Amanhã Beijarei Carlos.
Deviróticamente, Exuberantemente
Fazendo Gostozuras Híbridas Insanas.
Jamais Lembrarei Momentos Narcóticos
Onde Propositalmente Questionei
Resoluções Satisfatórias.
Tanto Uivei..
Vadia!
Xinguei Zaratustra.
Bob Rodrigues
Jean Bottentuit
André Guarany
Mariana Brites
Ana Eliza
Budão Antunes
Thaís Mallon
Piauí
23/10/2010
"E ser artista no nosso convívio, pelo inferno e céu de todo dia. Pra poesia que a gente não vive, transformar o tédio em melodia... " CAZUZA
25 de outubro de 2010
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Thaís Mallon
Somos todos recentes
Parentes do pó, da carne
O barulho da luz me incomoda.
Vinicius lambe o silêncio.
Goza na escuridão.
Duplicação de sensações elevadas.
Vampirização sadia.
No quarto escuro,
sinto o calor das tuas pernas.
Desequilíbrio, tesão.
É na cama que a gente sela nosso encontro.
É no seu corpo meu refúgio.
Sua barriga, meu abrigo.
Taquicardias.
Meu coração dividido em dois.
Enfim.
Amo
E fim.
Bob Rodrigues
André Guarany
Budão Antunes
Casaré
22/10/2010
Parentes do pó, da carne
O barulho da luz me incomoda.
Vinicius lambe o silêncio.
Goza na escuridão.
Duplicação de sensações elevadas.
Vampirização sadia.
No quarto escuro,
sinto o calor das tuas pernas.
Desequilíbrio, tesão.
É na cama que a gente sela nosso encontro.
É no seu corpo meu refúgio.
Sua barriga, meu abrigo.
Taquicardias.
Meu coração dividido em dois.
Enfim.
Amo
E fim.
Bob Rodrigues
André Guarany
Budão Antunes
Casaré
22/10/2010
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Antes Beatriz Cagava Do Estômago,
Faltava Gentileza Heróica.
Imaginava Jacarés Lingudos
Mamíferos Nascidos Onde Perguntavam
Querendo Roçar Suas Tarântulas Ululantes
Viúvas, Xexas Zangadas.
André Guarany
Bob Rodrigues
Budão Antunes
Paulo Wenceslau
Jean Bottentuit
Casaré (o novo bordel da city..)
22/10/2010
- o fantástico mundo de...
Faltava Gentileza Heróica.
Imaginava Jacarés Lingudos
Mamíferos Nascidos Onde Perguntavam
Querendo Roçar Suas Tarântulas Ululantes
Viúvas, Xexas Zangadas.
André Guarany
Bob Rodrigues
Budão Antunes
Paulo Wenceslau
Jean Bottentuit
Casaré (o novo bordel da city..)
22/10/2010
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20 de outubro de 2010
Até aonde é o limite do conhecimento!
Deus! Blasfêmia!
Histeria! Histrionidade!
Pensei que dentro de mim era FORA...
Leituras, lábios..
Mastigue toda a poesia da minha pele
Leminski joga as palavras e a sujeira.
De que são feitas as suas cores?
Viajo em todas as Marias...
Tardes de agora.
Deliciosamente indecente sua saia!
Nona música tocou mais cedo na minha memória.
No jardim de delícias
é cor e poesia viver...
Cogumelos a frente!
Faremos chá quando ficarem azuis!
Torpes como os Smurfs
Sutis como os Gremlins
Viciados como nós...
Kremilin, Berlim...
Elisamênia...
Bebo gasolina, carolina, margarina.
Tua fumaça me traga.
Me afogo no seu verde.
Eu vi nos teus olhos,
os meus brilhavam também...
E no reflexo do seu brilho
Descobri cachos de delicadeza e desejo.
OMB, seu nome em mim.
Simone Santiago
André Guarany
Bob Rodrigues
Mariae
Casa da Bob
28/01/1969
- De volta para o futuro,
pois eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios..
