O mapa terra se transforma em água.
Sentimentos, olhar, vínculo, pulsão...
Continua que depois eu lembro.
Ahh! Papinhos..!
Vou fazer dessa poesia uma confusão de sentimentos.
Entremeados por ilusões vãs.
Distorcidas de vivências caóticas.
Permeados pelas dissonâncias magnéticas.
Que unem o universo entre nós.
Vivemos, sentimos, vivemos...
E quantas despedidas?
É difícil descrever o sabor do seu rastro.
Até um dia,
Até talvez,
Até quem sabe...
Atordoado,
perdendo meu cabelo pelo ralo,
submerso na banheira de espumas escaldantes
recheadas de enxofre.
Chofer de coito.
Escada rolante pros afoitos e com mais degraus para os maus.
Colher de pau.
No fundo do poço.
No vômito do moço.
No caos de todo sempre.
Eternamente.
Lorena Aloli
André Guarany
Danilo Alves
Bob Rodrigues
Jean Bottentuit
Jacques Americaño
Karolchita da Balachita
Piauí
08/07/2010
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