Parafraseando o medo,
o olho que tudo vê e nada capta;
Até quando ficaremos no aguardo de um contato interditado do 3º grau?
A sensibilidade se cala ao vazio,
Em frente ao vazio tudo se cala.
Em frente ao nada, nada fala.
Então fala, cala, nada.
Mas cuidado pra não se afogar.
Jean Bottentuit
Gyancarlo Francischeto
André Guarany
Casaré
27/08/2011
- e a seiva esconde a espessura e o tamanho da protuberância
da glande do clã de Robervaldo Seiva e Astrogildovalda Pereira.. hã?
ahhh... estreia de Seiva... Francischeto nos devaneios
"E ser artista no nosso convívio, pelo inferno e céu de todo dia. Pra poesia que a gente não vive, transformar o tédio em melodia... " CAZUZA
29 de agosto de 2011
26 de agosto de 2011
Zara Xana Vânia Uni-vos.
Tendo Sentido Razões, Questões, Palavrões.
Ouçam Naquela Mistura Linda.
Jantem Inusitadamente Holocaustos
Garfando Frases Excêntricas, Duvidando Como Belas Amantes.
21/08/2011
Cintya Azevedo
Bob Rodrigues
Agora Bonita Chupa Da Erika.
Fazendo Gostoso, Híbrido, Inusitado.
Já Lambi Minha Namorada Ovulando, Penetrando,
Querendo Romper Sua Tarântula.
Usando Vaselina Xuxense Zunindo.
Tendo Sentido Razões, Questões, Palavrões.
Ouçam Naquela Mistura Linda.
Jantem Inusitadamente Holocaustos
Garfando Frases Excêntricas, Duvidando Como Belas Amantes.
21/08/2011
Cintya Azevedo
Bob Rodrigues
Agora Bonita Chupa Da Erika.
Fazendo Gostoso, Híbrido, Inusitado.
Já Lambi Minha Namorada Ovulando, Penetrando,
Querendo Romper Sua Tarântula.
Usando Vaselina Xuxense Zunindo.
23 de agosto de 2011
Os pensamentos aceleram em palavras,
Coletâneas estas, dispersas, afraseadas.
Correntes elétricas dispostas em sinapses,
Decorrem, decoram, infinitas imagens.
Progridem, pesquisas históricas,
Confusões espaciais, estão divergendo
Entre banalidades das vidas alheias.
Percebi então que de todas as coisas já pensadas,
Sentidas, deixadas,
Serei apenas mais um aqui.
Nessa terra infértil onde as ideias flutuam e expremem o que deveriam expressar.
Expressos cafés bascos;
Vívidas mendicâncias aborígenes,
Indicam caminhos tórridos.
O General Generoso Gerou
pra Geral Gelos d'água em Goles Gasosos e Gozosos.
Glória!! Glória!!!
Bob Melvin
Jeni Sousa
Alonso Bento
Lorena Aloli
André Guarany
Jean Bottentuit
Simpsons 307 sul
21/08/2011
- com interferências glandestinas...
GLÓRIA GLANDE GRANDE !!!
Coletâneas estas, dispersas, afraseadas.
Correntes elétricas dispostas em sinapses,
Decorrem, decoram, infinitas imagens.
Progridem, pesquisas históricas,
Confusões espaciais, estão divergendo
Entre banalidades das vidas alheias.
Percebi então que de todas as coisas já pensadas,
Sentidas, deixadas,
Serei apenas mais um aqui.
Nessa terra infértil onde as ideias flutuam e expremem o que deveriam expressar.
Expressos cafés bascos;
Vívidas mendicâncias aborígenes,
Indicam caminhos tórridos.
O General Generoso Gerou
pra Geral Gelos d'água em Goles Gasosos e Gozosos.
Glória!! Glória!!!
Bob Melvin
Jeni Sousa
Alonso Bento
Lorena Aloli
André Guarany
Jean Bottentuit
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21/08/2011
- com interferências glandestinas...
GLÓRIA GLANDE GRANDE !!!
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O meu cocô vai fazer uns mopocô.
Uma boa massagem para um bom mopo-coco..
Massagem de (e/u)go e pensamentos soltos
me levam a pirar em alucinações deliciosas.
Saunas e piscinas; sol e desidratação;
Desidrata e embaralha pensamentos.
Penso nesse vai e vem,
Quente e frio... nem pensa nisso.
No sentido de oposição.
Complementando sua ascenssão.
Compartilho essas contrárias forças;
Visualizo, distante, opostas,
O pasto de que a ressoa.
