13 de julho de 2012

Ventríloquos vigentes visam vitórias vingativas
Espasmos estanquistas entre escadas e estantes.
Rasgando roupas rotas, respingadas, ransosas...
Sem separar seus sectos, sem setas, sem séculos...
Sem sexo.
Tato teto tenho, não tenho...
Tudo! Menos teu! Menos nosso, menos quero...
Últimos suspiros ao vento me levam e elevam ao máximo e de repente nada...
Ajudar, resgatar, rezar, falar, amar,
Fazendo tudo isso sem pensar...
Pensando bem...
Acho que não tenho mais falta de ar.
Comprimido há de olhar por mim.
Comprimido que olha, sufoca.
É necessário relaxar.
Sua mãe sabe onde você tá? 
Deve achar que estou aqui.
Porque pensaria o contrário?!
Mas, porque as gotas na forma vertical caem dessa forma.
Formam, nesta caio a gravidade, vértices pluriformes
Que sai só de onde saem os pensamentos,
que pensam mas dispensam quando repetem as próprias formas.
Que repensam, mas impensão os contrários e os porquês.
Do que na verdade não importa...
Ou estou equivocado?
Apenas palavras...
A energia que flui das entranhas dos seres moleculares somos nozes.
A cavidade aguçada almeja o retorno das águas tensas.
Águas o sentido da vida fluida
Pingando a pinga etílica, pingando pingos pianinos.
(Rompante!)
De repente reivindiquei as horas.

André Guarany
Daniel Carvalho
Clélia Bastos
João Paulo Salerno
Jean Bottentuit
Maribrites

30/01/2012
Casa do Dedé G.

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