e pelo riso froxo da madrugada cretina
que deflagrará a saudade que tenho do futuro.
Da terra que segue espelho,
frouxa parte de borracha trêmula
que me observa tremular.Do ventre quente que saí pequeno,
Do vento suave que ameniza a face.
Face que fosse o que foi mas nada seria
Nas costas do tempo
No abismo dos dias
Dias intensos, de paz e de guerra,
vigília, resistência e conflito
Mundo injusto vida "bandida"
Pessoas terríveis
Limbo eterno
Amor, paz, respeito e igualdade?
Jean Bottentuit
Rodrigo Cruz
Ricardo
Taiza Naves
Kamila Xavier
Ugo ToddeBoa
Casa da Taiza e Rodrigo
12/11/2011
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