11 de agosto de 2012

Engraçado como as coisas são...
Impressionante a velocidade do tempo 
que te impede de fazer tantas outras escolhas,
e mesmo assim,
ainda são tantas coisas feitas...
Coisas doidas, sãs, involucráveis.
Vislumbres em rotinas viciosas.
Parâm! Parâm!
Frustrações de um mundo caótico.
O firmamento da cidade
Só traz o vazio...
Fica ou vai?
...Vem, me leve à parte.
Abrem as fronteiras
Das partes que partem.
De que valeram então todas aquelas palavras ditas que eu ouvi?
De que valeram todos os sons ouvidos da porra da verborragia que eu usei...
Isso tudo é colapso de ideias surgindo do nada..
O mundo vive tentando dizer o que sente.
Encontrar onde está.
Os lapsos relatos
Disparam instantes
Constantes... ardor.

Anna Moura
André Guarany
Karolchita Balachita
Cleiton Jesus

Biblioteca . Museu Nacional
18/04/2012
 - da verborragia escarrada, cuspida. Pesado!
    Rola uma cadeia...

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