11 de agosto de 2011

Coisa mínima, sem tamanho e sem peso,
Quase "chitara", quase cítara,
Mexe qualquer coisa,
onde o leão que sempre cavalguei.
Mexendo os corações com alegria e alteria;
Sendo sempre uma pessoa serelepe.
Com batidas fortes chego causando,
com a variedade, chego harmonizando.
Com a música entrelida na harmonia de cada palma
sintonizando o ritmo da sincronia da alma.
Minha música, minha alma, me ama?
Me embriaga, me sintoniza.
Sai do mar e me toca.
Ao sair de mim, me devora, desregurgita.
E consola a falta da calma dos olhos.
O tempo volta ao seu mergulho levando um carimbo de ar.
Carimbo de competências;
Vivências, latências, urgências.

Jean Bottentuit
Ugo Todde
Cabelo SanMan
Louisse Aldrigues
Bob Rodrigues
Daniel Caralho
André Guarany

Parcão da 104/5 sul
08/08/2011
- estreia do cabelo no môpôcô

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