Horizontal, sub-abissal,
Entre os sóis, quero minhas folhas;
Os verdes da loucura, são braquiaras.
Ruminantes, vago nas procuras...
Espero um "almojantar" informal.
Que cheirosa está a couve,
Com alhos fritos e conversas.
Acalentada ao gosto de feijoadas especiais.
E depois desfrutar aquela sobremesa...
Brigadeiro com tihuana no paladar.
Hummm..... Ahhhh!
Vamos trepar!!
Trepadeiras, orangotangas,
louva-deusas e fungos se preparam para avancar.
[Avant-gard]
Caio Cabelo
Plim Gabi
Mama Iza
Dedé Guaraná
Louisse A.
Cleitinho Peitinho
Pedro Melvin
Jeni Carlos
Raquel Stella
Ugo Toddeboa
Jean Boteoitoae..
Hotel Cabarett da Mama
20/08/2011
- Vamo bebê a Stella della..
farofa!!
Uma boa massagem para um bom mopo-coco..
Massagem de (e/u)go e pensamentos soltos
me levam a pirar em alucinações deliciosas.
Saunas e piscinas; sol e desidratação;
Desidrata e embaralha pensamentos.
Penso nesse vai e vem,
Quente e frio... nem pensa nisso.
No sentido de oposição.
Complementando sua ascenssão.
Compartilho essas contrárias forças;
Visualizo, distante, opostas,
O pasto de que a ressoa.
Horizontal, sub-abissal,
Entre os sóis, quero minhas folhas;
Os verdes da loucura, são braquiaras.
Ruminantes, vago nas procuras...
Espero um "almojantar" informal.
Que cheirosa está a couve,
Com alhos fritos e conversas.
Acalentada ao gosto de feijoadas especiais.
E depois desfrutar aquela sobremesa...
Brigadeiro com tihuana no paladar.
Hummm..... Ahhhh!
Vamos trepar!!
Trepadeiras, orangotangas,
louva-deusas e fungos se preparam para avancar.
[Avant-gard]
Caio Cabelo
Plim Gabi
Mama Iza
Dedé Guaraná
Louisse A.
Cleitinho Peitinho
Pedro Melvin
Jeni Carlos
Raquel Stella
Ugo Toddeboa
Jean Boteoitoae..
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20/08/2011
- Vamo bebê a Stella della..
farofa!!
13 de agosto de 2011
A minha escolha de estar em bolhas;
MC (me) dói a arte das firulas;
Até que rasga o branco da folha em encanto
E dobra o canto dos traços, à força!
Traços, ou quando os alicerces vergam...
Ditas, sobreditas, quase inválidas.
Vesgas, torpes, distintas;
Nobres, pobres, hobbies, hobits, Senhor dos anéis...
Ha! Ha! Ha! Tudo pode ser, apenas, uma piada...
Então acorda azedo, acorda amargo
Acorda cedo até madrugada
Pra lembrar que a noite é doce
E que a tarde é salgada
Com um azul de maresia
INSTANCA!
Veloz! Feroz! Em torno de todos nós...
E assim aconteceu, e ele se foi,
não se sabe quando volta...
E a volta é impossível para quem morre a cada segundo
Ou vive num universo, um tanto já expansivo o necessário.
Ou vive universos numerosos e expansivos demais
Tanto a perder a conta dos que a conta fez.
E esquecer a história que o fazer conta.
Empaquei na poesia again
Paro agora e digo: UHUUU!
Então??!!
Está tudo girando. girando.. girando...
Daniel Carvalho
André Guarany
Clélia Bastos
Jack Daniel's House
10/08/2011
psicodelândia..
(acompanha MôDêCô no original)
MC (me) dói a arte das firulas;
Até que rasga o branco da folha em encanto
E dobra o canto dos traços, à força!
Traços, ou quando os alicerces vergam...
Ditas, sobreditas, quase inválidas.
Vesgas, torpes, distintas;
Nobres, pobres, hobbies, hobits, Senhor dos anéis...
Ha! Ha! Ha! Tudo pode ser, apenas, uma piada...
Então acorda azedo, acorda amargo
Acorda cedo até madrugada
Pra lembrar que a noite é doce
E que a tarde é salgada
Com um azul de maresia
INSTANCA!
Veloz! Feroz! Em torno de todos nós...
E assim aconteceu, e ele se foi,
não se sabe quando volta...
E a volta é impossível para quem morre a cada segundo
Ou vive num universo, um tanto já expansivo o necessário.
