13 de agosto de 2011

A minha escolha de estar em bolhas;
MC (me) dói a arte das firulas;
Até que rasga o branco da folha em encanto
E dobra o canto dos traços, à força!
Traços, ou quando os alicerces vergam...
Ditas, sobreditas, quase inválidas.
Vesgas, torpes, distintas;
Nobres, pobres, hobbies, hobits, Senhor dos anéis...
Ha! Ha! Ha! Tudo pode ser, apenas, uma piada...
Então acorda azedo, acorda amargo
Acorda cedo até madrugada
Pra lembrar que a noite é doce
E que a tarde é salgada
Com um azul de maresia
INSTANCA!
Veloz! Feroz! Em torno de todos nós...
E assim aconteceu, e ele se foi,
não se sabe quando volta...
E a volta é impossível para quem morre a cada segundo
Ou vive num universo, um tanto já expansivo o necessário.
Ou vive universos numerosos e expansivos demais
Tanto a perder a conta dos que a conta fez.
E esquecer a história que o fazer conta.
Empaquei na poesia again
Paro agora e digo: UHUUU!
Então??!!
Está tudo girando. girando.. girando...

Daniel Carvalho
André Guarany
Clélia Bastos

Jack Daniel's House
10/08/2011
psicodelândia..
(acompanha MôDêCô no original)

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