Que a complexidade caótica de qualquer um de nós
Consiga exemplificar e simplificar vários nós.
Embebidos em afeto, em carinhos de esmero
E cagando pro mundo debaixo da lua...
No qual, há muito já defeco.
Meu segredo é meu disco voador;
Bebo seus olhos;
Decreto luto às lágrimas;
Concreto e sal;
Parede e açúcar
Mistura explosiva de intimidade e doçura.
O amor nunca esteve tão bem contemplado
com características sutis e esclarecedoras.
Dentro do labirinto de letras soltas
Sigo sem significado o dia que se apaga.
Nesse labirinto, formas, cores, amores e apegos.
Apegos? Sim.
Apego de liberdade, vontade de ser eu em todas as ocasiões.
De perda, depressão, desprezo, morte, caráter... querer.
Todas as anomalias fictícias de um ser humano
Com suas vontades de liberdade...
Se jogar ao mundo... ao extremo, sem dó.
Como um bem querer!
De que anomalia, afinal, pode se culpar um cão
de morder e estraçalhar o rosto do seu dono?
Que natureza plena guia nossos instintos!
Que loucura cega planeja nossos encontros?
É sempre o encontro de dois inteiros que faz uma metade.
Eu seria sua por 15 centavos;
Ou menos;
Ou metade.
Sempre ímpar.
Que ímpar o quê?
Eu quero é par, sempre par.
De parzinho é mais gostoso
daquele sabor das cartas roubadas, minha cara!
O porquê disso? Insignificância relutável, porra!
Cartas pra quê? São apenas palavras,
versos que não resultam em esperanças e frases perdidas.
Cartas às vezes expressam em palavras, as origens;
As verdades mais belas do mundo.
Tudo se torna uma estrofe, às vezes romântica,
Que acabam em perdidas liras!
Daniel Carvalho
Bob Rodrigues
André Guarany
Gabriela de Andrade
Cristiane Coelho
Paulo Wenceslau
Piauí
21/10/2008
Um comentário:
Aehh..finalmente o nosso môpôcô, rsrs...maravilha!!
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