dentro Estava Fora.
Ganhando Hipopótamos Impotentes.
Jovens Ladrões Manejavam Nascentes,
Orvalhos, Patins, Querendo Ratoeiras.
Soube Tudo!
Urtigas Vertiginosas Xamânicas
ZIRIGUIDUM...
Xinguei Você Uivando Tanto
Salafrário!
Rústico Querido.
Pequeno Ouvinte Narigudo Mentiroso Laricado
Jogava I-pods Hábeis
Garantindo Futilidades Estéreis.
Diamantes Corrosivos Babando Almas.

uGo ToDDe
LoReNa CaLáBRia
Caio CaBeLo
LouiSSe aLDRiGueS
DeDé GuaRaNY
KYLL NuNeS
TaiZa NaVeS
JeaN BoTTeNTuiT

Casa da Carla
Natal da Chapada . São Jorge GO
18/12/2011
Alicila flor de laranjeira, que escancara
reagia contra mão carrasca.
Sangue e dor repousava sobre minhas falanges descuidadas.
O novo ser nasce e renasce,
respira e flui tentando habitar-se,
caber em si.
Tentando extrair de si as formas do tempo.
Para conseguir se livre para talvez morrer e talvez matar-se.
Deixar para trás o fervor das injustiças e evaporar-se em amor.
Afinal, só o amor salva.
E mudando o mundo interior é a única forma de mudar o mundo exterior.
Olhe para dentro e verá...
O sol que alumia todas as veredas do teu ser,
e a brisa leve que vai te levando
e fazendo refletir a luta do povo sofrido,
praticamente chorando com a ilusão do mundo cruel.
Oh céus!
Ajude o povo, pelo povo e para o povo.

(autores desconhecidos)
(dia desconhecido)
(local desconhecido)
(dedicação conhecida)

17 de janeiro de 2012

Vocês querem...

Vou dar 2,50.

Desce, sobe, traz gelado.

Se discute, persiste.

Existe cria em criação.

Meramente diferenciado as edificações urbanísticas.

Seja, evite fugir de si mesmo!

Sala, quarto, cozinhas e outras dependências deste nobre recinto.

Underberg com gelo

Música do celular

Sala grande, poucas pessoas

Horas afinco... Tempo... Tempo... Tem.

Vai embora pela 4ª dimensão,

Incorporável, invisível, transitável...

O presente embutido no passado

E um futuro imprevisível;

O tic tac linear é apenas convenção.

Ilusão...

Docemente previsível

o girino é o peixinho com sapo

Imóveis funciona(is) que é uma beleza

Criado mudo tenta falar mas é impedido;

Das sutilezas do sistema

A gente penetra,

Permeia no obscuro,

Agarra as cavidades.


Mari Brites

Jeni Sousa

Ugo Toddeboa

Bob Melvin

André G.

Cleiton Jesus


27/11/2011

- big brother na locação...
Molhando a pista com a chuva

Segue o seco que a chuva chega

Chega o tempo.

Chega o tempo?

Você é apenas um pedaço de continuidade...

Sou um pedaço de continuidade,

Necessário, como um diabo e um anjo na vida de todas as pessoas.

Você já viu um anjo?

E ele é assim, um anjo!

Voe para casa e diga a mama que eu voltei.

Talvez fique.

Mutantes sempre têm a opção de ficar.

Ter opções é muito bom.

Aumenta a própria experiência.

Ir aonde o vento chegar,

Voltar nas correntes de ar

do ponto em que se alcançar.

Começar a contar uma história sem saber como ela acaba.

As histórias na verdade não precisam acabar

assim como o mopocô, nunca acaba.


Jeni Sousa

Alonso Bento

Abel


Beirute

20/11/2011

- à chuva do último dia de visita

Estanques solitários
Desbraves automáticos
No bar tudo se faz claro
Me entrego e tudo se faz claro
Escuro, não tenho medo
(vai assim pro blog!)
Somos todos passageiros
É... se me entrego
não me nego
Negra noite, madrugada iluminada
A lua irradia cada passo ali do lado.
Lado que contesta,
e a cada conclusão, se atesta.
Mostrando faces não conhecidas
que de toda forma se encaixa
Miragem confessam;
Sustenta possibilidades;
Incrédulas, destonantes.
Verbos de consoantes;
Dissonantes.
Me perdoem os instantes,
Acho que já foi bastante de mim.

André Guarany
Juliana Andrade
Louisse Aldrigues
Victor Katalinic
Cleiton Jesus
Ludi

Bar do Mendes
13/11/11
Oh gente, olha os bichinhos!
São coradas, caros amidos.
Da nostalgia que me remete os morros,
Do avesso as lombras soltas.
Solta os medos, os apegos e os erros
Sem exitar por errar
Já que no jardim,
a mais bela flor se esconde.
Estou sendo pressionada.
Pressão, pressão, pressão... Na pressão.
Escancare limites ordinários
Pois o mundo é dividido entre dois indivíduos:
Os ordinários e os extraordinários...
Comprem, paguem e rasguem.
Oh câncer... filho bruto.
Sociedade opaca que vaza.
Ixi! Segura a vasilha
Ela tá caindo de preenchida
Tirou os papéis rasgados
Junte os trapos!
E espalhe depois...
Desmonte o meu quebra-cabeça.
Junte os neurônios caídos;
Misture e sirva em conserva.

Cleiton Jesus
Louisse Aldrigues
Juliana Andrade
André Guarany

Bar do Mendes
12/11/11
- na pressão..
Vidro, madeira...
Lareira: apoio noturno;
Desconcertante aconchego.
Que liga o que liga
A máscara da fantasia no dia a dia
Estamos sorrindo
Do amor existente
com o que existe...
Corre contente.
Quando a arte encontra gente,
Suspiros arrancados,
Das partes que se partem.
Lorotas, balelas e verdades
confrontam o sagrado coração profano
de um São Francisco do científico mangue Pará-noir.
Mente a mil, a milhas em migalhas mirradas,
O confronto constante a cerca das formas pensantes,
antecipação pessimista.
novamente me encontro na pista, turista,
Procuro uma inspiração para minha mente, artista,
Na verdade ponho agora um ponto.

André Guarany
Ana Flávia Valle Silvestre
Danilo A. Xavier
Cleiton de Jesus
Jean Bottentuit
Rafael Pinheiro Rocha (Macumbera)

Casa da Flavinha
12/11/11
- Casa Dahora

Receio pela noite,
e pelo riso froxo da madrugada cretina
que deflagrará a saudade que tenho do futuro.
Da terra que segue espelho,

frouxa parte de borracha trêmula
que me observa tremular.
Do ventre quente que saí pequeno,
Do vento suave que ameniza a face.
Face que fosse o que foi mas nada seria
Nas costas do tempo
No abismo dos dias
Dias intensos, de paz e de guerra,
vigília, resistência e conflito
Mundo injusto vida "bandida"
Pessoas terríveis
Limbo eterno
Amor, paz, respeito e igualdade?

Jean Bottentuit
Rodrigo Cruz
Ricardo
Taiza Naves
Kamila Xavier
Ugo ToddeBoa

Casa da Taiza e Rodrigo
12/11/2011
Agora Bebê, Cê Doou Estrelas
Fumegantes... Gostei.
Hora Imaginava Jorrar Litros Melancólicos.
Nasci Oprimido Por Rebeldia!
Simpatizei Tamanhamente.
Ultrapassei Veloz Xeres Zoostrá.

Paulo Wenceslau
Selma Damasceno

Piauí
setembro de 2011