28 de abril de 2011

Rosas esperam para nascer.
Usam películas para barrar o sol de meio dia.
A bebida nos faz calar diante as questões familiares de terceiros.
Relações de manutenção cômoda.
Buscando anseio nos desejos vis.
Vou trepudiar em cima de conceitos estabelecidos.
Empacotados em arquivos empoeirados;
Espirros, escarros e desabafos;
Sobre caixas, sobre o vazio.
Derramado em desconexos anexos,
Nas pastas do subconsciente.
Porro, porra! Cada palavra dita nessa porra de bar!
Escancarados os risos.
Quanta demência derramada sobre as faces.
Quantos ócios derramados sobre os músculos.
A incerteza da eficiência..
Ciência de dados exatos;
Exatidão quadrada insana.
Artifícios de sublimações
Excessos de informação
Deformações, incompreensão.
Comprimida em programações.
Descreva razão?
Preservar a alma para uma banheira.
Escretar os olhos dos desejos.
Beber o sol e arrotar a lua,
Mijar as estrelas.
Começar o dia com menos açúcar!
Geração saúde.
"Beber o suco de muitas frutas
O doce e o amargo
Indistintamente..."
Cuidando para não envenenar-se
Sem generalizações embriagantes...
Muitas frutas
das minhas árvores secas...

Jeni Sousa
André Guarany
Bob Melvin

408 norte
15/04/2011
Narrações silenciosas dentro do cenário...

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