Ou vive universos numerosos e expansivos demais
Tanto a perder a conta dos que a conta fez.
E esquecer a história que o fazer conta.
Empaquei na poesia again
Paro agora e digo: UHUUU!
Então??!!
Está tudo girando. girando.. girando...
Daniel Carvalho
André Guarany
Clélia Bastos
Jack Daniel's House
10/08/2011
psicodelândia..
(acompanha MôDêCô no original)
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Daniel Carvalho
Seja coerente!
A instabilidade é perigosa.
O perigo é constante.
O constante é o instante e o mesmo já passou...
Já passou. Ainda é.
A era espacial já era?
A era especial ainda vai ser.
E o vômito doçado!
O cômico disfarçado de feio:
É débil, esponjoso, amargo...
Limite de um campo consciente dentro de uma lanterna
E o seu raio, e o seu raio, e o seu raio.
Lugar nenhum...
Vejo tudo diferente.
Não vejo mais o verde; ou será o vermelho.
É tudo a mesma cor.
Socorro!
Caralho! Tá tenso!
Poesificarei com sobriedade.
Até que a pele vire poeira e componha o chão dessa casa,
com cabelos, tintas e coisas velhas.
Para que acordemos com um brilho passado no rosto
e com o sentimento bom de fim de tudo.
Felipe Buna
Bia Neres
Clélia Bastos
André Guaranáis!
Daniel Caralho Trinovo
Casa do Daniel
09/08/2011
- Por favor, desconsidere!
(acompanha desenho - MôDêCô - no original)
A instabilidade é perigosa.
O perigo é constante.
O constante é o instante e o mesmo já passou...
Já passou. Ainda é.
A era espacial já era?
A era especial ainda vai ser.
E o vômito doçado!
O cômico disfarçado de feio:
É débil, esponjoso, amargo...
Limite de um campo consciente dentro de uma lanterna
E o seu raio, e o seu raio, e o seu raio.
Lugar nenhum...
Vejo tudo diferente.
Não vejo mais o verde; ou será o vermelho.
É tudo a mesma cor.
Socorro!
Caralho! Tá tenso!
Poesificarei com sobriedade.
Até que a pele vire poeira e componha o chão dessa casa,
com cabelos, tintas e coisas velhas.
Para que acordemos com um brilho passado no rosto
e com o sentimento bom de fim de tudo.
Felipe Buna
Bia Neres
Clélia Bastos
André Guaranáis!
Daniel Caralho Trinovo
Casa do Daniel
09/08/2011
- Por favor, desconsidere!
(acompanha desenho - MôDêCô - no original)
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Felipe Buna
11 de agosto de 2011
Coisa mínima, sem tamanho e sem peso,
Quase "chitara", quase cítara,
Mexe qualquer coisa,
onde o leão que sempre cavalguei.
Mexendo os corações com alegria e alteria;
Sendo sempre uma pessoa serelepe.
Com batidas fortes chego causando,
com a variedade, chego harmonizando.
Com a música entrelida na harmonia de cada palma
sintonizando o ritmo da sincronia da alma.
Minha música, minha alma, me ama?
Me embriaga, me sintoniza.
Sai do mar e me toca.
Ao sair de mim, me devora, desregurgita.
E consola a falta da calma dos olhos.
O tempo volta ao seu mergulho levando um carimbo de ar.
Carimbo de competências;
Vivências, latências, urgências.
Jean Bottentuit
Ugo Todde
Cabelo SanMan
Louisse Aldrigues
Bob Rodrigues
Daniel Caralho
André Guarany
Parcão da 104/5 sul
08/08/2011
- estreia do cabelo no môpôcô
Quase "chitara", quase cítara,
Mexe qualquer coisa,
onde o leão que sempre cavalguei.
Mexendo os corações com alegria e alteria;
Sendo sempre uma pessoa serelepe.
Com batidas fortes chego causando,
com a variedade, chego harmonizando.
Com a música entrelida na harmonia de cada palma
sintonizando o ritmo da sincronia da alma.
Minha música, minha alma, me ama?
Me embriaga, me sintoniza.
Sai do mar e me toca.
Ao sair de mim, me devora, desregurgita.
E consola a falta da calma dos olhos.
O tempo volta ao seu mergulho levando um carimbo de ar.
Carimbo de competências;
Vivências, latências, urgências.
Jean Bottentuit
Ugo Todde
Cabelo SanMan
Louisse Aldrigues
Bob Rodrigues
Daniel Caralho
André Guarany
Parcão da 104/5 sul
08/08/2011
- estreia do cabelo no môpôcô
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