30 de setembro de 2008

Sentado na mesa do bar,
Aquilo que evapora rápido
Às vezes parece ser invisível.
O que não posso ver,
O que procuro ser
Para depois me esvaziar e gozar,
No delírio de uma mente que é sã,
Mas não quer ser.
Neurônios mandam!
Ela não podia ser uma mente de delírio, mas ela é!
É o caralho!
É porra nenhuma!
Que porra o quê?
Eu quero é paz para satisfazer meus instintos sossegado...
Meu amor, minha vida é o sol, a lua e tudo que há de mais belo
no Universo do meu verso.
Meu cosmo idêntico ao seu, você é o sol, eu sou a lua,
No eclipse do amor, a gente se mistura.
E vivenciamos esta eterna loucura.

André Guarany
Amanda Duarte
Paulo Wenceslau
Thamara Rios

GamBar - Asa Norte
06/06/2008


Entrando no profano
a divina comédia,
da desgraça humana que
é amar e não ser amado
procurar para achar
um pouco de amor
com sabor de croaçã
Coração é fruta?
O amor é carne?
O ser humano é estômago e sexo.

Marccelo Vítor
André Guarany
Josuel Junior
Bob Rodrigues

12/09/2007
Vocês não têm vergonha?
O que seria a vergonha?
Não entender porque o céu é azul.
O mar é azul.
Mas nem tudo ficará azul.
E sim azul e rosa
Uma união ou mistura sem segregação.
Por isso pergunto: Você não tem vergonha?

André Guarany
Marccelo Vítor
Josuel Junior
Bob Rodrigues

12/09/2007