Antes turvas,
possibilidades subversivas se encantam
com amarelos cones e tormentas de paixonites.
De outros, de todos que se escondem
e se submetem sem querer.
A dor que alimenta sua vontade de viver.
A paciência é a consciência do espírito.
A consciência está entre o que quiseram ensinar
e o outro que quis absorver e readaptar.
Mas falaram ao vento, soltando palavras..
Queimando as traças desse desalento
Que entraves pueris, vertem teus sonhos.
São lebres sorridentes, são vermes torpes.
Seres humanos, amados ou não amados, "são eles"
achando ou tentando...
Matar o tempo, mas sabendo que é o tempo que os mata,
e que o dinheiro é ele...
Ele, ardendo, latente, expurgando, dilacerando,
aquilo do pouco que nos resta.
André Guarany
Filipe Soneca
Bob Melvin
Daniel Carvalho
Paulo Wenceslau
Coreto - PIRENÓPOLIS
25/12/2009
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