26 de julho de 2011

Um chopp, dois, três, não sei..
Sei que quando posso beber uma cervejinha o torresmo não escapa.
Os sabores da vida não tem jeito, é pegar ou largar,
Ser ou não ser, é simplesmente querer, a fronteira do sabor..
O sabor é eterno, seja do céu ou do inferno.
Bebemos para esquecer ou bebemos para viver?
Pois se beber é coisa do inferno,
então viverei eternamente ao lado do demônio.
Mas será mesmo que bebo com o demônio
ou quando eu não bato o carro estou com deus?
Deus é o vento, fim do firmamento,
se o livramento é o refúgio, procuro o lugar seguro, enfim, o sei lá...
Às vezes o lar não é sua casa, às vezes você não é você, e o bar...
Se torna seu lar.
E às vezes sou feito de sangue e de álcool,
às vezes sou álcool e sangue,
às vezes tem muito sangue no meu álcool,
Mas agora tem muito álcool no meu sangue.

Ricardo de Souza
Alexandre Faro
Leandro Brito
Roberto Azevedo

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