14 de julho de 2010

Foi-se o tempo em que sonhava!
Hoje vivo, me entrego!
Se tá certo eu não sei...
Quem há de saber? A classe da vida é incerteza...
Quemcanta pedaços de vidros, deitam em camas
Esperam indivíduos, se ardem na chama:
Quem chama de sapiência o ato de viver?
Transparência do saber...
esperar que algo aconteça é ser incrédulo dos seus sentimentos
que não mostram o que é ser.
E estar a beira da morte e um dia dizer:
E daí?! Eu vivi!...
Sobrevivi... e estou sempre a buscar os sentimentos verdadeiros,
pena que nem sempre é como se quer. Não importa.
Vou morrer. Sempre, cada vez mais..
Mas enquanto estiver aqui, serei eu mesmo.
Serei inteiro.
Só deixo a vida me mudar.
E se mudar, que mude por inteiro e que me desperte
ao puro devaneio.
E que nessa hora eu encontre o primeiro
que será com certeza aquele que otimamente mudará primeiro.
A mudança dança o tempo inteiro;
Pela metade, a hora fica meia,
Sou inteiro, inteiro devaneio;
Com certeza somos duvidosos.
Despertamos, dispersamos e não estamos inteiros.

Larissa Oliveira Cunha
Daniel Carvalho
Cristiane Coelho
Karoline Oliveira
Felipe Leite
Adriana Heilmann
Bob Melvin

Bar Thainá
15/04/2010

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