(verdade mesmo, 17/10/2010)
Deus! Blasfêmia!
Histeria! Histrionidade!
Pensei que dentro de mim era FORA...
Leituras, lábios..
Mastigue toda a poesia da minha pele
Leminski joga as palavras e a sujeira.
De que são feitas as suas cores?
Viajo em todas as Marias...
Tardes de agora.
Deliciosamente indecente sua saia!
Nona música tocou mais cedo na minha memória.
No jardim de delícias
é cor e poesia viver...
Cogumelos a frente!
Faremos chá quando ficarem azuis!
Torpes como os Smurfs
Sutis como os Gremlins
Viciados como nós...
Kremilin, Berlim...
Elisamênia...
Bebo gasolina, carolina, margarina.
Tua fumaça me traga.
Me afogo no seu verde.
Eu vi nos teus olhos,
os meus brilhavam também...
E no reflexo do seu brilho
Descobri cachos de delicadeza e desejo.
OMB, seu nome em mim.
Simone Santiago
André Guarany
Bob Rodrigues
Mariae
Casa da Bob
28/01/1969
- De volta para o futuro,
pois eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios..
(verdade mesmo, 17/10/2010)
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Mariae,
Simone Santiago
16 de outubro de 2010
Escrever abraçado as palavras como as amigas mais amadas,
A noite é abraçada pelo calor.
Os corpos perambulam e interagem.
Das sutilezas as lombras vão sendo degustadas
Os rumores permeiam o que não é solução.
És que chega a ambulância!
Apressando mais do que o relógio, separando.
Rendidos em um sistema vigente incrédulo.
Mistificando.
A partir de agora o relógio vai contando ao regresso.
Pra ouvir de manhã o som de todas as cores.
Tateando os sentidos!
O agora é aleatório.
Tudo acontece e mesmo assim continuamos aqui.
O isolamento, o vórtice, o acaso...
Continuemos pois...
Continuemos.
A nos arrepender das loucuras não cometidas,
das paranóias sem sentido
e da estupidez dos seres.
Seres nostálgicos!!!
Dia dia incerto, prato sem rango.
E agora, o que eu faço? Deus me ajude!!!!
Chamamos nomes insólitos em socorro,
seres ou não seres eis aqui estão.
E sobre nossas cabeças a névoa cinzenta da insegurança.
Os pensamentos voam pelo ar do apartamento
com delicadezas de felinos carinhosos.
Cazuza enche o quarto com a fumaça de seu cigarro.
Através da música:
Será que você ainda pensa? em mim?...
Penso com todo amor que houver nessa vida.
Vida essa única jogada, lascada
Parte das partes do meu "eu" que encontro
Faz parte!
Do movimento que gera em todas as formas geométricas.
Dos ventos que passam, recruzam,
imitam, transformam, sugerem.
Dos órgãos que pulsam, que sentem.
Do fluxo livre. Do pensamento abstrato.
Da lógica intraduzível. Do coletivo pessoal.
De onde tudo recomeça.
Através de olhos que pareciam ser de vidro
Através de uma pulsação, pulsação, pulsação...
Vários ritmos...
Livre ação momentânea de conseguir transcender.
Somos constantes inseridas num ciclo desordenado.
Desordem ladra da segurança.
Seguro, sexo, sexo, seguro.
Aonde você foi parar?
Olho teu olhar e percebo que nem você sabe...
Quando você se encontrar,
me procura, talvez você vá me encontrar.
Em um castelo, em uma quite,
ou até mesmo na Rodoviária do Plano Piloto
querendo aquele prazer:
CIGARRO.
Hércules Sousa Teixeira
Thaisa Taguatinga
Cleiton Jesus
Mariana Brites
Alonso Bento
Carina Portella
Ricardo de Souza
Casa do Daniel, Taguá
10/10/2010
- enquanto eu levava pontos na cabeça,
1º môpôcô do Alonso..
