11 de abril de 2010

Amar, amor
do jeito que for.
Ser, crescer
Sem torpor.
Vejo que a luz incendeia
a noite com surpresas bem quistas.
Enfeitando a escuridão com luzes reveladoras

É fato, é claro, transparente
Como a membrana do pé do pato
A íris dos olhos de um gato...
Reverbera! É transcendente... parte de tolos
Parte da gente.
Respiração, força, transformação
Sempre a mesma coisa
O arroz com feijão de todo dia
Desafio eterno, o fácil e óbvio
Mas quase impossível de chegar
Deixe fluir, faz acontecer
Atravancando a eterna estrada de brejos floridos
Dissimulando sonhos e derretendo a voz úmida
da inóspita felicidade.
Que não resplandece, mas emana envolventemente
como uma corrente quebrando os ossos...
Felicidade, amargura, dor, ilusão, viagem...
O que será? Uma incógnita sem resolução?
Tudo é sempre tão envolvente, colorido, mágico!
O dia parece que está acabando;
Calor, lua, sensações e prazeres afloram com naturalidade.
Gente falante. Gente do bem. Gente pra vida.
Até que o ano chegue quero estar sentindo...
Sentindo sempre, mas o quê?
O questionamento é sempre presente,
sempre constante, ele é todo sempre.
Não que não encontre seu espaço,
ela também é parte do sempre, mesmo sendo o nada.
E talvez assim percebamos que tanto faz.
Cada um com o seu, mas sei lá, tanto faz!!!
O sempre e o nunca, sempre presente, mas nunca um só!

Mirna
André Guarany
Daniel Carvalho
Azul
Jean Bottentuit
Paulo Wenceslau
Marina Fell
KK

Piri na Pólis
28/12/2009
- em um sedutor encontro na rua que só passa paulista..

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