Envergada de sóis, ruga lunar
Rabo de cometa, cometa e cauda
Blinc, blinc não é brilho de estrela
Pararam, pararam, pararam.
E disparam uma bazuca com íons radiotivos.
A cara das tartarugas.
Que sorriam feito loucas,
correram para a lua e nunca mais foram vistas.
Águas correndo pelo vale daqueles olhos sombrios,
Cheios de sentimentos enrustidos.
Invólucro por sistemas cotistas.
Embriagado de desnudamentos libertários.
Moscas varejam estereótipos..
Como senhoras de verdade;
Fantasmas perdidos no real ou vivos no mundo dos mortos.
Virando copos, latinhas, doses,
e depois diante de uma tela, de uma oratória.
Encontros, procuras, acertos.
Pilhas de jogos esperando um devir.
Esperando a espera que por não se autoimaginar;
copiei ansiosa pensamentos gerais.
Cigarros compartilhados.
Usei então pensamentos alheios.
Que também eram pertencentes ao meu amplo vocabulário.
Fumei meus próximos.
Fodi com desconhecidos sem lubrificação cósmica,
Os mesmos desconhecidos sem glóbulos infra-lunares!
Salve a infraestrutura solar...
Daniel Carvalho
Lino
Rogélyo
Vivian Carballar
André Guarany
Neto
Alonso
Mari Brites
Victor Carballar
Jean Bottentuit
Casa do Rogélyo
29/01/2012
Um comentário:
Dé, achei um môpôcô das antigas. não achei seu e-mail para mandar :/
segue aqui mesmo, depois apago o comentário. beijos!!!!
segredo,saliva,suor
satisfaz sentidos
sentinela dos sentimentos
seios seus
sábio sopro sempre...(Mariae)
saborosas salinas
surgem satuários, sarcófagos
sinos selvagens, sabores sagrados
suas sementes sangram (Bob)
sobre sua saliva...
sugiro que surja Saturno
sábio solo sobre nós. (Mariae)
dia: em algum lugar do passado
local: cafofo da Mariae
como: desatinos alcoólicos, beijos melancólicos
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