17 de janeiro de 2012

Receio pela noite,
e pelo riso froxo da madrugada cretina
que deflagrará a saudade que tenho do futuro.
Da terra que segue espelho,

frouxa parte de borracha trêmula
que me observa tremular.
Do ventre quente que saí pequeno,
Do vento suave que ameniza a face.
Face que fosse o que foi mas nada seria
Nas costas do tempo
No abismo dos dias
Dias intensos, de paz e de guerra,
vigília, resistência e conflito
Mundo injusto vida "bandida"
Pessoas terríveis
Limbo eterno
Amor, paz, respeito e igualdade?

Jean Bottentuit
Rodrigo Cruz
Ricardo
Taiza Naves
Kamila Xavier
Ugo ToddeBoa

Casa da Taiza e Rodrigo
12/11/2011

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