Um general sem nenhum caráter.
Dando o quarto gole de cerveja antárctica litrão;
Encarando a vida como ela é...
A vida vai girando pela noite gélida.
Um tiro sem direção do marechal sem razão.
Encontrou seu caminho depois da pedra.
Atento para não errar a seta;
Acerta a árvore com a sombra gigante.
Será meu amante das noites de volúpcia?
Ou o frio da névoa apaixonante?
Usa do gigante para se proteger,
Se projeta depois do encontro com ela.
Será seu tormento, praticamente sem contexto,
Como a caligrafia acima em forma de pixação;
O desencanto, esgotamento pela tubulação.
Do buraco do cano ainda vejo uma mulher.
Sentada com as mãos no colo,
Ela está escrevendo no seu corpo palavras marcadas pelo tempo.
Enquanto isso o tempo observa um demente qualquer
involucrando pedras virgens escaldantes melancólicas.
E essas pedras flamejavam ódio
por cima da população brasiliense.
Pedras população brilham acima de nós.
Porque será que não saímos disso? Qual é o jogo?
Fogo, pau e pedra.
Sara nossa terra.
Mas será o Benedito?
Apocalipse Jesus Cristo.
André Guarany
Ugo Todde
Louisse Aldrigues
Paulo Wenceslau
Bob Melvin
Jeni Sousa
Jean Bottentuit
Lorenna Martins
Gabriela Garcia
Jacques Americaño
Piauí
23/04/2011
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