A noite é abraçada pelo calor.
Os corpos perambulam e interagem.
Das sutilezas as lombras vão sendo degustadas
Os rumores permeiam o que não é solução.
És que chega a ambulância!
Apressando mais do que o relógio, separando.
Rendidos em um sistema vigente incrédulo.
Mistificando.
A partir de agora o relógio vai contando ao regresso.
Pra ouvir de manhã o som de todas as cores.
Tateando os sentidos!
O agora é aleatório.
Tudo acontece e mesmo assim continuamos aqui.
O isolamento, o vórtice, o acaso...
Continuemos pois...
Continuemos.
A nos arrepender das loucuras não cometidas,
das paranóias sem sentido
e da estupidez dos seres.
Seres nostálgicos!!!
Dia dia incerto, prato sem rango.
E agora, o que eu faço? Deus me ajude!!!!
Chamamos nomes insólitos em socorro,
seres ou não seres eis aqui estão.
E sobre nossas cabeças a névoa cinzenta da insegurança.
Os pensamentos voam pelo ar do apartamento
com delicadezas de felinos carinhosos.
Cazuza enche o quarto com a fumaça de seu cigarro.
Através da música:
Será que você ainda pensa? em mim?...
Penso com todo amor que houver nessa vida.
Vida essa única jogada, lascada
Parte das partes do meu "eu" que encontro
Faz parte!
Do movimento que gera em todas as formas geométricas.
Dos ventos que passam, recruzam,
imitam, transformam, sugerem.
Dos órgãos que pulsam, que sentem.
Do fluxo livre. Do pensamento abstrato.
Da lógica intraduzível. Do coletivo pessoal.
De onde tudo recomeça.
Através de olhos que pareciam ser de vidro
Através de uma pulsação, pulsação, pulsação...
Vários ritmos...
Livre ação momentânea de conseguir transcender.
Somos constantes inseridas num ciclo desordenado.
Desordem ladra da segurança.
Seguro, sexo, sexo, seguro.
Aonde você foi parar?
Olho teu olhar e percebo que nem você sabe...
Quando você se encontrar,
me procura, talvez você vá me encontrar.
Em um castelo, em uma quite,
ou até mesmo na Rodoviária do Plano Piloto
querendo aquele prazer:
CIGARRO.
Hércules Sousa Teixeira
Thaisa Taguatinga
Cleiton Jesus
Mariana Brites
Alonso Bento
Carina Portella
Ricardo de Souza
Casa do Daniel, Taguá
10/10/2010
- enquanto eu levava pontos na cabeça,
1º môpôcô do Alonso..
Eu sou a verdade.
Me apaixono até na escada.
A cada degrau que desço,
solto baforadas de fumaça e engulo a cachaça presa
entre a língua e o céu da boca,
causo neblinas e confusões etílicas...
Eu tenho escarrado em uma boca,
porque dela não sinto desejo,
contudo existe outra que por ela quero apreço.
Qual seu preço?
Vale o quanto pesa?
Quero então todo o chumbo do teu olhar,
pode me endividar até a alma.
Processo-método de resolução de conflitos.
Coisa julgada.
Processo que não cabe mais recurso.
Devassa, sim é ela, ela se destaca.
Piauí
30/09/2010
Me apaixono até na escada.
A cada degrau que desço,
solto baforadas de fumaça e engulo a cachaça presa
entre a língua e o céu da boca,
causo neblinas e confusões etílicas...
Eu tenho escarrado em uma boca,
porque dela não sinto desejo,
contudo existe outra que por ela quero apreço.
Qual seu preço?
Vale o quanto pesa?
Quero então todo o chumbo do teu olhar,
pode me endividar até a alma.
Processo-método de resolução de conflitos.
Coisa julgada.
Processo que não cabe mais recurso.
Devassa, sim é ela, ela se destaca.
Simone Santiago
Bob RodriguesPiauí
30/09/2010
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