Alicila flor de laranjeira, que escancara
reagia contra mão carrasca.
Sangue e dor repousava sobre minhas falanges descuidadas.
O novo ser nasce e renasce,
respira e flui tentando habitar-se,
caber em si.
Tentando extrair de si as formas do tempo.
Para conseguir se livre para talvez morrer e talvez matar-se.
Deixar para trás o fervor das injustiças e evaporar-se em amor.
Afinal, só o amor salva.
E mudando o mundo interior é a única forma de mudar o mundo exterior.
Olhe para dentro e verá...
O sol que alumia todas as veredas do teu ser,
e a brisa leve que vai te levando
e fazendo refletir a luta do povo sofrido,
praticamente chorando com a ilusão do mundo cruel.
Oh céus!
Ajude o povo, pelo povo e para o povo.
(autores desconhecidos)
(dia desconhecido)
(local desconhecido)
(dedicação conhecida)
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